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Mulher acusa tribunal de forçá-la a manter um relacionamento com seu estuprador

Autor do crime chegou a solicitar o direito de visitar a criança fruto do estupro

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Autor do crime chegou a solicitar o direito de visitar a criança fruto do estupro

Um mulher está processando o Estado de Massachusetts (EUA) em um tribunal federal, acusando o poder público de forçá-la a ter um relacionamento legal com seu estuprador.

Em 2009, o jovem Jamie Melendez, então com 20 anos, estuprou a adolescente de 14 anos. O canal ABC News informou que o rapaz foi até a casa da vítima sabendo que ela estaria sozinha e a forçou a ter relações sexuais com ele.

De acordo com o jornal Huffington Post, a jovem engravidou e deu à luz o filho de Melendez. O acusado foi condenado a 16 anos de liberdade condicional pelo estupro, sob condições que incluem uma ordem do tribunal de família. A vítima afirma que essa ordem judicial “viola seus direitos federais, ligando-a a uma relação jurídica não desejada com seu estuprador” durante 16 anos.

Uma outra queixa é a de que ela não pode decidir se quer ou não participar destes processos judiciais familiares sem correr o risco de perder a custódia do filho.

Em 2012, após ser condenado a pagar pensão alimentícia, Melendez chegou a solicitar o direito de visitar a criança.

Seu pedido levou um representante do governo a iniciar um projeto de lei que propõe colocar fim às relações jurídicas entre um estuprador e o filho concebido durante o crime.

Atualmente, autores de estupro tem essa prerrogativa em 31 Estados americanos.

Melendez

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Fonte-DO-R7

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Cão rasga colchonete e dona encontra absorventes usados em vez de espuma: ‘Raiva e revolta’

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Cachorro rasga colchonete de sua cama e dona descobre que no lugar de espuma, ela estava preenchida com absorventes usados, no Vale do Ribeira — Foto: Arquivo Pessoal

Uma estudante de enfermagem descobriu que o colchonete que comprou para o cachorro dela dormir estava preenchido com absorventes, fraldas e embalagens usadas após o animal rasgar o estofado dele. A jovem afirma ter comprado a cama para pet em um supermercado na cidade de Sete Barras, no Vale do Ribeira.

A estudante Hamana Akutsu, de 24 anos, contou que ficou surpresa ao descobrir que o preenchimento do colchonete, que adquiriu há quatro meses, na realidade era feito com materiais descartados. “Compramos achando que era feito de espuma como os anteriores que sempre tivemos”.

Hamana afirma que seu cachorro, Rock, utilizava um colchonete antigo na época da compra e, na manhã da última quarta-feira (9), ele começou a dormir com o colchonete em questão. Na última sexta-feira (11), ele acabou rasgando o acolchoado da cama e puxou o seu preenchimento. “Primeiro pensamos que fossem sacolas plásticas, mas quando chegamos mais perto para recolher, vimos que se tratava de uma mistura de embalagens de absorventes, absorventes e protetores diários usados”.

Segundo a estudante, o colchonete não possui marca alguma, somente a estampa. Ela acredita que no momento em que seu cachorro rasgou a cama, o nome da marca tenha sido perdido.

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No entanto, Hamana prefere não divulgar o nome do mercado, já que a nota fiscal foi perdida após tanto tempo ter se passado após a compra. “Nós não formalizamos a denúncia porque até mesmo a dona do mercado pode não saber que o produto foi feito assim”, conta.

“A minha indignação é o fato de um produto pet estar sendo vendido sendo que foi feito de material de produto íntimo e, acima de tudo, sujo. Se o meu cachorro não rasgasse nunca saberíamos do que o tal colchonete é feito”, disse. Rocky teve vômitos durante a noite da última quinta-feira (10), no mesmo dia em que começou a rasgar o colchonete pelas laterais.

Para Hamana, é um descaso a forma como tratam o animal, mesmo com o avanço das leis de proteção. “Nós como consumidores e donos de pets, ao adquirir um produto que deveria proporcionar conforto aos animais, nos deparamos com um produto feito desta forma, com esses materiais que põe em risco nós da família e os animais que ali utilizam”.

“Foi um misto de raiva e revolta diante da situação, pois prezamos pela saúde e bem-estar animal e produtos destinados para pets são vendidos feitos com lixos expondo o animal e seus donos ao risco de contaminação”. Por G1 São Paulo.

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Lixo que preenchia colchonete para pets, comprado em um mercado de Sete Barras, no Vale do Ribeira. — Foto: Arquivo Pessoal

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