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Veja como surjiu a facção Bonde dos 13, com mais de mil membros

Saiba como nasceu a “firma” Bonde dos 13, facção com mais de mil membros, que pode arrecadar até meio milhão ao mês em Rio Branco.

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Saiba como nasceu a “firma” Bonde dos 13, facção com mais de mil membros, que pode arrecadar até meio milhão ao mês em Rio Branco.

O último levantamento da Secretaria de Segurança pública, há cerca de seis meses, identificou, em números estimados, mil integrantes da facção criminosa Bonde dos 13.

A informação foi confirmada pelo agente penitenciário mais antigo do estado, Adriano Marques, presidente do sindicato que defende os interesses da categoria.

Ele define a facção como “um produto acreano idealizado pelos criminosos mais antigos para evitar que os grupos de outras regiões assumissem o controle do tráfico no estado”. Bonde se chama a transferência de presos de um estado para outro.

A facção regional foi batizada já na primeira remessa de detentos desde o Acre para Catanduva (data não confirmada). Naquele momento, eram 13 os integrantes mais antigos da quadrilha. Eles decidiram se reunir, firmar um pacto e fundar a organização criminosa.

O Bonde dos 13 ganhou uma formatação mais notória no dia 12 de setembro de 2013, quando um rap foi lançado detalhando as concepções do grupo e fazendo homenagens aos integrantes da facção. Nesta época, durante revista no Presídio Francisco D ´Oliveira Conde, foi encontrado o que até hoje é considerado o estatuto da organização PCC, quando o PCC.

O documento, manuscrito, tornou pública a estratégia de arrecadação a partir de crimes ordenados de dentro da cadeia e executados nas ruas. O modo de agir para reforçar o caixa é o mesmo, chamando atenção uma espécie de código de conduta obrigações e deveres de cada membro.

“Eles trabalham com metas. Se essa meta não é alcançada com o tráfico, o plano B pode ser assaltos. Nós ainda vivemos sob uma onde de roubo de caminhonetes, por exemplo.

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Há várias alternativas encontradas – e facilidade – para manter a estrutura da organização, a aquisição de armamentos pesados e até a sobrevivência dos chamados irmãos, integrantes que se dedicam com extrema fidelidade às leis da organização. Um carro importado renda a eles 10 vezes mais do que pode ser roubado de uma farmácia ou posto de gasolina”.

As autoridades não têm certeza sobre a mensalidade que cada membro da facção é obrigado a pagar. Mas os valores, que podem variar de R$ 200,00 a R$ 400,00 varia de facão para facção. O fundo é usado, ainda, para prestar assistência ás famílias dos “irmãos” que estão presos.

O rap do Bonde dos 13

Nós somos de assalto, invadindo a cidade nóis é o Bonde dos 13, o número 1 do Acre (sic)

Dia 12 de junho de 2013 foi fundada a nossa firma o “Bonde dos 13”
Tio e Zambetinha, Oncinha e Amarelin, Aruco e Veimar, Pivete e Bibi, Fadiga e Pena e Vei tamo juntão, Dentão e Castanha formam nossa facção.

Salve Gago e Lorin fechadão 13 no pang, que tão com os fundador na federal de Campo Grande, Pimentinha 157, irmão considerado, 121 no comando João Eduardo.

Mano Faristar tamo junto até o fim 157 33 chefia do Taquari
Suguinha na gerência mó respeito a esse mano, comandante da baixada Taquari e Triângulo.

Refrão

“Bonde dos 13” até a alma liberdade pros irmão, dentro e fora das cadeia essa é a nossa facção.

Disciplina lealdade o respeito prevalece, salve mano Faristar o terror do 157.

No reduto, Sobral no 33 o Meninão, no 121 esse não falha na missão
Ta no pavilhão “J” só bandido de mil grau, a primeira voz do reduto Sobral

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Na sequência o Castanha, tipo de mil fita de Belém do Pará, representa nas penheta

Mano carequinha, terror 121, fiel do Zambetinha faz estrago com Dundum, irmão latro em cena, artigo assalto a banco, junto com Faristar considerado em Rio Branco,

Spike é respeitado, 10 anos de tranca, pro crime não tem grade, não adianta a segurança;

Mano thotho na cena, só fita de 1000 grau, irmão gente da gente é beleza até o final.

Fundado no pavilhão “J” esse é o nosso Bonde no presídio aqui é o Francisco de Oliveira Conde.

Refrão

“Bonde dos 13” até a alma liberdade pros irmão, dentro e fora das cadeia essa é a nossa facção.

Disciplina, lealdade! o respeito prevalece, salve mano Faristar o terror do 157.

Salve Ruck e Projovem, Gamalera e pro Walisson Calafate tem a voz, Cidade Nova e João Eduardo

Aliado com a Nena com o Tigrão e Romari, da Mazé e sua família o Calafate e Taquari;

Pedrinho fica em Cena, Pé de liga tem moral, dentro do Universitário, fechadão do Sobral;

Ladrão e capelão e Assis tão na função, a turma do Mocinha, lá do Gil é só irmão;

Igor da bazuca, Rafael Japonês, Bebê, Ivã barbudo, salve salve Santa Inês;
Janio boy e Megueba e boy são aliados, Fenix, Vandovisck e São Francisco um abraço;

Refrão

“Bonde dos 13” até a alma liberdade pros irmão, dentro e fora das cadeia essa é a nossa facção.

Disciplina lealdade o respeito prevalece, salve mano Faristar o terror do 157.

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Foco de raiva bovina foi detectado em Sena, onde 18 animais morreram com suspeita da doença

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Apenas um caso foi confirmado por exame de laboratório, segundo o Idaf, mas 18 animais morreram no período e a suspeita é que tenha sido com a doença transmitida pelo morcego – Foto: Arquivo/Idaf

Um foco de raiva bovina foi detectado em uma propriedade rural, na cidade de Sena Madureira onde 18 animais morreram com suspeita da doença. As informações foram confirmadas pelo Instituto de Defesa e Agropecuária Florestal (Idaf), que faz o monitoramento.

Ainda conforme o Idaf, só foi possível fazer a coleta de um dos animais, que teve o caso confirmado por exame laboratorial, mas considera como foco devido às outras mortes terem ocorrido no mesmo período e os animais terem apresentado sintomas.

A raiva em bovinos é transmitida pela mordida do morcego, que além de matar o animal infectado pela doença, também pode ser transmitida para humanos.

Em junho do ano passado, o Idaf tinha registrado a morte de sete animais da área rural de quatro cidades no interior do Acre nos meses de dezembro de 2020 e maio de 2021. Os casos deste ano foram informados ao Instituto no início de junho.

“Nessa área, nós temos um foco de raiva, com um caso positivo laboratorial e na investigação foi detectado que na propriedade morreram 18. Não podemos afirmar porque não foi possível fazer o exame, mas, pelo período da doença, é detectado como raiva. Se morrer algum animal, em um período de três meses com os mesmos sintomas, a gente considera que ainda seja raiva, pelo período de incubação da doença”, disse a chefe do Programa de Combate da Raiva do Idaf, a veterinária Maria do Carmo Portela.

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Quando o veterinário foi até a propriedade, foi feita a orientação aos moradores sobre a vacinação do rebanho, além de investigar se as pessoas tiveram contato com o animal infectado, com a saliva, que é o que a via de transmissão.

“A saliva é o que contém o vírus, e quem trabalha na área rural, pode ter machucado nas mãos, então, é feita a investigação para ver se a pessoa teve contato com a saliva e, no caso, é enviado para a secretaria de saúde do município para a pessoa tomar a vacina. Também é solicitado ao proprietário faça a vacinação do rebanho”, acrescentou.

O trabalho do Idaf, nestes casos é orientar quem teve contato com o animal doente busque a unidade de saúde, e também faça a vacinação do rebanho. Se tiver muitos sinais de mordidas de morcego, ainda é feita a captura dos animais para tentar amenizar a situação, com o controle da colônia dos morcegos.

A propriedade está sob monitoramento e deve receber mais uma visita técnica, com um levantamento se houve mais alguma propriedade com sinais de espoliações de morcego e ou morte com sintomas de raiva, para que seja feito um trabalho de educação sanitária na área.

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Sintomas

Entre os sintomas estão o isolamento do animal, perda de apetite, salivação abundante, perda de equilíbrio, quedas e estiramento do pescoço.

Caso um animal apresente os sintomas, o caso deve ser comunicado ao Idaf e as pessoas devem evitar o contato.

Além disso, a veterinária orienta a população que em caso de agressão do animal, e vale até mesmo para cães e gatos, procure a unidade de saúde para tomar a vacina. Do G1 Acre

Animal espoliado por morcego: Foco da raiva bovina é identificado em propriedade rural no interior do AC; 18 animais morreram com sintomas da doença – Foto: Arquivo / Idaf

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