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Polícia paulista pode ter identificado nova rota do trabalho escravo no Acre

A polícia de São Paulo pode ter identificado esta semana uma nova rota do trabalho escravo no País e ela passa pelo Acre.

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A polícia de São Paulo pode ter  identificado esta semana  uma nova rota do trabalho escravo no País e ela passa pelo Acre.  

No meio da semana, foram libertados  18 peruanos vítimas de trabalho escravo em uma oficina de costura clandestina no bairro da Penha, na Zona Leste de São Paulo. Eles também eram mantidos em cárcere privado no local por um boliviano de 28 anos, que era o empregador e foi preso em flagrante.

Os peruanos vieram para o Brasil depois de receberam uma proposta de emprego com a promessa de salário de R$ 2 mil. As passagens de ônibus foram pagas pelo boliviano. Eles entraram pelo Acre, rota que não é usual, segundo a polícia.  Quando o grupo chegou a São Paulo, passaram a receber R$ 600 por mês e não podiam sair do imóvel.

O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) chegou até o local  após receber uma denúncia de dois costureiros. Eles conseguiriam fugir por um vão do telhado e chamaram a polícia no dia anterior.

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Eles dormiam no subterrâneo, sem janela e ventilação. Os quartos pareciam celas de cadeia e eles tinham que trabalhar 16 horas por dia –este foi um dos relatos de policiais que participaram da operação.

O boliviano identificado como o patrão e explorador dos costureiros foi preso e vai responder por trabalho escravo. A pena é de 2 a 8 anos de prisão, mas pode ser ampliada por causa da exploração da mão de obra de menores na oficina.

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Procon do Acre prestará serviços de fiscalização e educação durante a Expoacre

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O Instituto de Defesa do Consumidor (Procon/AC) irá oferecer os serviços de atendimento, educação e fiscalização durante toda a Expoacre 2022, que será realizada entre sábado, 30, e domingo, 7, no Parque de Exposições de Rio Branco.

Para a tarefa, foram definidos os seguintes formatos de atendimento: o presencial, no Box 06 do Galpão Institucional, onde serão realizadas aberturas de reclamações, agendamento para atendimentos na OCA e orientações.

Já o atendimento em educação para o consumo será realizado de forma presencial, em uma tenda localizada na área externa do galpão, onde serão fornecidas orientações em diversos temas e distribuídas publicações de Códigos de Defesa do Consumidor e cartilhas.

A equipe de fiscalização irá atuar em todos os estabelecimentos da feira, e, excepcionalmente nos dias de show e nos horários do evento, fazendo o acompanhamento dos serviços ofertados aos consumidores, como a venda de ingressos, produtos e serviços em geral.

Segundo a diretora-presidente do Procon-AC, Alana Albuquerque, um evento de grande porte como a Expoacre, que movimenta o comércio e oferece um vasto leque em prestação de serviços, demanda atenção e atuação do órgão de defesa do consumidor, tanto em caráter informativo quanto fiscalizador.

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