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Homem que atirou em via pública e se apresentava como policial civil é preso em Rio Branco

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Homem que atirou em via pública e se apresentava como policial civil é preso em Rio Branco – Foto: Polícia Civil

Um homem foi preso preventivamente na manhã desta quarta-feira (6) em Rio Branco por se passar por policial civil e ter se envolvido em uma confusão na última noite de carnaval, no dia 2 de março, chegando a atirar em via pública. De acordo com o delegado Yvens Dickson, ele é filho de policiais civis que já morreram e ele se apossou dos distintivos e se passava por policial.

“Não é policial civil, embora utilizasse símbolos privativos da instituição. Foi apurado que essa pessoa é filha de dois policiais civis já falecidos e se apropriou desses símbolos para se apresentar perante a sociedade como policial civil. A partir disso, ele conseguiu comprar uma arma de fogo e utilizava essa arma publicamente pela cidade, sempre fazendo uso ostensivo do armamento”, disse.

Ele contou ainda que o homem chegou a ser comissionado do governo, mas foi exonerado ainda este ano.

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“Está sendo tipificado por três crimes: disparo de arma de fogo, que ele inclusive confessou, porte ilegal de arma de fogo e usurpação da função pública, que é quando alguém não pertence ao quadro de servidores e fica simulando que é funcionário público. Pode pegar até 9 anos de prisão”, disse.

Segundo a polícia, o suspeito não resistiu à prisão. O nome dele não foi divulgado devido à lei do abuso de autoridade. Com informações do G1 Acre

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Operação apura esquema de compra de votos nas eleições municipais de 2020 em Tarauacá

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Operação da PF apura esquema de compra de votos nas eleições municipais de 2020 no AC — Foto: Arquivo/PF-AC

A Polícia federal e o Ministério Público Eleitoral deflagraram, nesta quarta-feira (25), a operação “Klerotorion” para apurar crimes de corrupção eleitoral ativa e passiva, associação criminosa e peculato ocorridos durante as eleições municipais de 2020 em Tarauacá, no interior do Acre.

Ao todo, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão nas casas dos investigados. Conforme a PF, as investigações começaram em agosto do ano passado, quando foi descoberto um esquema de compra de votos operado por associação criminosa formada por um vereador, dois ex-secretários de saúde e um servidor público municipal. A polícia não divulgou os nomes dos alvos.

As investigações apontaram que os candidatos investigados negociaram votos com eleitores para os cargos de prefeito e vereador da cidade de Tarauacá. Ainda segundo a PF, eles entregavam aos eleitores vantagens como dinheiro, passagens rodoviárias, gêneros alimentícios e outros.

Durantes as diligências policiais, ficou constatado que parte dos recursos usados na compra de votos era do cofre público, o que também caracteriza o crime de peculato. Por isso, os investigados podem responder pelos crimes de corrupção eleitoral, associação criminosa e peculato. Cerca de 16 policiais federais participaram da operação. Com informações do G1 Acre.

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