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Arte macabra: no passado era costume ser fotografado com os mortos

Confira algumas imagens da Era Vitoriana que retratam pessoas falecidas.

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Confira algumas imagens da Era Vitoriana que retratam pessoas falecidas.

Fonte da imagem: io9

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Se você é fã de filmes de terror, é possível que você tenha assistido ao interessante “Os Outros”, que foi lançado em 2001 e contava com Nicole Kidman no elenco. Durante uma das assustadoras passagens do longa, um dos personagens folheia um álbum de fotografias repleto de retratos de pessoas mortas. Você se lembra dessa parte?

Pois se você pensava que essa particularidade não passava de mais um elemento horripilante do roteiro, saiba que, na verdade, fotografar e ser fotografado com os mortos era uma tradição — muito sinistra, diga-se de passagem! — da Era Vitoriana. O costume surgiu com o advento da fotografia, uma novidade que permitiu que as pessoas da época encontrassem uma forma de imortalizar e ter uma recordação de seus entes queridos.

Os retratos eram um luxo pelo qual maioria da população não podia pagar com frequência, portanto, alguns deles se tornaram os únicos registros de reuniões familiares ou até a única fotografia existente da pessoa recém-falecida. Devido ao alto índice de mortalidade infantil da época, muitos desses retratos trazem crianças e bebês, mas não faltam imagens de adultos e idosos.

Arte macabra

Fonte da imagem: Reprodução/io9

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No início, a fotografia post mortem retratava as pessoas deitadas — muitas vezes em seus caixões —, mas logo os fotógrafos foram se tornando mais criativos e passaram a clicar os defuntos em poses que simulavam situações cotidianas. Para isso, eram utilizadas estruturas de suporte e artimanhas mirabolantes para manter os corpos em determinadas posições ou com os olhos abertos, por exemplo, como você pode ver na imagem logo acima.

A seguir, você poderá conferir alguns exemplos dessas fotografias sinistras, e esperamos que elas não causem nenhum pesadelo! Aliás, leitor, não deixe de contar para a gente nos comentários o que você acha desse estranho costume macabro.

1 – Família

Fonte da imagem: Reprodução/Desvelado y Aburrido

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2 – Dormindo

Fonte da imagem: Reprodução/Desvelado y Aburrido

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3 – Irmãs

Fonte da imagem: Reprodução/Desvelado y Aburrido

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4 – Entre anjos

Fonte da imagem: Reprodução/Desvelado y Aburrido

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5 – Bonecas

Fonte da imagem: Reprodução/Desvelado y Aburrido

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6 – Jovem

Fonte da imagem: Reprodução/io9

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7 – Bebê

Fonte da imagem: Reprodução/io9

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8 – Reunião familiar

Fonte da imagem: Reprodução/io9

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9 – Qual das duas?

Fonte da imagem: Reprodução/io9

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FonteLISTVERSE Desvelado y Aburrido io9

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Cão rasga colchonete e dona encontra absorventes usados em vez de espuma: ‘Raiva e revolta’

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Cachorro rasga colchonete de sua cama e dona descobre que no lugar de espuma, ela estava preenchida com absorventes usados, no Vale do Ribeira — Foto: Arquivo Pessoal

Uma estudante de enfermagem descobriu que o colchonete que comprou para o cachorro dela dormir estava preenchido com absorventes, fraldas e embalagens usadas após o animal rasgar o estofado dele. A jovem afirma ter comprado a cama para pet em um supermercado na cidade de Sete Barras, no Vale do Ribeira.

A estudante Hamana Akutsu, de 24 anos, contou que ficou surpresa ao descobrir que o preenchimento do colchonete, que adquiriu há quatro meses, na realidade era feito com materiais descartados. “Compramos achando que era feito de espuma como os anteriores que sempre tivemos”.

Hamana afirma que seu cachorro, Rock, utilizava um colchonete antigo na época da compra e, na manhã da última quarta-feira (9), ele começou a dormir com o colchonete em questão. Na última sexta-feira (11), ele acabou rasgando o acolchoado da cama e puxou o seu preenchimento. “Primeiro pensamos que fossem sacolas plásticas, mas quando chegamos mais perto para recolher, vimos que se tratava de uma mistura de embalagens de absorventes, absorventes e protetores diários usados”.

Segundo a estudante, o colchonete não possui marca alguma, somente a estampa. Ela acredita que no momento em que seu cachorro rasgou a cama, o nome da marca tenha sido perdido.

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No entanto, Hamana prefere não divulgar o nome do mercado, já que a nota fiscal foi perdida após tanto tempo ter se passado após a compra. “Nós não formalizamos a denúncia porque até mesmo a dona do mercado pode não saber que o produto foi feito assim”, conta.

“A minha indignação é o fato de um produto pet estar sendo vendido sendo que foi feito de material de produto íntimo e, acima de tudo, sujo. Se o meu cachorro não rasgasse nunca saberíamos do que o tal colchonete é feito”, disse. Rocky teve vômitos durante a noite da última quinta-feira (10), no mesmo dia em que começou a rasgar o colchonete pelas laterais.

Para Hamana, é um descaso a forma como tratam o animal, mesmo com o avanço das leis de proteção. “Nós como consumidores e donos de pets, ao adquirir um produto que deveria proporcionar conforto aos animais, nos deparamos com um produto feito desta forma, com esses materiais que põe em risco nós da família e os animais que ali utilizam”.

“Foi um misto de raiva e revolta diante da situação, pois prezamos pela saúde e bem-estar animal e produtos destinados para pets são vendidos feitos com lixos expondo o animal e seus donos ao risco de contaminação”. Por G1 São Paulo.

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Lixo que preenchia colchonete para pets, comprado em um mercado de Sete Barras, no Vale do Ribeira. — Foto: Arquivo Pessoal

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