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Homem condenado há 50 anos pela morte de bebê, foi condenado de novo a mais 12 anos por morte de homem na capital

Nova condenação foi dada durante júri popular na quinta-feira (11). Talisson Teixeira é acusado de matar Deyvide Cavalcante também em fevereiro de 2017 em Rio Branco.

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Nova condenação foi dada durante júri popular. Talisson Teixeira é acusado de matar Deyvide Cavalcante também em fevereiro de 2017 em Rio Branco.

Após ser condenado a mais de 50 anos pela morte do pequeno Thayson Júnior de Holanda, de 1 ano e 8 meses, Talisson de Souza Teixeira recebeu mais uma sentença por homicídio na última quinta-feira (11).

Em nova decisão do Tribunal do Júri, Teixeira foi condenado a 12 anos de prisão em regime fechado.

Dessa vez, Teixeira foi condenado pela morte de Deyvide da Silva Cavalcante, de 28 anos. A vítima morreu no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb) no dia 13 de fevereiro de 2017, após ser atingida por ao menos três tiros. O crime ocorreu na rua Uirapuru, no bairro Cidade Nova em Rio Branco.

Conforme a Polícia, Cavalcante foi atingido por um disparo de arma de fogo no braço e outros dois tiros na altura do peito.

O advogado do acusado, Otoniel Turi, informou que a defesa não vai recorrer da decisão e que Teixeira confessou o crime.

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“Não sei se o Ministério Público vai recorrer, mas nós não vamos. Ele assumiu a autoria do crime espontaneamente. Está preso há quase dois anos. Já tem essa condenação de 50 anos pela morte da criança, foi até recorrido pelo advogado da época, mas o tribunal manteve a decisão e esses anos agora por último são em regime fechado também”, disse o advogado.

Morte da criança

Teixeira já havia sido condenado a 50 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão, em regime inicial fechado pela morte de Thayson com um tiro na cabeça.

O crime ocorreu na Rua Progresso, bairro Cadeia Velha, no dia 25 de fevereiro de 2017. Além da criança, um rapaz de 19 anos foi baleado e levado para o hospital na época. A criança dormia em uma rede em um da frente da casa onde morava quando foi atingida.

Conforme o Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC), Teixeira confessou a participação no crime com outras pessoas pertencentes a uma facção criminosa. De acordo com o acusado, eles efetuaram vários disparos de arma de fogo contra uma casa que seria de um integrante de facção rival.

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Teixeira foi condenado por porte ilegal de arma de fogo, tentativa de homicídio contra duas pessoas que estavam no interior da casa, e pelo homicídio da criança. Ele foi absolvido do crime de corrupção de menores e não vai poder recorrer em liberdade.

Por Iryá Rodrigues, G1 AC 

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Homem conhecido por Sombra é preso enquanto carregava corpo com pernas decepadas em barco pelo Rio Môa

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Homem é flagrado enquanto carregava corpo de vítima torturada em barco na zona rural do AC – Foto: Arquivo

Claudinei Sombra dos Santos, de 19 anos, foi flagrado enquanto carregava o corpo de um homem dentro de um barco pelo Rio Môa, na zona rural do município de Mâncio Lima. A vítima, que ainda não foi identificada, foi morta com tiros e teve as pernas decepadas. O corpo segue no Instituto Médico Legal (IML) em Cruzeiro do Sul.

Segundo o portal G1 Acre, o suspeito descia de barco pelo rio saindo da comunidade Timbaúba em direção a Mâncio Lima, quando passou pela base do Exército na comunidade São Salvador. Foi então que os militares fizeram uma abordagem e perceberam que ele estava muito nervoso e, ao verificarem o barco, encontraram o corpo da vítima.

A polícia foi acionada e foram enviadas duas equipes – uma da Polícia Civil e outra da Polícia Militar – para fazer o translado do corpo e a condução do preso. O local onde o suspeito foi flagrado fica a cerca de 10 horas de barco da cidade de Mâncio Lima e ele foi preso nesse domingo (16).

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Conforme o delegado responsável pelas investigações, José Obetaneo do Santos, a motivação do crime ainda está sendo apurada.

“Vamos concluir o flagrante e verificar qual foi a verdadeira motivação desse crime. Na conversa preliminar com o acusado, ele apenas disse que se desentendeu com esse homem e que não o conhecia e que por conta desse desentendimento veio o dolo de matar e ele matou. O médico legista disse que ele foi alvejado por disparo arma de fogo e teve as pernas decepadas. A vítima foi torturada”, disse o delegado.

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