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Enteado é suspeito de matar padrasto após festa de aniversário

Polícia tenta localizar o suspeito pelo crime, em Cruzeiro do Sul. Menor tem passagens pela polícia por tentativa de homicídio, furto e roubo.

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Polícia tenta localizar o suspeito pelo crime, em Cruzeiro do Sul. Menor tem passagens pela polícia por tentativa de homicídio, furto e roubo.

João Batista, de 44 anos, foi morto no domingo

João Batista, de 44 anos, foi morto no domingo

A polícia de Cruzeiro do Sul (AC) tenta localizar um jovem de 17 anos suspeito de matar com cinco tiros o padrasto João Batista Oliveira, de 44 anos, no domingo (1), após uma festa de aniversário, no bairro Remanso. De acordo com a irmã do jovem, Edilamar França de Lima, de 22 anos, durante a comemoração, que ocorria na casa dela, houve uma discussão entre a mãe e o padrasto. O rapaz presenciou a briga e atirou contra Batista.

De acordo com Edilamar, João Batista e a esposa eram padrinhos da filha dela, e vieram do município vizinho de Guajará (AM) para prestigiar o aniversário da criança. Durante a festa, a mãe foi empurrada pelo padrasto.

“Um pouco antes de terminar o aniversário ele empurrou minha mãe, mas eu não vi, e eles foram lá na casa da minha avó. Pouco tempo depois, voltaram e começamos a conversar na sala da minha casa. Depois disso, escutei o tiro que meu irmão deu nele. Meu padrasto não viu quando meu irmão se aproximou. Ele atirou da porta da sala”, relata.

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Após desferir os tiros, o menor fugiu. A vítima foi levada para o pronto-socorro ainda com vida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O corpo está sendo velado no município de Guajará (AM), onde o casal residia.

O delegado Elton Futigame, responsável pelo caso, disse que o suspeito pelo crime é foragido do Instituto Socioeducativo (ISE) e já respondia por duas tentativas de homicídio com emprego de arma de fogo, furto e roubo. Futigame informou que o menor havia fugido em uma outra ocasião quando era transportado para o Ministério Público do Acre (MP-AC).

“As Polícia Civil e a Militar estão nas buscas pelo menor infrator para que sejam feitos os procedimentos legais e ele seja encaminhado para o Ministério Público. A partir do dia 6 de fevereiro, ele já estaria atingindo a maioridade, no entanto, como ele ainda tem 17 anos, responderá como menor infrator”, explicou o delegado.

Do G1 Acre

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Inquérito apura suposta violência sexual contra menores dentro de delegacia na cidade de Epitaciolândia

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Policial é investigado por suposta violência sexual contra menores dentro de delegacia no interior do Acre – Foto: Alexandre Lima

O delegado-geral da Polícia Civil, Josemar Portes, publicou nesta terça-feira (26) a abertura de um processo administrativo disciplinar contra um policial civil da cidade de Epitaciolândia, que teria cometido suposta violência sexual contra uma indígena e uma menor dentro da delegacia da cidade.

O caso teria ocorrido no ano passado e a denúncia foi feita por duas menores envolvidas na morte de uma adolescente no ano passado. As duas estavam apreendidas na cela da delegacia pelo crime.

O corpo da menor foi achado pela Polícia Civil de Epitaciolândia na noite de 11 de agosto do ano passado em uma área de mata. O crime teria ocorrido no dia anterior, dia 10. A vítima foi atraída até o local, morta com um tiro de escopeta e o crime foi filmado.

Na época, dois homens foram presos, entre eles um monitorado por tornozeleira eletrônica que seria um dos mandantes do crime, e três menores, com idades entre 14 e 17 anos, foram apreendidos. A arma usada para matar a menor, uma escopeta, também foi apreendida.

A motivação para o crime, apontada pela polícia e confirmada durante o julgamento, seria porque a menor fazia parte de uma facção criminosa e queria entrar na facção dos suspeitos para repassar informações. A menina morava em Brasileia, cidade vizinha, e tinha saído com outras duas menores para passar a noite na casa de um dos suspeitos, em Epitaciolândia.

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Em agosto deste ano, quatro acusados de matar a adolescente de 13 anos foram condenados a mais de 100 anos de prisão em regime inicial fechado. A quadrilha foi condenada por um júri popular realizado no último dia 12 e que durou quase 15 horas.

‘Fato inverídico’, diz delegado

No decreto, Portes cria uma comissão para apurar a denúncia feita pelas menores apreendidas. O prazo regular para instrução será de 60 dias, podendo ser prorrogado pelo mesmo período.

O delegado da cidade, Luis Tonini, saiu em defesa do servidor e disse que, por estarem envolvidas em um crime de grande repercussão na região, as menores fizeram a denúncia como forma de desvirtuar a ocorrência que foi grave e tirá-las do foco.

“Tenho plena convicção que esse fato é inverídico. Tudo isso não passa de falácia, mas, logicamente, é o trabalho da administração da Polícia Civil de investigar até mesmo para constatar a inocência do servidor. No dia da apreensão dessas menores, nossas diligências terminaram bem tarde e não teve esse tipo de ocorrência na delegacia. A gente só fica triste porque isso macula a imagem de um servidor que não tem qualquer outro procedimento administrativo. Isso é para desviar o foco da investigação que foi feita que resultou, inclusive, na condenação das pessoas envolvidas”, pontua. Mais informações no G1 Acre

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Delegado Luis Tonini diz que denúncia não é verdadeira – Foto: Anny Barbosa

E Veja Também no 3 de Julho Notícias

Veja o Vídeo Abaixo: Vereadora Neiva Badotti – “Não me manda recado, mais! Este tipo de recado é de quem deve, é de quem está com medo, eu vou continuar fiscalizando, denunciando doa a quem doer. Eu tenho certeza que essas denuncias não vão passar despercebidas, eu confio plenamente no Poder Judiciário na Policia Federal que não vão usar dois pesos e duas medidas para ninguém. Ninguém está acima da Lei, nem a senhora prefeita, nem o Governo do Estado e nem o presidente da República interfere na PF, não me mande mais recado!!”, concluiu a parlamentar.

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