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Durante Operação Hórus, Polícia Militar apreende arma de fogo e drogas em Rio Branco

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PMAC – Militares do Grupo de Intervenção Rápida Ostensiva (GIRO), durante o serviço operacional do dia 05 de outubro, apreenderam uma arma de fogo e desarticularam um ponto de venda de drogas em Rio Branco. A ação faz parte da Operação Hórus, do Ministério da Justiça, e ocorreu em lugares distintos da capital.

A primeira ocorrência se deu no bairro Sétimo BEC, quando os militares se encontravam em patrulhamento e avistaram dois cidadãos correndo, segurando um objeto na cintura. A equipe imediatamente realizou a abordagem e encontrou um revólver calibre 22, que, segundo os autores, era para o cometimento de roubo na região.

O segundo fato ocorreu no bairro Ayrton Senna, pertencente ao complexo de bairros que formam a Baixada da Sobral. A equipe realizou uma abordagem a duas cidadãs, sendo encontrado com elas: 18 papelotes de maconha; 23 barras de Skank; 25 papelotes de pasta base de cocaína; 42 papelotes de cocaína, além de 220 reais e aparelhos celulares.

As quatro pessoas envolvidas nas ocorrências, sendo duas adultas e dois adolescentes, receberam voz de prisão e apreensão, respectivamente, e foram encaminhadas à Delegacia Central de Flagrantes (Defla), para serem tomadas as medidas cabíveis ao fato.

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Veja o Vídeo Abaixo: Deputado Edvaldo Magalhães lamentou que as escolas estão pedindo açúcar emprestado na taberna do bairro”, as três escolas situadas na cidade de Feijó não iniciaram o ano letivo por falta de organização da Secretaria de Estado de Educação (SEE) do governo Gladson Cameli. As Escola de Ensino Médio José Gurgel, por exemplo, ficou sem iniciar as atividades por falta de energia elétrica. Além disso, está faltando merenda. “Aonde tem merenda, estão servindo bolacha com ki-suco. O governo anunciou um programa que deixaria todos os alunos bem alimentados, mas não tem merenda. Não conseguiram contratar e entregar merenda para iniciar o ano letivo, diz deputado

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Operação da PF tenta prender chefe de facção que tem vida de luxo no RJ e está foragido do Acre desde 2017

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Polícia cumpre mandados no AC e mais três estados contra organização criminosa que lavava dinheiro do tráfico — Foto: Arquivo/PF-AC

A operação Héstia, da Polícia Federal, está cumprindo 47 ordens judiciais nesta quarta-feira (1) e tenta prender o principal chefe da organização criminosa, que está foragido do sistema prisional do Acre desde 2017. Adayldo de Freitas Ferreira conseguiu fugir do Hospital Santa Casa de Misericórdia, em Rio Branco, após fazer um buraco no forro do banheiro do apartamento que estava internado.

Os policiais foram até a comunidade Maré, no Rio de Janeiro, para cumprir dois mandados de prisão e dois de busca e apreensão expedidos pela Justiça acreana. No entanto, segundo a PF-AC, ao chegarem na entrada da comunidade, eles foram recebidos a tiros. Durante a ação, os policiais apreenderam um fuzil, carregadores de fuzil, uma pistola, munições, granada, drogas e rádios comunicadores.

A informação da PF-AC é que o chefe da organização criminosa ostentava uma vida de luxo na comunidade da Maré. O criminoso – apontado pelas forças de segurança pública do Acre como o mais procurado do estado – construiu um imóvel de luxo dentro da comunidade que contava com piscina e banheira de hidromassagem. Ele conseguiu fugir com ajuda de traficantes locais.

A operação deflagrada nesta quarta contou com o apoio operacional de policiais federais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes do Rio de Janeiro e de policiais militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) do estado do Rio de Janeiro.

Força-tarefa

Para combater a organização criminosa que lavava dinheiro do tráfico de drogas e que atuava em no Acre e mais três estados brasileiros, a polícia deflagrou nesta quarta-feira (1) a operação Héstia.

A ação é feita pela força-tarefa de Segurança Pública do Acre, composta pela Polícia Federal, Polícia Civil e Polícia Militar. Entre os mandados cumpridos são 37 de busca e apreensão e 10 de prisão preventiva nas cidades acreanas de Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Epitaciolândia, além do Rio de Janeiro, Natal (RN) e Boca do Acre, no Amazonas.

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A investigação começou em janeiro deste ano e revelou um esquema responsável pela administração de valores obtidos de fontes ilícitas, no caso o tráfico de drogas que eram movimentados através de empresas “laranjas”. O objetivo do grupo criminoso era ocultar bens e valores, dissimular a origem do recurso e reinserir esses valores no mercado com aparência de legalidade.

Para lavar o dinheiro, o grupo, que segundo a polícia era liderado pelo empresário acreano, Erico Batista de Souza do ramo de venda de extintores, usava sete empresas sediadas em Rio Branco, Epitaciolândia e Cruzeiro do Sul a fim de simular o funcionamento regular dos estabelecimentos e justificar os valores e bens obtidos com o lucro do tráfico interestadual de drogas. Não conseguimos contato com a defesa de Souza até última atualização desta reportagem.

Empresário acreano do ramo de venda de extintores usava sete empresas no AC para lavar dinheiro, diz PF — Foto: Arquivo pessoal

O chefe da força tarefa de segurança pública do Acre, Otávio Fonseca informou que o grupo praticava lavagem de dinheiro, pelo menos, desde 2014. Segundo ele, o primeiro ato de lavagem deles foi identificado pela transferência de um veículo de luxo de Natal para Rio Branco.

“são sete empresas de venda de extintores, duas delas fictícias, só existem no papel, cinco existem mas nossa investigação revelou que não funcionam como empresa regular, só funcionam como empresa de fachada. Elas atuavam basicamente para lavagem de dinheiro proveniente do tráfico interestadual de drogas, praticado por esse núcleo de traficantes”, informou Fonseca.

Ainda conforme a polícia, o grupo criminoso movimentou mais de R$ 43 milhões de reais em suas contas bancárias durante o período investigado, grande parte através de transações em espécie, inclusive para o exterior e investimentos em gado e imóveis. Ao todo, foram bloqueados judicialmente mais de R$ 19 milhões em bens da organização criminosa.

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Os investigados devem ser indiciados pelos crimes de integrar organização criminosa, lavagem de dinheiro e tráfico interestadual de droga.

“São apreensões vultosas, apenas uma das casas possui valor aproximado de R$ 2 milhões, com certeza irá ter muita repercussão dentro da organização criminosa, uma vez que irá descapitalizá-la, diminuindo seu poderio econômico. A gente acredita que há muitos anos já vinham operando aqui dentro de Rio Branco, com remessas de drogas para outros estados da federação, tanto que conseguiram criar um patrimônio vultoso, são fazendas grandes, avaliadas em mais de R$ 5 milhões, já com rebanho dentro, que ainda irá elevar ainda mais o valor dessas apreensões”, afirmou o delegado de Polícia Civil, Pedro Buzolin. Por G1 Acre.

Criminoso foragido do Acre vivia vida de luxo no Rio de Janeiro, diz Polícia Federal — Foto: Arquivo/PF-AC

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Veja o Vídeo Abaixo: A presidente do SINTEAC Rosana Nascimento, falando sobre o Abono da rede municipal de Rio Branco.. “É o governador Gladson Cameli e suas presepadas…ele não respeita a Educação do Estado, não respeita os professores…ele nem sabe os valores que serão pagos.. nós estamos pedindo esse abano e o governo e a secretaria não nos recebe”, diz presidente do SINTEAC Rosana Nascimento.

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