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Em Xapuri Juiz libera mãe que trazia droga em bolsa de filha recém-nascida

O magistrado concedeu a ela benefício de responder pelo crime em liberdade, considerando as circunstâncias de a acusada não possuir antecedentes criminais e estar ainda de resguardo pós-parto e amamentando.

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O magistrado concedeu a ela benefício de responder pelo crime em liberdade, considerando as circunstâncias de a acusada não possuir antecedentes criminais e estar ainda de resguardo pós-parto e amamentando.

Por Raimare Cardoso 

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Luís Gustavo Alcalde Pinto, determinou ainda no fim de semana a soltura de uma das mulheres que foram presas em flagrante, na tarde do último sábado, 21, na BR-317, transportando para Xapuri 220 gramas de cocaína escondidos dentro da bolsa da filha recém-nascida de uma delas. Elas viajavam em um táxi que faz a rota entre Xapuri e as cidades de Brasiléia e Epitaciolândia.

As mulheres, que estavam acompanhadas de cinco crianças pequenas, adquiriram a droga na cidade boliviana de Cobija e pretendiam entregar o produto ilegal a uma terceira pessoa que aguardava em Xapuri, segundo informou o delegado titular do município, Cristiano Ferreira Bastos. Elas foram identificadas como Deusenir da Silva Sena, de 24 anos, e Lenira Diogo da Silva, de 20 anos.

Depois de feitos os procedimentos de praxe pela Delegacia Geral de Polícia de Xapuri, o magistrado concedeu a Deusenir o benefício de responder ao crime em liberdade, considerando as circunstâncias de ela não possuir antecedentes criminais e estar ainda de resguardo pós-parto e amamentando. Ela é mãe de outras três das cinco crianças que estavam no táxi que as traziam a Xapuri.

Já Lenira Diogo da Silva, 20 anos e mãe de uma garota de 5, que também estava no carro quando ocorreu a apreensão, continua à disposição da justiça em uma das celas da delegacia de Xapuri. Ela é mulher de Luciano Pinheiro da Silva, condenado no dia 12 de abril do ano de 2012 a cumprir uma pena de 8 anos de reclusão pelo crime de tráfico de drogas.

Luciano está foragido da justiça desde o ano passado, quando se livrou de uma tornozeleira eletrônica depois de ser liberado para passar o fim de ano com a família e não mais retornar ao presídio de Rio Branco. A polícia acredita que a droga apreendida no último sábado tenha sido repassada por ele às duas mulheres que deveriam entregar o produto a um irmão de Luciano.

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Inquérito apura suposta violência sexual contra menores dentro de delegacia na cidade de Epitaciolândia

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Policial é investigado por suposta violência sexual contra menores dentro de delegacia no interior do Acre – Foto: Alexandre Lima

O delegado-geral da Polícia Civil, Josemar Portes, publicou nesta terça-feira (26) a abertura de um processo administrativo disciplinar contra um policial civil da cidade de Epitaciolândia, que teria cometido suposta violência sexual contra uma indígena e uma menor dentro da delegacia da cidade.

O caso teria ocorrido no ano passado e a denúncia foi feita por duas menores envolvidas na morte de uma adolescente no ano passado. As duas estavam apreendidas na cela da delegacia pelo crime.

O corpo da menor foi achado pela Polícia Civil de Epitaciolândia na noite de 11 de agosto do ano passado em uma área de mata. O crime teria ocorrido no dia anterior, dia 10. A vítima foi atraída até o local, morta com um tiro de escopeta e o crime foi filmado.

Na época, dois homens foram presos, entre eles um monitorado por tornozeleira eletrônica que seria um dos mandantes do crime, e três menores, com idades entre 14 e 17 anos, foram apreendidos. A arma usada para matar a menor, uma escopeta, também foi apreendida.

A motivação para o crime, apontada pela polícia e confirmada durante o julgamento, seria porque a menor fazia parte de uma facção criminosa e queria entrar na facção dos suspeitos para repassar informações. A menina morava em Brasileia, cidade vizinha, e tinha saído com outras duas menores para passar a noite na casa de um dos suspeitos, em Epitaciolândia.

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Em agosto deste ano, quatro acusados de matar a adolescente de 13 anos foram condenados a mais de 100 anos de prisão em regime inicial fechado. A quadrilha foi condenada por um júri popular realizado no último dia 12 e que durou quase 15 horas.

‘Fato inverídico’, diz delegado

No decreto, Portes cria uma comissão para apurar a denúncia feita pelas menores apreendidas. O prazo regular para instrução será de 60 dias, podendo ser prorrogado pelo mesmo período.

O delegado da cidade, Luis Tonini, saiu em defesa do servidor e disse que, por estarem envolvidas em um crime de grande repercussão na região, as menores fizeram a denúncia como forma de desvirtuar a ocorrência que foi grave e tirá-las do foco.

“Tenho plena convicção que esse fato é inverídico. Tudo isso não passa de falácia, mas, logicamente, é o trabalho da administração da Polícia Civil de investigar até mesmo para constatar a inocência do servidor. No dia da apreensão dessas menores, nossas diligências terminaram bem tarde e não teve esse tipo de ocorrência na delegacia. A gente só fica triste porque isso macula a imagem de um servidor que não tem qualquer outro procedimento administrativo. Isso é para desviar o foco da investigação que foi feita que resultou, inclusive, na condenação das pessoas envolvidas”, pontua. Mais informações no G1 Acre

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Delegado Luis Tonini diz que denúncia não é verdadeira – Foto: Anny Barbosa

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Veja o Vídeo Abaixo: Vereadora Neiva Badotti – “Não me manda recado, mais! Este tipo de recado é de quem deve, é de quem está com medo, eu vou continuar fiscalizando, denunciando doa a quem doer. Eu tenho certeza que essas denuncias não vão passar despercebidas, eu confio plenamente no Poder Judiciário na Policia Federal que não vão usar dois pesos e duas medidas para ninguém. Ninguém está acima da Lei, nem a senhora prefeita, nem o Governo do Estado e nem o presidente da República interfere na PF, não me mande mais recado!!”, concluiu a parlamentar.

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