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TJAC firma Termo de Cooperação com Controladoria Geral da União e MP

Capacitações e atividades educativas serão desenvolvidas conjuntamente pelas instituições.

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Capacitações e atividades educativas serão desenvolvidas conjuntamente pelas instituições.

Duas parcerias institucionais foram firmadas na manhã desta segunda-feira (30). O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) e Escola do Poder Judiciário (Esjud) com a Controladoria Geral da União (CGU) e Ministério Público do Estado do Acre (MPAC). Os dois Termos de Cooperação Técnica têm o foco em capacitações.

A presidente do TJAC, desembargadora Denise Bonfim, ao assinar o documento juntamente com os representantes CGU, ressaltou que essa é uma parceria importante. “Estamos bem dispostos e aqui consolidamos a nossa intenção relacionada a ter um serviço de melhor qualidade”.

O superintende da CGU no Acre, Ciro Oliveira, afirmou que essa é uma oportunidade para abrir um diálogo sobre possibilidades e construção de um cronograma. “Esse estreitamento de relações é muito positivo, porque a Esjud é uma escola atuante e tem uma capilaridade muito boa”, disse.

O segundo Termo de Cooperação instituído nesta manhã consolida a colaboração entre o TJAC, por meio da Esjud, com MPAC para a execução do projeto “Cidadania e Justiça na Escola”.

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O procurador de Justiça Danilo Lovisaro trouxe sugestões de outros assuntos interessantes para capacitações, na qual poderia colaborar junto à Esjud. Na oportunidade, ressaltou ter feito parte do público das palestras da I Jornada de Estudos de 2018 e parabenizou a realização institucional.

Quanto ao projeto, as atividades serão desenvolvidas com crianças do 5º ano do ensino fundamental de escolas da rede pública e tem o cronograma previsto para 24 meses. “Conversar com alunos faz parte do sonho de habilita-los para serem cidadãos, ou seja, conhecedores dos seus direitos e deveres para assim poderem se proteger melhor”, compartilha.

O diretor da Esjud, desembargador Roberto Barros, confirmou os objetivos educativos, reforçando que o aprendizado durante a fase de formação pode ser ferramenta para o combate às drogas e violência doméstica.

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Foco de raiva bovina foi detectado em Sena, onde 18 animais morreram com suspeita da doença

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Apenas um caso foi confirmado por exame de laboratório, segundo o Idaf, mas 18 animais morreram no período e a suspeita é que tenha sido com a doença transmitida pelo morcego – Foto: Arquivo/Idaf

Um foco de raiva bovina foi detectado em uma propriedade rural, na cidade de Sena Madureira onde 18 animais morreram com suspeita da doença. As informações foram confirmadas pelo Instituto de Defesa e Agropecuária Florestal (Idaf), que faz o monitoramento.

Ainda conforme o Idaf, só foi possível fazer a coleta de um dos animais, que teve o caso confirmado por exame laboratorial, mas considera como foco devido às outras mortes terem ocorrido no mesmo período e os animais terem apresentado sintomas.

A raiva em bovinos é transmitida pela mordida do morcego, que além de matar o animal infectado pela doença, também pode ser transmitida para humanos.

Em junho do ano passado, o Idaf tinha registrado a morte de sete animais da área rural de quatro cidades no interior do Acre nos meses de dezembro de 2020 e maio de 2021. Os casos deste ano foram informados ao Instituto no início de junho.

“Nessa área, nós temos um foco de raiva, com um caso positivo laboratorial e na investigação foi detectado que na propriedade morreram 18. Não podemos afirmar porque não foi possível fazer o exame, mas, pelo período da doença, é detectado como raiva. Se morrer algum animal, em um período de três meses com os mesmos sintomas, a gente considera que ainda seja raiva, pelo período de incubação da doença”, disse a chefe do Programa de Combate da Raiva do Idaf, a veterinária Maria do Carmo Portela.

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Quando o veterinário foi até a propriedade, foi feita a orientação aos moradores sobre a vacinação do rebanho, além de investigar se as pessoas tiveram contato com o animal infectado, com a saliva, que é o que a via de transmissão.

“A saliva é o que contém o vírus, e quem trabalha na área rural, pode ter machucado nas mãos, então, é feita a investigação para ver se a pessoa teve contato com a saliva e, no caso, é enviado para a secretaria de saúde do município para a pessoa tomar a vacina. Também é solicitado ao proprietário faça a vacinação do rebanho”, acrescentou.

O trabalho do Idaf, nestes casos é orientar quem teve contato com o animal doente busque a unidade de saúde, e também faça a vacinação do rebanho. Se tiver muitos sinais de mordidas de morcego, ainda é feita a captura dos animais para tentar amenizar a situação, com o controle da colônia dos morcegos.

A propriedade está sob monitoramento e deve receber mais uma visita técnica, com um levantamento se houve mais alguma propriedade com sinais de espoliações de morcego e ou morte com sintomas de raiva, para que seja feito um trabalho de educação sanitária na área.

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Sintomas

Entre os sintomas estão o isolamento do animal, perda de apetite, salivação abundante, perda de equilíbrio, quedas e estiramento do pescoço.

Caso um animal apresente os sintomas, o caso deve ser comunicado ao Idaf e as pessoas devem evitar o contato.

Além disso, a veterinária orienta a população que em caso de agressão do animal, e vale até mesmo para cães e gatos, procure a unidade de saúde para tomar a vacina. Do G1 Acre

Animal espoliado por morcego: Foco da raiva bovina é identificado em propriedade rural no interior do AC; 18 animais morreram com sintomas da doença – Foto: Arquivo / Idaf

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