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Vítima de estupros de 13 anos está grávida do padrasto

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Vítima de estupros por dois anos, menina de 13 anos está grávida do padrasto

O homem ameaçava esfaquear a mãe e irmãos da jovem caso ela denunciasse os abusos

Redação-3dejulho

Uma menina de 13 anos denuncia que foi abusada sexualmente pelo padrasto de 42 anos e está grávida de cinco meses. O caso ocorreu em Sobradinho, região administrativa do DF.

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Ele ameaçava que ia matar a minha mãe, que ia machucá-la. Minha mãe e meus irmãos. Aí eu preferi não contar. Quando minha mãe saía para trabalhar ele cometia o ato.

A vítima relatou ainda que sofria os abusos, quase diários,  desde os 11 anos de idade. O homem levava a menina para o quarto, mas mesmo assim os irmãos chegaram a presenciar os estupros.

— Um dia eu queria ir ao banheiro e peguei os dois fazendo dentro do quarto. Aí eles se assustaram. Aí ele disse que se eu contasse para a minha mãe, ele ia matá-la esfaqueada, disse a irmã mais nova, de nove anos.

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A mãe diz que desconfiou dos abusos ao ver a filha engordando.

— A gordura não estava normal porque ela estava engordando só a barriga. Aí um dia que eu fui tomar um banho com ela, prestei bem atenção e falei com ela que ela estava era grávida e não gorda. Aí no mesmo dia ela acabou me contando.

A mãe disse que já desconfiava porque o padrasto tinha muito ciúme da jovem.

— Mas eu nunca desconfiei que era ciúme de quem estava mexendo com ela. Acho que o ciúme era medo de ela encontrar outra pessoa e contar.

A mãe disse ainda que o padrasto costumava se indignar com casos de pedofilia que via na televisão.

Após descobrir os estupros, a mãe registrou ocorrência na 13ª DP de Sobradinho. A menina fez exame de corpo de delito, mas o laudo ainda não ficou pronto.

O homem ainda não foi preso e a família teme sofrer agressões.

Fonte: R7

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Defensoria Pública se reúne com Diretoria da Unimed em busca de melhorias no atendimento infantil

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Na tarde desta quarta-feira, 18, a Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE/AC) se reuniu com a Diretoria da Unimed Rio Branco, para expor as reclamações recebidas dos usuários do atendimento prestado no único hospital de urgência e emergência infantil do estado do Acre, a Urgil, credenciada pela Unimed.

De acordo com o ofício enviado a DPE/AC pela Urgil, 95% do total de atendimentos do hospital são provenientes de usuários de planos de saúde, dos quais 70% são usuários da Unimed.

Na oportunidade, a Diretoria da Unimed, composta pelo presidente, Antônio Herbert Leite Militão, pelo vice-presidente, Marcus Vinicius Shoiti Yomura e pelo superintendente, Renato Correia da Silva, além do assessor jurídico Maurício Spada, mostrou-se sensível à problemática e se comprometeu a encontrar alternativas que não deixem as crianças que necessitem de atendimento de urgência e emergência em situação de total dependência da Urgil.

O encontro ainda possibilitou esclarecimentos sobre o modo de atuação da operadora de saúde e culminou com o agendamento de nova reunião para o dia 28 de junho, quando então a Unimed apresentará a DPE/AC medidas mais concretas para a melhoria dos serviços.

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Os defensores públicos Celso Araújo Rodrigues, do Núcleo da Cidadania, Rodrigo Chaves, do Subnúcleo de Superendividamento e Ações do Consumidor, a defensora pública Juliana Caobianco, do Subnúcleo de Direitos Humanos 1 (SDH1), a assistente do SDH1, Larissa Damasceno e as representantes dos usuários do plano de saúde, arquiteta Talita Gomes e a advogada Vanessa Facundes, demonstraram satisfação com os encaminhamentos da reunião, reiterando a necessidade de a Unimed adotar medidas céleres e efetivas que resguardem os direitos desses consumidores.

“Foi muito importante esse diálogo para reafirmamos a nossa preocupação e compromisso com nossos usuários, além de esclarecer que estamos procurando um caminho, uma solução”, disse o presidente da Unimed Rio Branco, Herbert Militão.

O defensor público Rodrigo Chaves, destacou que a instituição está à disposição para contribuir, ouvir e atuar de forma conjunta para dar mais celeridade ao caso.

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