Geral

Vítima de acidente de trânsito não recebe avaliação médica há três meses.

Dona Benedita conta que nesta terça-feira (20) esteve com o filho no Pronto Socorro

Publicados

Geral

Dona Benedita conta que nesta terça-feira (20) esteve com o filho no Pronto Socorro 

A técnica de enfermagem Benedita Melo da Silva 48 anos denunciou ontem a falta de compromisso de profissionais de saúde nos hospitais de Rio Branco envolvendo vítimas de acidentes de trânsito. Ela conta que há três meses, seu filho Zecarias Melo da Silva sofreu um acidente de moto e fraturou a perna e o braço sendo necessário passar por duas cirurgias, mas continua com o braço imobilizado com gesso sem avaliação médica.

A cirurgia no braço foi realizada no Pronto Socorro de Rio Branco, em seguida foi transferido para a Fundação hospitalar onde foi procedida a cirurgia na perna. A partir daí, conta dona Benedita, começou o seu drama na porta dos hospitais em busca de respostas para o restabelecimento de seu filho.

Ela conta que durante os três meses cirurgiado, o filho não recebeu nenhum tipo de avaliação dos médicos relacionado ao procedimento no braço e que o seu maior temor é que a qualquer momento seu organismo apresente rejeição e venha a ficar com sequelas mais grave.

Dona Benedita conta que nesta terça-feira (20) esteve com o filho no Pronto Socorro de Rio Branco em busca de uma solução para o problema do filho, mas que sua revolta aumentou ainda mais quando perguntou pelo prontuário do filho para saber o nome do médico que atendeu Zecarias no dia do acidente.

“Ele disse que não estava sabendo de nada e que era bom eu baixar o tom de voz”, conta a técnica de enfermagem revoltada com a forma que vem sendo tratada e pede providências alegando que o filho precisa trabalhar para sustentar 4 filhos.

Zecarias Melo da Silva

Zecarias Melo da Silva

Redação/Ecos da notícia

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Menina de 13 anos diz ter sido estuprada no interior do Acre.

Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Geral

Projeto Rhuamm, que cria rede de proteção de crianças e adolescentes, é lançado pela Defensoria Pública

Publicados

em

Depois de quase um ano de elaboração, articulações e formação de parcerias, o Projeto Rhuamm – Rede Humanizada de Apoio a Meninas e Meninos, coordenado pelo Núcleo da Cidadania da Defensoria Pública, foi lançado na manhã desta terça-feira, 24, reunindo representantes das instituições que atuarão em conjunto para ampliar as ações preventivas de forma a evitar o abuso e a violência praticada contra crianças e adolescentes em Rio Branco, cidade que abrigará o projeto-piloto.

O nome e a motivação para a criação do projeto vieram do caso envolvendo o menino Rhuan, morto de forma violenta em 2019 pela mãe e a namorada dela, em Brasília. A Defensoria Pública do Acre, por meio do defensor Celso Araújo Rodrigues, que hoje coordena o Núcleo de Cidadania, responsável pelo projeto, se mobilizou para trazer ao Acre o corpo da criança e apoiar a família paterna.

“A Defensoria Pública, diante de uma das suas prerrogativas, que é proteger a criança e o adolescente, criou, desenvolveu e está executando este projeto. A intenção é acolher e tratar crianças vítimas de violência. Os casos serão encaminhados ao núcleo do Projeto, principalmente pelas escolas”, explica o defensor Celso Araújo.

A defensora-geral, Simone Santiago, lembra que o projeto “nasceu naquele fim de semana trágico”. “Primeiro nasceu no coração do Dr. Celso e ele veio conversar comigo e com a Dra. Roberta e nós o abraçamos. Sabíamos que sozinhos, com nosso instrumento, não poderíamos fazer com que esse projeto alcançasse seu objetivo. Minhas palavras são de agradecimento. Sabemos que estamos no caminho certo e avisamos a sociedade de que estamos atentos, que existem vários atores que estão olhando para as crianças. Este é o nosso recado. Estamos todos abraçados por uma causa, das mais justas, que é a proteção de crianças e adolescentes”, ressaltou a defensora-geral.

Leia Também:  PM prende homem com 100 pedras de crack em Rio Branco

O Rhuamm visa estabelecer parceria com o sistema de garantia de direitos e irá capacitar profissionais envolvidos no projeto e nas escolas de ensino infantil e fundamental de Rio Branco, oferecendo também orientação aos gestores escolares e aos pais das crianças de 0 a 11 anos, público-alvo do projeto, entre outras atribuições.

Família de Rhuan participa de solenidade

Parte da família paterna de Rhuan, avós, tias e primo, compareceu ao lançamento do projeto. “Esse projeto é muito importante para as crianças. Vou morrer e ele vai ficar aí pra dar orgulho pra minha família. Espero que as escolas, as diretoras procurem conversar com as crianças, quando verem uma criança triste pra saber o que está acontecendo. Que todas as escolas façam parte desse projeto, porque é muito bom e vai dar resultado”, disse Francisco das Chagas, avô de Rhuan.

A secretária adjunta dos Direitos da Criança e do Adolescente do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Fernanda Ramos Monteiro, que participou do evento de forma virtual, apresentou projetos e ações da política nacional de prevenção à violência contra crianças e adolescentes.

Leia Também:  Em Xapuri, sindicato acusa fazendeiro de incendiar casa de seringueiro

A secretária adjunta divulgou dados que apontam a redução de 41% do número de mortes por agressão a crianças e adolescentes no Brasil em comparação à média registrada entre 2012 e 2018.

São parceiros do Projeto Rhuamm o Tribunal de Justiça do Acre, Ministério Público, Defensoria Pública da União, Ministério Público do Trabalho, Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente, Sebrae, Polícia Militar, Centro Universitário

Uninorte e Prefeitura de Rio Branco, por meio do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, SASDH, Seme, Centro Especializado de Referência em Assistência Social, Semsa, Centro Pop e Conselho Tutelar.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

EDUCAÇÃO

CONCURSO

ESPORTE

MAIS LIDAS DA SEMANA