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Polícia ainda não concluiu inquérito de jovem atingido com tiro dado por policial federal em Epitaciolândia

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A Polícia Civil ainda aguarda o resultado do laudo pericial feito após o jovem Mateus Bernardo, de 20 anos, ser atingido por um tiro acidental que saiu da arma de um policial federal durante uma briga em uma festa em Epitaciolândia.

Tanto o jovem quanto o policial não estavam envolvidos na confusão generalizada, mas o policial, ao tentar apartar a briga, acabou disparando e o tiro atingiu Mateus. O caso ocorreu no último dia 2 de novembro no interior do Acre.

O diretor do PS, Areski Peniche, disse que o jovem teve alta médica no último dia 9 de novembro e deve continuar o tratamento ambulatorial. Ele teve fratura em duas vértebras e chegou a ficar uma semana em observação no setor de Trauma da unidade.

Conforme o delegado responsável pelo caso, Luis Tonini, o inquérito ainda está em andamento e, ao todo, 16 pessoas já foram ouvidas. Ele afirmou ainda que falta ouvir a vítima do disparo.

“Infelizmente, a perícia é concentrada em Rio Branco e a gente fez o encaminhamento da arma na mesma semana do caso, mas, entra na questão da fila das perícias. Tem que fazer a análise de comparação do estojo que foi encontrado com a arma que, supostamente, deflagrou o projétil. Na verdade, é só para dar certeza, porque confirmado já está. Ele [policial federal] disse que efetuou o disparo, que saiu da arma dele”, afirmou o delegado.

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Ainda segundo o delegado, o policial federal pode ser indiciado pelo crime de lesão corporal culposa ou até mesmo por tentativa de homicídio.

“De tudo que eu ouvi, inclusive, os dois seguranças que estavam no estabelecimento, foi que quando o segurança o puxou, ele estava com a arma em ponto baixo, o segurança o agarrou pelas costas e fez a tentativa de imobilizá-lo, o dedo dele estava no gatilho e houve o disparo. O disparo está praticamente certo que foi acidental, no entanto, o fato de ter puxado a arma em um local aglomerado, pode levá-lo à questão de indiciamento por tentativa de homicídio ou lesão corporal culposa”, disse Tonini.

Em um vídeo, encaminhado pelo irmão de Mateus, Maico Bernardo, no dia 4 de novembro, o jovem falou que estava bem e agradeceu os amigos.

“Quero dizer que já estou bem. Só esperando os processos cirúrgicos, porque a bala ficou alojada no meu pescoço. Sou grato a oração de vocês que estão orando por mim. Deus abençoe todos vocês”, agradeceu.

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Confusão generalizada

Mateus foi atingido pelo disparo durante uma briga em uma casa noturna de Epitaciolândia. De acordo com a polícia, várias pessoas se envolveram em uma confusão generalizada, que se estendeu para fora do ambiente.

Informações das polícias Militar e Civil dão conta de que nem o jovem e nem o policial estavam envolvidos na briga. O agente federal, que não teve o nome divulgado, foi tentar apartar e acabou disparando a arma acidentalmente.

Um dia depois do incidente, a Polícia Federal encaminhou nota dizendo que a arma do agente foi apreendida e que a investigação deve correr na Polícia Civil, uma vez que o policial não estava a serviço. Do G1 Acre

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Poder Judiciário do Acre retoma plantão extraordinário com 30% da força de trabalho

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Portaria Conjunta Nº 5/2022 institui novas medidas administrativas para afastar a propagação do vírus neste momento – Foto Reprodução

Nesta segunda-feira, 17, a presidência do Tribunal de Justiça juntamente com a Corregedoria-Geral da Justiça tornou pública a Portaria Conjunta n° 5/2022, determinando a redução do quantitativo de servidores e colaboradores em regime presencial da instituição até o dia 24 de janeiro.

Deste modo, está autorizada a retomada do trabalho remoto e atuação, por meio de escala de revezamento, do trabalho presencial com no máximo 30% dos integrantes de cada setor, excetuando os casos em que se observe prejuízos aos serviços prestados pela unidade.

A medida considerou o aumento progressivo no número de casos de Covid-19 em todo o estado, principalmente nas últimas semanas, assim como o teor da Portaria GDG Nº 4, de 08 de janeiro de 2022, em que o Supremo Tribunal Federal autoriza a adoção do regime de teletrabalho excepcional ou, na impossibilidade, que se promova escala de revezamento para os servidores e colaboradores.

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Assim, a gestão decidiu manter a política instaurada desde o início da pandemia para o resguardo e segurança à saúde dos magistrados e magistradas, servidores e servidoras, estagiários e estagiárias, todas e todos terceirizados e público externo.

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