RIO BRANCO

Coluna do Zen

Torresmo Pururucado da Roça

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Ingredientes

1 kg de torresmo em cubos (panceta ou toicinho)

Sal

1/2 copo de óleo

Modo de Preparo

Tempere os torresmos com o sal e deixe descansar por uns 15 minutos.

Coloque um pouco de óleo numa panela e quando estiver quente, coloque os cubos do torresmo.(Tampe a panela para não emporcalhar o fogão).

Com uma colher de pau vá mexendo de vez em quando para não grudar os torresmos.

Eles vão soltar mais gordura ainda e quando estiverem opacos, com cara de que estão fritos, desligue o fogo, retire daquela gordura os torresmos e coloque-os na geladeira para esfriar. Reserve a gordura.

Quando eles esfriarem, esquente a gordura novamente e quando estiver bem quente, coloque de volta os torresmos e vá mexendo até eles pururucarem. Retire após e coloque em um recipiente com papel toalha.

Dicas do Cheff

A gordura que sobrou, guarde e prepare arroz com ela, além de ficar saboroso, ele fica soltinho.
Conte-nos como ficou sua receita, poste fotos, marque e siga-nos no instagram use a #ReceitasMeuSabor.

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Fonte: Meu Sabor
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Veja o Vídeo Abaixo: Na última semana do mês de outubro a prefeitura de Brasiléia foi surpreendida pelo bloqueio de valores nas contas municipais no valor de R$ 700.00,00 (sete mil reais) referente a recurso próprio. Esse bloqueio se deu pelo não cumprimento do pagamento de algumas parcelas do FGTS dos servidores municipais. Divida esta que vem se estendendo de gestões passadas mas que foi renegociada pela prefeita Fernanda Hassem quando assumiu o Poder Executivo. 

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Fogos de monturo e de coivara: Em 2018, um representante do que há de pior na sociedade brasileira conseguiu subir a rampa do Palácio do Planalto

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A lista de indícios da prática de ilícitos supostamente cometidos pelo presidente, seus filhos e sua curriola não é pequena – Foto: Rafael Carvalho – Equipe de transição 

Há determinadas questões que, embora delas se fale e se saiba há tempos, só ganham repercussão adequada quando veículos de mass media resolvem abordar o assunto.

É o caso do esquema de servidores fantasmas e coleta de rachadinhas, adotado pelos membros do clã Bolsonaro em seus respectivos mandatos parlamentares durante décadas. O assunto é de conhecimento público há anos. Porém, ganhou outra dimensão após a divulgação de um áudio da ex-cunhada do presidente da República, Andrea Valle, em que afirma que tanto ela quanto o irmão repassavam o equivalente a mais de 90% de seus salários de assessores parlamentares ao então deputado federal Jair Bolsonaro.

Contudo, é a CPI da Covid – embora trate de outro assunto – quem tem ajudado a manter aceso esse verdadeiro “fogo de monturo”: quanto mais se avança nas oitivas e depoimentos, mais se descobre sobre o envolvimento direto do governo no boicote à produção do imunizante sino-brasileiro CoronaVac; sobre a omissão na aquisição do equivalente inglês da Pfizer; sobre a tentativa de compra superfaturada da indiana Covaxin; e sobre o pedido de propina na aquisição de vacinas da AstraZeneca. E, à medida que tais descobertas vêm à tona, elas se aproximam cada vez mais dos Palácios do Planalto e da Alvorada.

Um exemplo recente foi o ocorrido na sessão da CPI da Covid da última quarta-feira, 07/07, em que o presidente da Comissão, senador Omar Aziz (PSD-AM) deu voz de prisão ao ex-diretor de logística do ministério da Saúde, Roberto Dias, investigado por suspeita de envolvimento em pedidos de propina sobre a aquisição de imunizantes. O ex-diretor teria ocupado o cargo, supostamente, por indicação do líder do governo na Câmara, deputado federal Ricardo Barros (DEM-DF). Roberto Dias era subordinado do coronel Elcio Franco, ex-secretário executivo da pasta. Esse, por sua vez, era o homem de confiança do ex-ministro, general Eduardo Pazuello, proxeneta do capitão-presidente.

A revelação de indícios do suposto envolvimento de militares da reserva que integram o governo com os esquemas de corrupção envolvendo a compra de vacinas irritou os três comandantes das Forças Armadas que, em conjunto com o ministro da Defesa, emitiram uma nota pra lá de acintosa, em tom ameaçador e intimidatório, contra o senador Aziz. Logo aqueles que são responsáveis por consumir R$ 19 bilhões ao ano só em pensões vitalícias para suas viúvas, filhas e netas querendo falar em moralidade. Um verdadeiro acinte à democracia, ao bom senso e à inteligência das pessoas.

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Além das rachadinhas e do rolo das vacinas, no super pedido de impeachment apresentado à Câmara dos Deputados, no dia 30/06, em que se reuniu os fatos e argumentos que embasaram os mais de 120 pedidos anteriores, reforçou-se ainda mais a tese de que Bolsonaro e diversos membros de sua camarilha seriam reincidentes em práticas criminosas, seja de crimes de responsabilidade, seja de crimes comuns.

A lista de indícios da prática de ilícitos supostamente cometidos pelo presidente, seus filhos e sua curriola não é pequena: Queiroz, Micheques, assessores fantasmas, rachadinhas, lavagem de dinheiro (com imóveis e lojas de chocolate), laranjal do PSL, apologia à tortura, apoio à ditadura, envolvimento com milícias, suspeita de envolvimento nos assassinatos de Marielle Franco, Anderson Gomes e Adriano da Nóbrega, interferência política na PF, Gabinete do Ódio, produção e difusão em massa de fake news, patrocínio e incitação à prática de atos anti-democráticos, orçamento paralelo e emendas extra-orçamentárias, aniquilamento das políticas indigenista e de proteção ambiental, autoritarismo, negacionismo, charlatanismo, curandeirismo, exercício ilegal da medicina, cloroquina, kit-covid, necropolítica, rolos das vacinas, aglomerações, motociatas, genocídio…

Em meio a esse cipoal de condutas ilícitas, em todos as rodadas mais recentes das séries históricas das pesquisas de avaliação presidencial e intenção de votos para 2022 (Ipec, CNT/MDA, DataPoder, XP/Ipespe e Datafolha), a popularidade de Bolsonaro derrete e as intenções de voto em Lula crescem.

Desesperado com essa queda livre, Bolsonaro vem subindo o tom das ameaças ao Estado Democrático de Direito: passou a intensificar seus questionamentos sobre a idoneidade das urnas eletrônicas, sua defesa do voto impresso e a afirmar que, sem eleições limpas, sequer haverá eleições no Brasil. A estratégia é pra lá de óbvia: está prevendo a sua derrota e já arruma justificativa para não aceitar o resultado. As reações têm sido enérgicas e de repúdio. Isso não vai dar em coisa boa.

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Fogo de monturo é uma expressão bem popular. Quando se junta um monte de entulho de origem vegetal – principalmente capim e folhagens – e nela se ateia fogo, a umidade presente nos galhos e folhas faz parecer, por vezes, que o fogo apagou. Uma pequena cutucada de vareta e as labaredas sobem como se estivessem apenas aguardando uma lufada de ar.

O fogo de monturo é traiçoeiro. Pega de surpresa. Não se pode confiar. O monturo do presidente é um verdadeiro embornal recheado de crimes, delitos e ilícitos de toda a natureza. A CPI da Covid é a vara que cavuca o monturo. Os atos de rua são a lufada de ar, que oxigena o fogo.

Esse “fogo de monturo” que, sorrateiramente, se aproxima cada vez mais do presidente, logo, logo se transformará em “fogo de coivara”: ao contrário do seu primo-irmão, esse é assaz violento. Sem um aceiro ao seu redor, ele te queima rapidinho. A queda será apenas uma questão de tempo.

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Veja o Vídeo Abaixo: A gestão do prefeito Jailson Amorim e seu vice-prefeito Pr. Nilson vem desenvolvendo ao longo destes sete meses um excelente trabalho voltado para o bem star da população e visando o desenvolvimento do município. Durante o início da gestão, houve alguns problemas que o município enfrentou como por exemplo a alagação em algumas comunidades rurais o que gerou prejuízos para os moradores. Mas apesar de tantos transtornos a prefeitura de Rodrigues Alves prestou todo o apoio às famílias atingidas, inclusive levou atendimento médico a comunidades rurais.

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