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Polícia Civil está sucateada e até delegado é obrigado a caçar rato em delegacia dizem servidores

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Com o cabo de vassoura nas mãos, o delegado e mais dois funcionários iniciam uma caçada ao inimigo da hora.

É dia de chuva, pela parede escorre um rio de água proveniente das goteiras existentes no teto da delegacia.

Depois da perseguição, o bandido é capturado. O perigoso vilão é um rato.

Ratos, baratas e outros tipos de bichos vetores de doenças são presenças constantes nas unidades de segurança pública.

As condições de trabalho da Polícia Civil, segundo uma fonte, pioraram se tornam insalubres a cada dia.

“Os servidores estão indignados. O delegado-geral tem toda a consciência do que está acontecendo. A caçada a rato é diária. Tentaram fazer uma dedetização, mas colocaram apenas armadilhas, mas não serviu para nada”, revela uma fonte.

Isso seria reflexo da pouca atenção e do desrespeito da administração estadual com a categoria, que viu a secretaria ser transformada num mero departamento.

“Todo mundo, por conta da falta de respeito, está sujeito à doenças. Talvez o Estado decida tomar providências quando alguém adoecer”, reclama.

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Em Sena Madureira não tem sido diferente. O delegado titular da delegacia da cidade teve que desembolsar do próprio bolso para custear a mão de obrar de conserto de uma viatura que ficou a vários dias parada com pneu furado e pastilhas de freio com problema. Fonte: yaconews

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Poder Judiciário do Acre retoma plantão extraordinário com 30% da força de trabalho

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Portaria Conjunta Nº 5/2022 institui novas medidas administrativas para afastar a propagação do vírus neste momento – Foto Reprodução

Nesta segunda-feira, 17, a presidência do Tribunal de Justiça juntamente com a Corregedoria-Geral da Justiça tornou pública a Portaria Conjunta n° 5/2022, determinando a redução do quantitativo de servidores e colaboradores em regime presencial da instituição até o dia 24 de janeiro.

Deste modo, está autorizada a retomada do trabalho remoto e atuação, por meio de escala de revezamento, do trabalho presencial com no máximo 30% dos integrantes de cada setor, excetuando os casos em que se observe prejuízos aos serviços prestados pela unidade.

A medida considerou o aumento progressivo no número de casos de Covid-19 em todo o estado, principalmente nas últimas semanas, assim como o teor da Portaria GDG Nº 4, de 08 de janeiro de 2022, em que o Supremo Tribunal Federal autoriza a adoção do regime de teletrabalho excepcional ou, na impossibilidade, que se promova escala de revezamento para os servidores e colaboradores.

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Assim, a gestão decidiu manter a política instaurada desde o início da pandemia para o resguardo e segurança à saúde dos magistrados e magistradas, servidores e servidoras, estagiários e estagiárias, todas e todos terceirizados e público externo.

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