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Pontos vulneráveis à exploração sexual de crianças e adolescentes cresce 45% em rodovias do Acre

Dados foram divulgados pela Polícia Rodoviária Federal e se referem aos anos de 2017 e 2018, e aponta que no Acre são 11 pontos vulneráveis. Entre 2013 e 2014 eram apenas seis.

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Dados foram divulgados pela Polícia Rodoviária Federal e se referem aos anos de 2017 e 2018, e aponta que no Acre são 11 pontos vulneráveis. Entre 2013 e 2014 eram apenas seis.

Dados de um levantamento feito pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), divulgados nesta semana, mostram que a quantidade de pontos vulneráveis à exploração sexual de crianças e adolescentes cresceu 45% nas rodovias federais do Acre.

O comparativo é feito em relação aos anos de 2013 e 2014, quando o estado tinha seis pontos vulneráveis e entre 2017 e 2018, quando subiu para 11. O estudo é feito, através do projeto mapear, em parceria com a Childhood Brasil e monitora todos os estados da Federação.

Segundo o levantamento, os locais mais propensos são postos de combustíveis, bares, casas de show, pontos de alimentação e de hospedagens nas duas rodovias federais que cortam o estado, as BR’s 364 e 317.

Ainda conforme a PRF, em 2018, uma criança em situação de exploração sexual foi resgatada em um destes pontos.

O projeto mapear ocorre somente nas rodovias federais e aponta que em todas a regiões do país, as maiores incidências estão na zona urbana. A hipótese é de que a localização facilita o acesso e a movimentação de pessoas.

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A região nordeste é a mais critica, em relação as outras e aparece em primeiro lugar na tabela com 644 pontos de locais vulneráveis.

Do G1 Acre

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Poder Judiciário do Acre retoma plantão extraordinário com 30% da força de trabalho

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Portaria Conjunta Nº 5/2022 institui novas medidas administrativas para afastar a propagação do vírus neste momento – Foto Reprodução

Nesta segunda-feira, 17, a presidência do Tribunal de Justiça juntamente com a Corregedoria-Geral da Justiça tornou pública a Portaria Conjunta n° 5/2022, determinando a redução do quantitativo de servidores e colaboradores em regime presencial da instituição até o dia 24 de janeiro.

Deste modo, está autorizada a retomada do trabalho remoto e atuação, por meio de escala de revezamento, do trabalho presencial com no máximo 30% dos integrantes de cada setor, excetuando os casos em que se observe prejuízos aos serviços prestados pela unidade.

A medida considerou o aumento progressivo no número de casos de Covid-19 em todo o estado, principalmente nas últimas semanas, assim como o teor da Portaria GDG Nº 4, de 08 de janeiro de 2022, em que o Supremo Tribunal Federal autoriza a adoção do regime de teletrabalho excepcional ou, na impossibilidade, que se promova escala de revezamento para os servidores e colaboradores.

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Assim, a gestão decidiu manter a política instaurada desde o início da pandemia para o resguardo e segurança à saúde dos magistrados e magistradas, servidores e servidoras, estagiários e estagiárias, todas e todos terceirizados e público externo.

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