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Prefeitura de Jordão, SEBRAE e UDV realizam curso de culinária a base de banana para pessoas de baixa renda

47 pessoas participaram do curso, sendo que a escolha dos participantes foi realizada pelo Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), instituição parceira do evento.

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47 pessoas participaram do curso, sendo que a escolha dos participantes foi realizada pelo Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), instituição parceira do evento.

A Prefeitura de Jordão, através da Secretaria de Produção e Sustentabilidade, em parceria com o SEBRAE e a União do Vegetal (UDV) realizaram um curso de culinária a base de banana destinado as pessoas carentes da cidade, dentre elas os povos indígenas. 

O curso tem por objetivo fomentar a produção de alimentos com o máximo de aproveitamento da fruta, tendo como foco a banana, na qual nos próximos dias o Governo Municipal realizará a terceira edição do festival Maxi Mani, que na língua da população indígena da etnia Kaxinawá (habitantes do município) significa praia e banana.

A ideia do curso foi do secretário Luís Meleiro, que assumiu o comando da secretaria há sete meses, recebendo o apoio do prefeito Élson Farias e das instituições parceiras na execução das atividades. No caso do SEBRAE, cuja atribuição é dar apoio aos micros empreendedores individuais e pequenas empresas foi fornecer profissionais e materiais para a capacitação dos participantes. Já a instituição religiosa União do Vegetal cedeu o espaço e membros da UDV para auxiliar no trabalho que foi desenvolvido.

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Além do curso de culinária, neste ano a Secretaria de Produção e Sustentabilidade já realizou mais dois cursos voltados para os produtores rurais dos municípios, um na área de hortaliça e outro voltado para a criação de peixe. Vale lembrar, que em todos estes eventos os povos indígenas que representam 40% da população local são contemplados.

Segundo Meleiro, além de fomentar a produção, o propósito do governo é qualificar os produtores, de modo que eles produzam muito mais, cuja garanta a alimentação de sua família e o abastecimento do comércio local. “A maioria do que consumimos aqui é importado, nossa ideia é diminuir drasticamente isso, fomentando a produção local, doando sementes, capacitando com cursos, dessa forma vamos garantindo o sustendo do homem do campo e colocando produto no comércio. Isso gera renda e trabalho”, disse o secretário.

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O Mercado Cripto está no fundo do poço? Seria o fim de todo o otimismo voltado para esse mercado?

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Especialista, Gabriel Nascimento (COO da empresa Xland Holding), ajuda esclarecer.

Sabemos que recentemente um dos maiores bilionários do mundo e um dos maiores influenciadores do mercado internacional, ninguém menos que Bill Gates se manifestou sobre o que podemos chamar de Inverno cripto:

Criptomoedas são baseadas na teoria do maior tolo: alguém vai pagar mais por isso do que eu”, diz Bill Gates. Além disso, o Bilionário fundador da Microsoft também ironizou NFTS: “imagens de macacos vão melhorar imensamente o mundo“.

De fato, não seria exagero afirmar que o mercado cripto está vivendo o seu pior momento no ano de 2022, período marcado por muita desvalorização nas chamadas Criptomoedas, Nft`s, Mercado DEFI e Smart Contracts.

Nesse cenário de incertezas, também comumente afetado por um clima baseado no que os especialistas chamam de FUD (fear, uncertainty e doubt – medo, incerteza e dúvida), sentimentos e comportamentos que normalmente resultam em uma força ainda maior de venda de posições, e aumenta-se ainda mais a desvalorização das Criptomoedas, um fenômeno diretamente relacionado a famigerada Lei de oferta e demanda.

Deste modo, seria muito relevante tecer comentários sobre o que os especialistas chamam de Bear Market, fase do mercado representada pelo arquétipo do urso em contraposição com o Touro que representa as fases de alta do mercado.

Em síntese, temos que Bear markets são compostos por eventos negativos em série, reações exageradas de preço e momentos em que um turbilhão de informações negativas são levadas ao mercado ao mesmo tempo.

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O especialista, Gabriel Nascimento (COO da empresa Xland Holding), explica que “o mercado de Criptomoedas, assim como nos investimentos tradicionais, também é marcado por ciclos. Inclusive, nesses momentos de grande crise e desvalorização é possível fazer análises técnicas e identificar um padrão”.

O especialista continua trazendo ricas informações sobre o fenômeno bear market no mundo cripto que pode ser identificado da seguinte forma:

“No atual momento, podemos afirmar que estamos vivenciando o chamado bear market. Esse é um fenômeno comum, e que em regra, passa por 3 fases: Um primeiro tem seu início logo após as moedas terem alcançado sua melhor fase de alta, os maiores preços. Isso se dá porque investidores que ganharam muito dinheiro com a valorização das moedas, agora, querem realizar suas posições e poder desfrutar do lucro obtido, em outras palavras querem vender suas posições e colocar o dinheiro no bolso. Nesse momento, em decorrência do alto volume de vendas, é possível ver muito dinheiro saindo do mercado”, explica Gabriel.

Por conseguinte, em um segundo momento, com a alta evasão de recursos, muitas instituições acabam por ficar totalmente descapitalizadas, e por fim são liquidadas (este talvez é o pior momento da crise). Esse é considerado um momento teste dos projetos que são mais sustentáveis. Apenas os mais fortes e sólidos vão sobreviver.

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Após toda essa fase de provação, quebras e liquidações, as instituições mais sólidas, aos poucos, começam a voltar para um momento de consolidação de preços, dando sinais de uma retomada da valorização. Fechando assim um ciclo bem comum no mercado de investimentos.

Importante lembrar que o início da atual crise no mercado cripto foi motivado, principalmente, com os relatórios dos últimos 2 (dois) meses indicando que inflação nos EUA estava mais alta do que se imaginava, e que medidas forçadas de intervenção precisam ser adotadas para corrigir essa situação. Na luta contra a inflação, o Federal Open Market Committee (FOMC) optou por aumentar a taxa de juros americana, o que força com que os investidores institucionais optem por sair de investimentos mais voláteis e escolham desfrutar das altas taxas de juros nos mercados mais tradicionais e conservadores.

Gabriel Nascimento afirma que: “É necessário ter calma para avaliar todos os pontos disponíveis e tomar decisões cautelosas na hora de investir no mercado cripto, já que este é um mercado muito dinâmico e volátil. De toda sorte, é importante ter em mente que após fortes crises, os preços do mercado cripto ficam descontados, e esse pode ser um excelente momento para aproveitar oportunidades de investimento e adquirir ativos digitais que estão desvalorizados.” 

Acesse: https://www.xlandholding.com.br/ 

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