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Representantes do movimento contra abusos na cobrança de energia, dizem que a empresa maltrata consumidores

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A tão aguardada audiência entre membros do movimento contra abusos na cobrança de energia e o Ministério Público, ocorreu no último dia 22 de fevereiro em Rio Branco.

Integrante do Comitê Popular contra os possívesi abusos praticados pela energisa no Acre, afirmam que a luta contra os absurdos cometidos na cobrança da energia no Acre é maior, por conta da passividade dos órgãos de controle no estado.

Francisco Panthio, que é um dos líderes do grupo se disse indignado com tanto relatos de abusos praticados contra milhares de consumidores diante dos olhos da lei.

“Nós fizemos um dos maiores abaixo assinados contra possíveis abusos praticados pela Energisa no Acre, coletamos depoimentos e coisas absurdas que muitas pessoas nos trouxeram. Passamos dois meses implorando para ser ouvidos e assim ter o MPE – Ministério público do Estado como parceiro nessa luta, mas o que ouvimos na audiência na Promotoria de Defesa do Consumidor foi desanimador. A depender do PROCON e IPEEM – INMETRO do Acre e outros órgãos, a Energisa irá continuar abusando de muita gente”, disse Panthio.

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Para Márcio Pereira, presidente da FAMAC – Federação das Associações de Moradores do Acre, o que ele ouviu na audiência foi de causar revoltar. Para o consumidor e líder comunitário, é quase impossível acreditar que diante de tantos absurdos cometidos pela Energisa, os órgãos de controle cruzem os braços e silencie.

“Infelizmente nós estamos sem proteção de quem deveria garantir os direitos coletivos e individuais da população, pois praticamente ouvimos no MPE, que a energisa trabalha certinha e que a energia é cara assim mesmo por questões de legislação da ANEEL. Porque em outros estados os órgãos fiscalizam as empresas de Energia de perto e aqui ela trabalha sem incomodo algum?” Questionou Márcio.

Sobre os próximos passos do movimento, os mesmos não deram detalhes, mas afirmaram que não desistirão de expor a negligência da justiça até que alguma coisa seja feita.

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Veja o Vídeo Abaixo: Enquanto o Ministério Público fecha os olhos para o que anda acontecendo na fronteira, a prefeita de Brasileia, Fernanda Hassem, vem usando o seu poderio para (segundo informações repassadas a redação do site 3 de Julho Notícias, se beneficiar e beneficiar o seu mano com o que é considerado campanha antecipada. Foi repassado ainda que recentemente, Fernanda Hassem vem usando máquina da secretaria de obras para beneficiar empresário de Epitaciolândia e que ironicamente é irmão da Secretária de Educação de Brasileia, Francisca Oliveira, ou seja, tá tudo em família!

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Projeto Rhuamm, que cria rede de proteção de crianças e adolescentes, é lançado pela Defensoria Pública

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Depois de quase um ano de elaboração, articulações e formação de parcerias, o Projeto Rhuamm – Rede Humanizada de Apoio a Meninas e Meninos, coordenado pelo Núcleo da Cidadania da Defensoria Pública, foi lançado na manhã desta terça-feira, 24, reunindo representantes das instituições que atuarão em conjunto para ampliar as ações preventivas de forma a evitar o abuso e a violência praticada contra crianças e adolescentes em Rio Branco, cidade que abrigará o projeto-piloto.

O nome e a motivação para a criação do projeto vieram do caso envolvendo o menino Rhuan, morto de forma violenta em 2019 pela mãe e a namorada dela, em Brasília. A Defensoria Pública do Acre, por meio do defensor Celso Araújo Rodrigues, que hoje coordena o Núcleo de Cidadania, responsável pelo projeto, se mobilizou para trazer ao Acre o corpo da criança e apoiar a família paterna.

“A Defensoria Pública, diante de uma das suas prerrogativas, que é proteger a criança e o adolescente, criou, desenvolveu e está executando este projeto. A intenção é acolher e tratar crianças vítimas de violência. Os casos serão encaminhados ao núcleo do Projeto, principalmente pelas escolas”, explica o defensor Celso Araújo.

A defensora-geral, Simone Santiago, lembra que o projeto “nasceu naquele fim de semana trágico”. “Primeiro nasceu no coração do Dr. Celso e ele veio conversar comigo e com a Dra. Roberta e nós o abraçamos. Sabíamos que sozinhos, com nosso instrumento, não poderíamos fazer com que esse projeto alcançasse seu objetivo. Minhas palavras são de agradecimento. Sabemos que estamos no caminho certo e avisamos a sociedade de que estamos atentos, que existem vários atores que estão olhando para as crianças. Este é o nosso recado. Estamos todos abraçados por uma causa, das mais justas, que é a proteção de crianças e adolescentes”, ressaltou a defensora-geral.

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O Rhuamm visa estabelecer parceria com o sistema de garantia de direitos e irá capacitar profissionais envolvidos no projeto e nas escolas de ensino infantil e fundamental de Rio Branco, oferecendo também orientação aos gestores escolares e aos pais das crianças de 0 a 11 anos, público-alvo do projeto, entre outras atribuições.

Família de Rhuan participa de solenidade

Parte da família paterna de Rhuan, avós, tias e primo, compareceu ao lançamento do projeto. “Esse projeto é muito importante para as crianças. Vou morrer e ele vai ficar aí pra dar orgulho pra minha família. Espero que as escolas, as diretoras procurem conversar com as crianças, quando verem uma criança triste pra saber o que está acontecendo. Que todas as escolas façam parte desse projeto, porque é muito bom e vai dar resultado”, disse Francisco das Chagas, avô de Rhuan.

A secretária adjunta dos Direitos da Criança e do Adolescente do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Fernanda Ramos Monteiro, que participou do evento de forma virtual, apresentou projetos e ações da política nacional de prevenção à violência contra crianças e adolescentes.

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A secretária adjunta divulgou dados que apontam a redução de 41% do número de mortes por agressão a crianças e adolescentes no Brasil em comparação à média registrada entre 2012 e 2018.

São parceiros do Projeto Rhuamm o Tribunal de Justiça do Acre, Ministério Público, Defensoria Pública da União, Ministério Público do Trabalho, Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente, Sebrae, Polícia Militar, Centro Universitário

Uninorte e Prefeitura de Rio Branco, por meio do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, SASDH, Seme, Centro Especializado de Referência em Assistência Social, Semsa, Centro Pop e Conselho Tutelar.

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