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Homem é preso após assaltar estudantes e roubar até beijo

“Quando eu estava subindo no ônibus, eles puxaram a minha bolsa. Eu tentei lutar contra eles para eu ficar com a bolsa,

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Quando eu estava subindo no ônibus, eles puxaram a minha bolsa. Eu tentei lutar contra eles para eu ficar com a bolsa,

Jessé de Oliveira dos Santos

Jessé de Oliveira dos Santos

Um homem foi preso nesta quarta-feira (04), suspeito de assaltar estudantes e moradores no bairro Jardim da Penha e na Praia do Canto, em Vitória.

e acordo com a polícia, Jessé de Oliveira dos Santos abordava as vítimas normalmente nos pontos de ônibus, e estava sempre de bicicleta e com um canivete. Segundo uma das vítimas, estudante de uma escola do bairro Jardim da Penha, o homem não estava sozinho.

“Quando eu estava subindo no ônibus, eles puxaram a minha bolsa. Eu tentei lutar contra eles para eu ficar com a bolsa, mas eu não consegui porque o motorista estava fechando a porta. O meu celular estava na cintura e liguei para a polícia dizendo que tinha sido assaltada”, relata.

Segundo informações dos estudantes, os assaltos aconteciam por volta das 22h, quando os alunos seguem para casa. A principal reclamação dos jovens é de que a noite, as ruas são muito escuras e falta policiamento.

De acordo com uma jovem, somente em uma semana, quase vinte estudantes foram vitimas. As estudantes contam que o bandido roubava sempre celulares, dinheiro, as mochilas e até beijo. Durante os assaltos, o criminoso obrigava algumas jovens a beijarem ele na boca.

“Me falaram que ele estava de moto, no ponto onde eu fico. Ele pediu a uma menina o celular e ela não quis dar. Ele pegou o celular da cintura dela e pediu um beijo. Ela teve que dar senão ele iria levá-la também”, conta.

De acordo com o Subtenente Teixeira, da 4ª Companhia do 4º Batalhão em Goiabeiras, o suspeito foi localizado através de uma vítima.

“Essa pessoa veio até a Companhia e registrou um boletim de ocorrência. Ela falou e comentou o que tinha acontecido. Nesse momento, ela disse que o celular dela poderia ser rastreado. Eu consegui rastrear o celular pela internet e estava localizado no bairro Andorinha. Fui até o local para deter o cidadão, que desde sexta-feira até ontem, cometeu pelo menos 18 roubos em Jardim da Penha e na Praia do Canto”, explica.

Ainda de acordo com o Subtenente, várias rondas são feitas na região.

“O policiamento em Jardim da Penha é feito com viaturas e com moto-patrulha. A gente tem um efetivo muito bom de policiais no local, patrulhando todo o bairro de Jardim da Penha. As ruas onde acontecem esses pequenos furtos de celulares, a pessoas e no comércio, a gente tem viatura fazendo preventivo no local”, afirma.

Fonte-R7

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Cão rasga colchonete e dona encontra absorventes usados em vez de espuma: ‘Raiva e revolta’

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Cachorro rasga colchonete de sua cama e dona descobre que no lugar de espuma, ela estava preenchida com absorventes usados, no Vale do Ribeira — Foto: Arquivo Pessoal

Uma estudante de enfermagem descobriu que o colchonete que comprou para o cachorro dela dormir estava preenchido com absorventes, fraldas e embalagens usadas após o animal rasgar o estofado dele. A jovem afirma ter comprado a cama para pet em um supermercado na cidade de Sete Barras, no Vale do Ribeira.

A estudante Hamana Akutsu, de 24 anos, contou que ficou surpresa ao descobrir que o preenchimento do colchonete, que adquiriu há quatro meses, na realidade era feito com materiais descartados. “Compramos achando que era feito de espuma como os anteriores que sempre tivemos”.

Hamana afirma que seu cachorro, Rock, utilizava um colchonete antigo na época da compra e, na manhã da última quarta-feira (9), ele começou a dormir com o colchonete em questão. Na última sexta-feira (11), ele acabou rasgando o acolchoado da cama e puxou o seu preenchimento. “Primeiro pensamos que fossem sacolas plásticas, mas quando chegamos mais perto para recolher, vimos que se tratava de uma mistura de embalagens de absorventes, absorventes e protetores diários usados”.

Segundo a estudante, o colchonete não possui marca alguma, somente a estampa. Ela acredita que no momento em que seu cachorro rasgou a cama, o nome da marca tenha sido perdido.

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No entanto, Hamana prefere não divulgar o nome do mercado, já que a nota fiscal foi perdida após tanto tempo ter se passado após a compra. “Nós não formalizamos a denúncia porque até mesmo a dona do mercado pode não saber que o produto foi feito assim”, conta.

“A minha indignação é o fato de um produto pet estar sendo vendido sendo que foi feito de material de produto íntimo e, acima de tudo, sujo. Se o meu cachorro não rasgasse nunca saberíamos do que o tal colchonete é feito”, disse. Rocky teve vômitos durante a noite da última quinta-feira (10), no mesmo dia em que começou a rasgar o colchonete pelas laterais.

Para Hamana, é um descaso a forma como tratam o animal, mesmo com o avanço das leis de proteção. “Nós como consumidores e donos de pets, ao adquirir um produto que deveria proporcionar conforto aos animais, nos deparamos com um produto feito desta forma, com esses materiais que põe em risco nós da família e os animais que ali utilizam”.

“Foi um misto de raiva e revolta diante da situação, pois prezamos pela saúde e bem-estar animal e produtos destinados para pets são vendidos feitos com lixos expondo o animal e seus donos ao risco de contaminação”. Por G1 São Paulo.

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Lixo que preenchia colchonete para pets, comprado em um mercado de Sete Barras, no Vale do Ribeira. — Foto: Arquivo Pessoal

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Veja o Vídeo Abaixo: A vereadora Neiva Badotti fez um pequeno desabafo a respeito do desgoverno de Gladson Cameli, os inúmeros descasos vão desde a saúde até a educação na região do Alto Acre. A princípio, a parlamentar falou a respeito da irresponsabilidade com o pagamento dos servidores terceirizados que até o momento não receberam nenhum pagamento em 2022, onde na ocasião a empresa joga a culpa para o governo e o governo joga a culpa para a empresa e quem fica prejudicado com reação a sua subsistência, sem alimentação, sem poder honrar os seus compromissos.

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