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Suspeito de vender droga em quadra pula de morro ao tentar fugir da polícia e fratura a perna

Flagra aconteceu em uma quadra de futebol. Dois suspeitos conseguiram escapar.

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Flagra aconteceu em uma quadra de futebol. Dois suspeitos conseguiram escapar.

Ao tentar escapar da polícia, um homem suspeito vender droga junto com outros suspeitos saltou de um morro de mais de 3 metros e acabou fraturando a perna. O caso ocorreu em uma quadra de futebol em Cruzeiro do Sul, no interior do Acre.

No momento que os policiais chegaram na quadra, dois integrantes do grupo ainda conseguiram escapar após uma troca de tiros e dois foram presos.

Os policiais tiveram informações que um grupo de traficantes estava vendendo droga para os jovens que jogavam futsal em uma quadra no Bairro Cohab. Ao chegar no local, os policiais cercaram a área e quando os suspeitos perceberam, tentaram correr para uma área de mata que fica nas proximidades.

Na hora da fuga, dois deles efetuaram disparos e os policiais revidaram, mas eles conseguiram escapar. Na troca de tiros não houve feridos.

Os outros dois não tiveram a mesma sorte. José Eberson Rodrigues, de 23 anos, foi preso e Railson Silva, de 20, levou a pior. Ele pulou de um barranco que fica na lateral da quadra e na queda fraturou a perna esquerda.

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O suspeito ferido foi levado ao Pronto-Socorro e deve ser conduzido à delegacia assim que for liberado pelos médicos. Rodrigues foi encaminhado direto para a delegacia e prestou depoimento na manhã desta terça-feira.

De acordo com a polícia, com os suspeitos foram apreendidas pequenas embalagens de droga que estavam preparadas para a comercialização.

Por Mazinho Rogério, G1

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Projeto Rhuamm, que cria rede de proteção de crianças e adolescentes, é lançado pela Defensoria Pública

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Depois de quase um ano de elaboração, articulações e formação de parcerias, o Projeto Rhuamm – Rede Humanizada de Apoio a Meninas e Meninos, coordenado pelo Núcleo da Cidadania da Defensoria Pública, foi lançado na manhã desta terça-feira, 24, reunindo representantes das instituições que atuarão em conjunto para ampliar as ações preventivas de forma a evitar o abuso e a violência praticada contra crianças e adolescentes em Rio Branco, cidade que abrigará o projeto-piloto.

O nome e a motivação para a criação do projeto vieram do caso envolvendo o menino Rhuan, morto de forma violenta em 2019 pela mãe e a namorada dela, em Brasília. A Defensoria Pública do Acre, por meio do defensor Celso Araújo Rodrigues, que hoje coordena o Núcleo de Cidadania, responsável pelo projeto, se mobilizou para trazer ao Acre o corpo da criança e apoiar a família paterna.

“A Defensoria Pública, diante de uma das suas prerrogativas, que é proteger a criança e o adolescente, criou, desenvolveu e está executando este projeto. A intenção é acolher e tratar crianças vítimas de violência. Os casos serão encaminhados ao núcleo do Projeto, principalmente pelas escolas”, explica o defensor Celso Araújo.

A defensora-geral, Simone Santiago, lembra que o projeto “nasceu naquele fim de semana trágico”. “Primeiro nasceu no coração do Dr. Celso e ele veio conversar comigo e com a Dra. Roberta e nós o abraçamos. Sabíamos que sozinhos, com nosso instrumento, não poderíamos fazer com que esse projeto alcançasse seu objetivo. Minhas palavras são de agradecimento. Sabemos que estamos no caminho certo e avisamos a sociedade de que estamos atentos, que existem vários atores que estão olhando para as crianças. Este é o nosso recado. Estamos todos abraçados por uma causa, das mais justas, que é a proteção de crianças e adolescentes”, ressaltou a defensora-geral.

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O Rhuamm visa estabelecer parceria com o sistema de garantia de direitos e irá capacitar profissionais envolvidos no projeto e nas escolas de ensino infantil e fundamental de Rio Branco, oferecendo também orientação aos gestores escolares e aos pais das crianças de 0 a 11 anos, público-alvo do projeto, entre outras atribuições.

Família de Rhuan participa de solenidade

Parte da família paterna de Rhuan, avós, tias e primo, compareceu ao lançamento do projeto. “Esse projeto é muito importante para as crianças. Vou morrer e ele vai ficar aí pra dar orgulho pra minha família. Espero que as escolas, as diretoras procurem conversar com as crianças, quando verem uma criança triste pra saber o que está acontecendo. Que todas as escolas façam parte desse projeto, porque é muito bom e vai dar resultado”, disse Francisco das Chagas, avô de Rhuan.

A secretária adjunta dos Direitos da Criança e do Adolescente do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Fernanda Ramos Monteiro, que participou do evento de forma virtual, apresentou projetos e ações da política nacional de prevenção à violência contra crianças e adolescentes.

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A secretária adjunta divulgou dados que apontam a redução de 41% do número de mortes por agressão a crianças e adolescentes no Brasil em comparação à média registrada entre 2012 e 2018.

São parceiros do Projeto Rhuamm o Tribunal de Justiça do Acre, Ministério Público, Defensoria Pública da União, Ministério Público do Trabalho, Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente, Sebrae, Polícia Militar, Centro Universitário

Uninorte e Prefeitura de Rio Branco, por meio do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, SASDH, Seme, Centro Especializado de Referência em Assistência Social, Semsa, Centro Pop e Conselho Tutelar.

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