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Índios envolvidos em tentativa de invasão de delegacia em Assis Brasil são presos

Adolfo foi preso após ficar quase um ano em aldeia. O caso ocorreu no mês de setembro de 2017.

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Adolfo foi preso após ficar quase um ano em aldeia. O caso ocorreu no mês de setembro de 2017.

O caso ocorreu no mês de setembro de 2017, quando índios da etnia Jaminawa do município de Assis Brasil, tentaram invadir a delegacia na tentativa de resgatar um dos seus parentes que havia sido preso por policiais militares, por se envolver em uma briga.

A ação por pouco não terminou em tragédia quando o agente plantonista reagiu e efetuou disparo para cima dentro da delegacia acertando o forro, na tentativa de dispersar os parentes que queriam retirar o detido na força.

Devido a situação ficar tensa na cidade, foi necessário a transferência do preso para a cidade vizinha de Brasiléia, distante cerca de 110 km. Os acusados foram identificados e aos poucos foram chamados para responder pelo delito na época.

Nesse meio, alguns dos envolvidos fugiram para as aldeias que ficam muito distantes da cidade, achando que as autoridades da cidade iriam esquecer do fato e poderiam voltar como se nada tivesse acontecido.

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Dois dos envolvidos, um menor, A.S.J. de 16 anos e Adolfo Martins da Silva Jaminawa (23), vulgo ‘Tchuam’, retornaram para cidade e foram reconhecidos pelos agentes da lei, que de posse do mandado de prisão, os conduziram até a delegacia.

O menor teria sido liberado ficando a disposição do MP e o maior ficou à disposição da Justiça, uma vez que havia um mandado de prisão em aberto e será transferido para o presídio FOC a qualquer momento.

Por Alexandre Lima / oaltoacre

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Operação apura esquema de compra de votos nas eleições municipais de 2020 em Tarauacá

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Operação da PF apura esquema de compra de votos nas eleições municipais de 2020 no AC — Foto: Arquivo/PF-AC

A Polícia federal e o Ministério Público Eleitoral deflagraram, nesta quarta-feira (25), a operação “Klerotorion” para apurar crimes de corrupção eleitoral ativa e passiva, associação criminosa e peculato ocorridos durante as eleições municipais de 2020 em Tarauacá, no interior do Acre.

Ao todo, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão nas casas dos investigados. Conforme a PF, as investigações começaram em agosto do ano passado, quando foi descoberto um esquema de compra de votos operado por associação criminosa formada por um vereador, dois ex-secretários de saúde e um servidor público municipal. A polícia não divulgou os nomes dos alvos.

As investigações apontaram que os candidatos investigados negociaram votos com eleitores para os cargos de prefeito e vereador da cidade de Tarauacá. Ainda segundo a PF, eles entregavam aos eleitores vantagens como dinheiro, passagens rodoviárias, gêneros alimentícios e outros.

Durantes as diligências policiais, ficou constatado que parte dos recursos usados na compra de votos era do cofre público, o que também caracteriza o crime de peculato. Por isso, os investigados podem responder pelos crimes de corrupção eleitoral, associação criminosa e peculato. Cerca de 16 policiais federais participaram da operação. Com informações do G1 Acre.

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