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Doente mental mata um bebê e deixa outro ferido em Palmeira dos índios

Doente mental mata um bebê e deixa outro gravemente ferido e depois morre após ser linchado

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Doente mental mata um bebê e deixa outro gravemente ferido e depois morre após ser linchado

CRIANÇAS AGREDIDAS PELO TIO

CRIANÇAS AGREDIDAS PELO TIO

Na noite deste último sábado (28) uma criança foi morta e outra ficou gravemente ferida após serem atacadas a pauladas pelo próprio tio de 17 anos que tinha problemas mentais.

O fato ocorreu na residência da avó das crianças localizada na rua Adelaide Carvalho do Nascimento no loteamento Padre Ludugero em Palmeira dos índios (140 km de Maceió).

mãeDe acordo com as primeiras informações da Polícia Militar, a mãe das crianças identificada como Fabiana Paz da Costa de 19 anos teria ido a uma cavalgada juntamente com sua mãe e deixou os filhos a cuidados do tio de 17 anos que tinha problemas mentais.

A suspeita é de que quando as crianças dormiam o tio teve um surto onde acabou agredindo com um pedaço de madeira atingindo várias vezes a cabeça das vítimas.

As crianças foram encontradas ensanguentadas em cima da cama e chegaram a ser socorridas por uma equipe do Corpo de Bombeiros, mas o bebê de apenas 01 e 04 meses não resistiu aos ferimentos e morreu na Unidade de pronto Atendimento (UPA) enquanto o outro de 02 anos e 09 meses foi transferido em estado grave para a Unidade de Emergência (UE) em Arapiraca.

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Após o crime a população revoltada localizou o acusado que estava escondido em um matagal e o espancou até a chegada da polícia no local.

Em seguida o adolescente foi socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em estado grave ao hospital local, mas não resistiu e morreu após dar a entrada na unidade médica. A mãe das vítimas foi encaminhada para a delegacia regional para prestar depoimentos.

O juiz plantonista Geneir Marques de Carvalho Filho da Comarca de Palmeira dos índios decretou a prisão preventiva de Fabiana da Paz onde foi acusada por abandono de incapaz. O caso está sendo investigado pela Delegacia Regional de Palmeira dos índios.

AS CRIANÇAS DORMIAM QUANDO FORAM AGREDIDAS

AS CRIANÇAS DORMIAM QUANDO FORAM AGREDIDAS

Jerry Mesquita: portalplantaopolicial.com

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“Corrijo erros de Deus”, diz cirurgião que já fez 320 mudanças de sexo, as cirurgias foram para transformar corpos masculinos em femininos

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O cirurgião Kim Seok-Kwun com um paciente em seu consultório (Foto: Ahn Young-joon/AP)

Conhecido como o “pai dos transgêneros sul-coreanos”, o médico Kim Seok-Kwun desafia os costumes conservadores de seu país. Ele já fez mais de 320 cirurgias de mudança de sexo em sua carreira – acredita-se que seja o maior número de operações desse tipo feitas por um único médico na Coreia do Sul. Cerca de 210 dessas cirurgias foram para transformar corpos masculinos em femininos.

Kim é cirurgião plástico no Hospital Universitário Dong-A, na cidade de Busan, no sul do país. Ele se especializou em deformidades faciais e começou a fazer cirurgias de mudança de sexo em 1986, após ser procurado por vários pacientes homens usando roupas de mulher, que pediram que ele construísse vaginas para eles.

Protestante, o médico diz que inicialmente se questionou se deveria realmente fazer esse tipo de procedimento. Seu pastor foi contra. Amigos e colegas de trabalho brincaram que ele iria para o inferno.

“Decidi desafiar a vontade de Deus”, diz Kim, de 61 anos, em uma entrevista logo antes de operar um monge budista que nasceu mulher, mas toma hormônios e vive como homem há muitos anos. “No início, eu pensei muito se deveria fazer essas operações porque pensava se estaria desafiando a vontade de Deus. Mas meus pacientes precisavam das cirurgias desesperadamente. Sem isso, eles se matariam”, diz. Ele acredita estar corrigindo o que ele chama de “erros de Deus”.

Agora, Kim afirma ser um profissional realizado por ajudar pessoas que se sentem aprisionadas no corpo errado. A cirurgia do monge, que não quis dar entrevista, durou 11 horas.

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A cantora, atriz e modelo sul-coreana Harisu, uma das pacientes do Dr. Kim Seok-Kwun (Foto: Ahn Young-joon/AP)

Cantora transexual

A maioria dos pacientes de Kim tem cerca de 20 anos. As cirurgias para transformar homens em mulheres custam de US$ 10 mil (cerca de R$ 22,7 mil) a US$ 14 mil (cerca de R$ 31,8 mil). O procedimento oposto, mais complexo, custa cerca de US$ 29 mil (R$ 65,8 mil).

Sua cliente mais conhecida é a mais famosa transexual do país, a cantora, modelo e atriz Harisu. Segundo ela, a dor que sentiu após a cirurgia que a transformou em mulher em 1995 era “como se um martelo estivesse batendo em seus genitais”. Mas dias depois, ao deixar o hospital, ela se sentiu renascida.

Kim é um pioneiro na lenta mudança na visão sobre sexualidade e gênero na Coreia do Sul, onde mesmo discussões básicas sobre sexo são um tabu para muita gente.

Mas a situação vem mudando. Filmes e seriados com personagens gays se tornaram famosos. Um ator que já foi banido do show business por ser homossexual voltou a trabalhar. Um conhecido diretor de cinema fez uma cerimônia simbólica para se unir ao seu parceiro – o casamento gay não é reconhecido na Coreia do Sul.

Antes de operar seus pacientes, Kim pede que eles tenham o testemunho de ao menos dois psiquiatras afirmando que há transtorno de identidade de gênero. Eles também são orientados a viver por ao menos um ano usando roupas do gênero oposto e a conseguir a aprovação dos pais.

Muitos pacientes veem a operação como uma questão de vida ou morte. Antes da cirurgia, Harisu assinou um termo afirmando ter conhecimento de que poderia morrer durante o procedimento – apesar de Kim dizer que isso nunca aconteceu com nenhum de seus pacientes. “Se eu continuasse vivendo como um homem, eu já estaria morto, de qualquer forma”, diz Harisu. “Eu já era mulher, exceto pelos meus genitais. Eu sou uma mulher, então eu queria viver como uma.” Veja mais no G1 Globo

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O médico Kim Seok-Kwun em uma cirurgia de mudança de sexo (Foto: Ahn Young-joon/AP)

E Veja Também no 3 de Julho Notícias

Veja o Vídeo Abaixo: Deputado Neném Almeida mais uma vez voltou a falar do Cadastro de Reserva da Polícia Civil que aguarda sua convocação desde 2015, ao adotar esta causa como bandeira de luta, o deputado vem cobrando frequentemente, que o governador Gladson Cameli se manifeste e cumpra sua promessa de campanha que ele fez em convocar os mesmo. O parlamentar afirmou que o governador Gladson Cameli cometeu crime de campanha quando assinou um documento dizendo que se eleito fosse (e foi), chamaria o cadastro de reserva da Policia Civil (e não chamou).

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