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Veja o Vídeo: Ajude uma vida e salve a de Maria Feitosa

Veja a história de Maria Feitosa essa e a sua vida.

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Veja a história de Maria Feitosa essa e a sua vida.

Paula Alcântara com Informação do facebook de Maria Feitosa

10334316_1412126242398360_4590298059920079588_n (1)Maria Feitosa e sua família moravam no Ceará na cidade de Iara, e ela é a segunda de 9 filhos, mas buscando melhores condições de vida seu pai foi trabalhar na Bahia em Feira de Santana no ano de 1970, ele mandava o dinheiro que ganhava para se sustentarem, mas preocupada e cansada de ficar longe de seu pai, ela resolveu ir ao encontro de sua família, foram e ficaram para morar.

Veja o Vídeo Com a Historia De Maria Feitosa

Historia De Maria Feitosa

Veja o que ela fala sobre sua vida

10302114_1410959615848356_4457094895988632339_nMorávamos de aluguel em uma casa sem água encanada e para termos água em casa tínhamos que tirar de uma cisterna, e em um dia em que eu tinha 14 anos eu estava tirando água da cisterna para os afazeres de casa, girei a manivela para subir o balde com água e quando fui pegar o outro balde que estava do lado de fora ao meu lado, a manivela escapou da minha mão e bateu com muita força em minha cabeça então desmaiei no mesmo instante, meu pai me socorreu e me levou ao médico onde fiz um raio-X que não mostrou nenhuma fratura, fomos pra casa o local da pancada ficou dolorido por alguns dias mas depois passou e segui minha vida normalmente. 

10308426_1412126179065033_6466483948191424252_nO tempo passou e aos 17 anos comecei a namorar com Roque e aos 19 anos eu estava grávida, então com cinco meses de gravidez nos casamos e foi nesse período da gravidez que comecei a sentir fortes dores de cabeça o tempo passou e nosso filho Romário nasceu em 1981 e um dia eu estava dando banho em Romário que já tinha completado três meses, foi quando senti uma forte dor de cabeça e tontura, então desmaiei e só fui acordar no outro dia no hospital, fiz exames e o neurologista disse que teria que fazer uma pequena cirurgia para retirar um pedaço do osso do crânio para fazer uma biópsia, que acusou que eu tinha Displasia Fibrosa no osso do crânio. Uma doença que não tem cura mas que é tratável ao longo da vida, fiquei abalada conversei com Deus e pedi a ele, senhor me da forças para enfrentar essa batalha que acaba de entrar em minha vida.

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O tempo passou e eu segui minha vida cuidando de mim mesma e dos meus filhos e só em 1992 depois de dores insuportáveis fui ao médico fiz exames que mais uma vez constataram a necessidade de outra cirurgia, pois o osso havia crescido muito novamente, então fui orientada a ir fazer essa cirurgia em São Paulo no Hospital São Paulo, fui e fiz a cirurgia e permaneci por dois meses pra recuperação pós-cirúrgica, voltei pra minha família e fiquei fazendo acompanhamento, então em 1994 por não conseguir mais tratamento na rede publica comecei a pagar um plano de saúde pra me tratar, mas pagava com muita dificuldade, pois não aguentava mais trabalha e só contava com a aposentadoria de um salário mínimo que meu falecido marido deixou e a ajuda da minha família, então em 1995 após novos exames, constatou-se a necessidade de outra cirurgia mais complexa para retirar outro pedaço de osso maior e colocar uma placa de prótese no lugar, mais eu não tinha condições pois a cirurgia dessa vez iria ser realizada em Curitiba, a prótese era paga e o plano de saúde não cobria, e tinha os gastos com transporte e estadia para mim e para um acompanhante, dentre outros gastos.

Então minha família e a comunidade onde moro fizeram uma campanha pra arrecadar dinheiro para eu poder custear estas despesas, as doações foram pedidas de porta em porta no bairro, na Igreja, no rádio e a políticos. Concluída a campanha eu e Lidia uma amiga que se ofereceu pra ser minha acompanhante fomos pra Curitiba, fiz a cirurgia e permaneci por dois meses pra recuperação.

Voltei pra São Jose pra pegar minhas coisas imaginando como era que eu ia morar lá, fui dar noticias a D. Maria e falei pra ela que eu tinha que morar em São Paulo mas não tinha onde ficar então ela conversou com a neta dela que mora lá a Alexandra e ela ofereceu para que eu fosse morar com ela, fiquei sem palavras para tamanho gesto e serei grata pra sempre a todos que me ajudam nessa luta.

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Eu preciso da sua ajuda. Meu nome é Maria Feitosa, tenho 52 anos, moro aqui em Feira de Santana-Bahia, há 42 anos com minha família.

O motivo de eu estar aqui pedindo a sua ajuda é por que tenho uma doença chamada displasia fibrosa óssea do crânio que provoca enfraquecimento dos ossos envolvidos, crescimentos ou lesões.

Eu venho lutando contra essa doença há 32 anos com o apoio da minha família, amigos e médicos em especial o Dr. Luiz Carlos Manganello, Dr. Nelson Colombine, Dr. Rogério Fabrine, Drª.Mônica e Dr.Rodrigo, agradeço de coração a todos família e amigos que Deus colocou em minha vida e essa tem sido a minha caminhada nesses anos uma verdadeira batalha pela vida, pois buscando tratamento, morei 12 anos em São Paulo aonde fiz maioria das 32 cirurgias a que fui submetida através dos planos de saúde que já tive e sempre paguei com dificuldade.

Passei e passo por vários momentos difíceis, por depressões, vontade de desistir de lutar, quando me olho no espelho então. Toda mulher é vaidosa, gosta de cuidar de sua aparência, me dá uma tristeza quando me vejo, pois meu rosto está muito deformado devido à doença que desencadeou problemas de visão, ouvido, respiração, dentes, insônia, há momentos em que fico tão depressiva por tanta luta, tantos problemas.

Eu peguei duas bactérias hospitalares resistentes a antibióticos e esse é um dos motivos pelo qual as feridas que tenho na cabeça não cicatrizam, tenho dores de cabeça insuportáveis todos os dias, tomo vários remédios diariamente, eu moro com meus pais que são idosos e sou eu quem cuida deles e tudo que eu quero na minha vida e me tratar e ter saúde ter qualidade de vida, poder me olhar no espelho e me sentir bem e eu tenho fé em Deus que esse dia vai chegar.

Estou aqui pedindo a sua ajuda, por favor, se você puder me ajudar de alguma maneira entre em contato comigo me procure eu preciso da sua ajuda, que Deus abençoe a todos.

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Foco de raiva bovina foi detectado em Sena, onde 18 animais morreram com suspeita da doença

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Apenas um caso foi confirmado por exame de laboratório, segundo o Idaf, mas 18 animais morreram no período e a suspeita é que tenha sido com a doença transmitida pelo morcego – Foto: Arquivo/Idaf

Um foco de raiva bovina foi detectado em uma propriedade rural, na cidade de Sena Madureira onde 18 animais morreram com suspeita da doença. As informações foram confirmadas pelo Instituto de Defesa e Agropecuária Florestal (Idaf), que faz o monitoramento.

Ainda conforme o Idaf, só foi possível fazer a coleta de um dos animais, que teve o caso confirmado por exame laboratorial, mas considera como foco devido às outras mortes terem ocorrido no mesmo período e os animais terem apresentado sintomas.

A raiva em bovinos é transmitida pela mordida do morcego, que além de matar o animal infectado pela doença, também pode ser transmitida para humanos.

Em junho do ano passado, o Idaf tinha registrado a morte de sete animais da área rural de quatro cidades no interior do Acre nos meses de dezembro de 2020 e maio de 2021. Os casos deste ano foram informados ao Instituto no início de junho.

“Nessa área, nós temos um foco de raiva, com um caso positivo laboratorial e na investigação foi detectado que na propriedade morreram 18. Não podemos afirmar porque não foi possível fazer o exame, mas, pelo período da doença, é detectado como raiva. Se morrer algum animal, em um período de três meses com os mesmos sintomas, a gente considera que ainda seja raiva, pelo período de incubação da doença”, disse a chefe do Programa de Combate da Raiva do Idaf, a veterinária Maria do Carmo Portela.

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Quando o veterinário foi até a propriedade, foi feita a orientação aos moradores sobre a vacinação do rebanho, além de investigar se as pessoas tiveram contato com o animal infectado, com a saliva, que é o que a via de transmissão.

“A saliva é o que contém o vírus, e quem trabalha na área rural, pode ter machucado nas mãos, então, é feita a investigação para ver se a pessoa teve contato com a saliva e, no caso, é enviado para a secretaria de saúde do município para a pessoa tomar a vacina. Também é solicitado ao proprietário faça a vacinação do rebanho”, acrescentou.

O trabalho do Idaf, nestes casos é orientar quem teve contato com o animal doente busque a unidade de saúde, e também faça a vacinação do rebanho. Se tiver muitos sinais de mordidas de morcego, ainda é feita a captura dos animais para tentar amenizar a situação, com o controle da colônia dos morcegos.

A propriedade está sob monitoramento e deve receber mais uma visita técnica, com um levantamento se houve mais alguma propriedade com sinais de espoliações de morcego e ou morte com sintomas de raiva, para que seja feito um trabalho de educação sanitária na área.

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Sintomas

Entre os sintomas estão o isolamento do animal, perda de apetite, salivação abundante, perda de equilíbrio, quedas e estiramento do pescoço.

Caso um animal apresente os sintomas, o caso deve ser comunicado ao Idaf e as pessoas devem evitar o contato.

Além disso, a veterinária orienta a população que em caso de agressão do animal, e vale até mesmo para cães e gatos, procure a unidade de saúde para tomar a vacina. Do G1 Acre

Animal espoliado por morcego: Foco da raiva bovina é identificado em propriedade rural no interior do AC; 18 animais morreram com sintomas da doença – Foto: Arquivo / Idaf

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