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Idosa de 61 anos é presa por não pagar pensão aos netos na Bahia

Uma idosa de 61 anos, que está desempregada e não recebe aposentadoria, está presa na Bahia por atraso no pagamento da pensão alimentícia dos dois netos.

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Uma idosa de 61 anos, que está desempregada e não recebe aposentadoria, está presa na Bahia por atraso no pagamento da pensão alimentícia dos dois netos.

Trabalhadora rural Benedita Conceição dos Santos está presa desde o dia 11 deste mês

Trabalhadora rural Benedita Conceição dos Santos está presa desde o dia 11 deste mês

A trabalhadora rural Benedita Conceição dos Santos está desde o último dia 11 detida em uma das celas da delegacia de Posto da Mata, distrito do município de Nova Viçosa (911 km de Salvador), no extremo sul da Bahia. 

A lei determina que a pensão alimentícia deverá ser paga pelo pai ou pela mãe que não está com a guarda dos filhos. Se o pagamento não for feito, os avós serão os responsáveis pela dívida.

Desde 2013, Benedita pagava a pensão dos netos por decisão judicial. 

Ela foi presa após o juiz substituto de Nova Viçosa, Willian Bosaneri Araujo, expedir um mandado de prisão, em dezembro, por atraso na pensão alimentícia de dois netos da agricultora.

O saldo devedor atingiu o valor de R$ 4.417,36 em maio de 2014 quando a mãe das crianças, Elizângela Santos Rodrigues, informou à Justiça que o pagamento não estava sendo feito. O documento informa que a prisão vigorará por 60 dias ou até a quitação da dívida.

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Benedita mora no distrito de Argolo, zona rural de Nova Viçosa, em uma casa humilde com o companheiro Valdemar da Paz, 79, que é aposentado. Ele não é avô dos netos de Benedita. Na casa sequer há geladeira e a idosa disse que não tem condições de pagar a dívida.

O casal ainda cria uma das netas de Benedita, que tem 10 anos.

Em 2013, a idosa foi obrigada a arcar com a pensão alimentícia dos dois netos porque o filho dela estava desempregado.

“Eu estava pagando, me botaram na Justiça, aí me levaram. Quando chegou lá eu falei: enquanto eu estiver trabalhando eu vou pagar pensão agora depois que eu parar eu não vou pagar mais não”, disse Benedita em entrevista ao “Bom Dia Brasil”, da TV Globo”.

O pai das crianças mora no Rio de Janeiro e chegou na última quarta-feira para tentar fazer um acordo com a Justiça para que Benedita seja libertada.

“Eu estava sem trabalho. Agora que eu consegui trabalho. Mas a mãe também tem que entender que estou tentando fazer um acordo”, justificou o filho de Benedita, em entrevista ao “Bom Dia Brasil”. Ele pediu para não ser identificado.

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O UOL tentou contato com o juiz Willian Bosaneri Araujo, nesta sexta-feira (20), no fórum de Nova Viçosa, mas não conseguiu.

Aliny Gama: Do UOL, em Maceió

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“Corrijo erros de Deus”, diz cirurgião que já fez 320 mudanças de sexo, as cirurgias foram para transformar corpos masculinos em femininos

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O cirurgião Kim Seok-Kwun com um paciente em seu consultório (Foto: Ahn Young-joon/AP)

Conhecido como o “pai dos transgêneros sul-coreanos”, o médico Kim Seok-Kwun desafia os costumes conservadores de seu país. Ele já fez mais de 320 cirurgias de mudança de sexo em sua carreira – acredita-se que seja o maior número de operações desse tipo feitas por um único médico na Coreia do Sul. Cerca de 210 dessas cirurgias foram para transformar corpos masculinos em femininos.

Kim é cirurgião plástico no Hospital Universitário Dong-A, na cidade de Busan, no sul do país. Ele se especializou em deformidades faciais e começou a fazer cirurgias de mudança de sexo em 1986, após ser procurado por vários pacientes homens usando roupas de mulher, que pediram que ele construísse vaginas para eles.

Protestante, o médico diz que inicialmente se questionou se deveria realmente fazer esse tipo de procedimento. Seu pastor foi contra. Amigos e colegas de trabalho brincaram que ele iria para o inferno.

“Decidi desafiar a vontade de Deus”, diz Kim, de 61 anos, em uma entrevista logo antes de operar um monge budista que nasceu mulher, mas toma hormônios e vive como homem há muitos anos. “No início, eu pensei muito se deveria fazer essas operações porque pensava se estaria desafiando a vontade de Deus. Mas meus pacientes precisavam das cirurgias desesperadamente. Sem isso, eles se matariam”, diz. Ele acredita estar corrigindo o que ele chama de “erros de Deus”.

Agora, Kim afirma ser um profissional realizado por ajudar pessoas que se sentem aprisionadas no corpo errado. A cirurgia do monge, que não quis dar entrevista, durou 11 horas.

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A cantora, atriz e modelo sul-coreana Harisu, uma das pacientes do Dr. Kim Seok-Kwun (Foto: Ahn Young-joon/AP)

Cantora transexual

A maioria dos pacientes de Kim tem cerca de 20 anos. As cirurgias para transformar homens em mulheres custam de US$ 10 mil (cerca de R$ 22,7 mil) a US$ 14 mil (cerca de R$ 31,8 mil). O procedimento oposto, mais complexo, custa cerca de US$ 29 mil (R$ 65,8 mil).

Sua cliente mais conhecida é a mais famosa transexual do país, a cantora, modelo e atriz Harisu. Segundo ela, a dor que sentiu após a cirurgia que a transformou em mulher em 1995 era “como se um martelo estivesse batendo em seus genitais”. Mas dias depois, ao deixar o hospital, ela se sentiu renascida.

Kim é um pioneiro na lenta mudança na visão sobre sexualidade e gênero na Coreia do Sul, onde mesmo discussões básicas sobre sexo são um tabu para muita gente.

Mas a situação vem mudando. Filmes e seriados com personagens gays se tornaram famosos. Um ator que já foi banido do show business por ser homossexual voltou a trabalhar. Um conhecido diretor de cinema fez uma cerimônia simbólica para se unir ao seu parceiro – o casamento gay não é reconhecido na Coreia do Sul.

Antes de operar seus pacientes, Kim pede que eles tenham o testemunho de ao menos dois psiquiatras afirmando que há transtorno de identidade de gênero. Eles também são orientados a viver por ao menos um ano usando roupas do gênero oposto e a conseguir a aprovação dos pais.

Muitos pacientes veem a operação como uma questão de vida ou morte. Antes da cirurgia, Harisu assinou um termo afirmando ter conhecimento de que poderia morrer durante o procedimento – apesar de Kim dizer que isso nunca aconteceu com nenhum de seus pacientes. “Se eu continuasse vivendo como um homem, eu já estaria morto, de qualquer forma”, diz Harisu. “Eu já era mulher, exceto pelos meus genitais. Eu sou uma mulher, então eu queria viver como uma.” Veja mais no G1 Globo

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O médico Kim Seok-Kwun em uma cirurgia de mudança de sexo (Foto: Ahn Young-joon/AP)

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Veja o Vídeo Abaixo: Deputado Neném Almeida mais uma vez voltou a falar do Cadastro de Reserva da Polícia Civil que aguarda sua convocação desde 2015, ao adotar esta causa como bandeira de luta, o deputado vem cobrando frequentemente, que o governador Gladson Cameli se manifeste e cumpra sua promessa de campanha que ele fez em convocar os mesmo. O parlamentar afirmou que o governador Gladson Cameli cometeu crime de campanha quando assinou um documento dizendo que se eleito fosse (e foi), chamaria o cadastro de reserva da Policia Civil (e não chamou).

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