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PÉSSIMO ATENDIMENTO NA AGÊNCIA BANCO DO BRASIL

POPULAÇÃO DE BRASILEIA RECLAMA CONTRA A FALTA DE ATENDENTE NA AGENCIA BANCO DO BRASIL

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POPULAÇÃO DE BRASILEIA RECLAMA CONTRA A FALTA DE ATENDENTE NA AGENCIA BANCO DO BRASIL

 Branco do Brasil em Brasiléia

Branco do Brasil em Brasiléia

Clientes da Agência do Branco do Brasil em Brasiléia, reclamam da falta de mais atendente na agencia para os clientes prioritários e os que vão utilizam o via caixa. Segundo os clientes, os meios de comunicação já falaram sobre a matéria, mas até agora nada mudou.

A Agência Banco do Brasil da cidade há muito tempo vem sendo alvo de reclamações da população por conta da qualidade dos serviços que a instituição está prestando. As reclamações são constantes agora na questão do atendimento, onde as pessoas ficam ás vezes em média “duas a três horas na fila de espera, contrariando a própria legislação.

 A indignação por parte dos clientes do BB no município de Brasiléia se torna maior haja vista que, a agência conta atualmente apenas com três funcionários, considerando os de serviços diversos para o atendimento ao cliente.

 Há muito tempo os clientes e a população de modo geral reclamam da lentidão no atendimento, por falta de mais funcionários na instituição, trazendo transtornos para os quem precisa dos serviços da instituição bancaria.

 Segundo informações conseguidas por nossa equipe por meio dos clientes, quando é período de pagamento ai é que aumenta a demora no atendimento, constantes são as vezes que um funcionário atende a todos.

 Ontem mesmo a reclamação foi mais ainda quanto à demora no atendimento via caixa, relato que de acordo com os demais clientes o problema esta na falta de funcionários, e segundo funcionário, a instituição bancaria não contrata funcionários porque não quer, deixando a carga toda para cima de apenas três funcionários da agencia bancaria.

 ”Estou na fila há duas horas, cheguei à agencia as nove horas e agora já é 11h10min, e só atenderam vinte fichas, perdi o dia de trabalho, tenho muito o que fazer não é só isto aqui não ! e não foi só eu que chegou aqui cedo e até agora não fomos atendidos. Isto é uma falta de respeito a nós que somos clientes e até a população que precisa do banco para outros serviços.” Disse um dos clientes que pediu para não ser identificado.

 A demora no atendimento para os clientes e a população é problema do Banco do Brasil que não quer contratar mais pessoas para agilizar o atendimento: o funcionário do caixa atual que se encontrana agência para atendimento dos clientes se torna escravo para a função por pressão dos bancários, o que exige que a instituição realize concurso para contratar mais funcionário para agência local.

Por-Francisco Castro

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Projeto Rhuamm, que cria rede de proteção de crianças e adolescentes, é lançado pela Defensoria Pública

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Depois de quase um ano de elaboração, articulações e formação de parcerias, o Projeto Rhuamm – Rede Humanizada de Apoio a Meninas e Meninos, coordenado pelo Núcleo da Cidadania da Defensoria Pública, foi lançado na manhã desta terça-feira, 24, reunindo representantes das instituições que atuarão em conjunto para ampliar as ações preventivas de forma a evitar o abuso e a violência praticada contra crianças e adolescentes em Rio Branco, cidade que abrigará o projeto-piloto.

O nome e a motivação para a criação do projeto vieram do caso envolvendo o menino Rhuan, morto de forma violenta em 2019 pela mãe e a namorada dela, em Brasília. A Defensoria Pública do Acre, por meio do defensor Celso Araújo Rodrigues, que hoje coordena o Núcleo de Cidadania, responsável pelo projeto, se mobilizou para trazer ao Acre o corpo da criança e apoiar a família paterna.

“A Defensoria Pública, diante de uma das suas prerrogativas, que é proteger a criança e o adolescente, criou, desenvolveu e está executando este projeto. A intenção é acolher e tratar crianças vítimas de violência. Os casos serão encaminhados ao núcleo do Projeto, principalmente pelas escolas”, explica o defensor Celso Araújo.

A defensora-geral, Simone Santiago, lembra que o projeto “nasceu naquele fim de semana trágico”. “Primeiro nasceu no coração do Dr. Celso e ele veio conversar comigo e com a Dra. Roberta e nós o abraçamos. Sabíamos que sozinhos, com nosso instrumento, não poderíamos fazer com que esse projeto alcançasse seu objetivo. Minhas palavras são de agradecimento. Sabemos que estamos no caminho certo e avisamos a sociedade de que estamos atentos, que existem vários atores que estão olhando para as crianças. Este é o nosso recado. Estamos todos abraçados por uma causa, das mais justas, que é a proteção de crianças e adolescentes”, ressaltou a defensora-geral.

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O Rhuamm visa estabelecer parceria com o sistema de garantia de direitos e irá capacitar profissionais envolvidos no projeto e nas escolas de ensino infantil e fundamental de Rio Branco, oferecendo também orientação aos gestores escolares e aos pais das crianças de 0 a 11 anos, público-alvo do projeto, entre outras atribuições.

Família de Rhuan participa de solenidade

Parte da família paterna de Rhuan, avós, tias e primo, compareceu ao lançamento do projeto. “Esse projeto é muito importante para as crianças. Vou morrer e ele vai ficar aí pra dar orgulho pra minha família. Espero que as escolas, as diretoras procurem conversar com as crianças, quando verem uma criança triste pra saber o que está acontecendo. Que todas as escolas façam parte desse projeto, porque é muito bom e vai dar resultado”, disse Francisco das Chagas, avô de Rhuan.

A secretária adjunta dos Direitos da Criança e do Adolescente do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Fernanda Ramos Monteiro, que participou do evento de forma virtual, apresentou projetos e ações da política nacional de prevenção à violência contra crianças e adolescentes.

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A secretária adjunta divulgou dados que apontam a redução de 41% do número de mortes por agressão a crianças e adolescentes no Brasil em comparação à média registrada entre 2012 e 2018.

São parceiros do Projeto Rhuamm o Tribunal de Justiça do Acre, Ministério Público, Defensoria Pública da União, Ministério Público do Trabalho, Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente, Sebrae, Polícia Militar, Centro Universitário

Uninorte e Prefeitura de Rio Branco, por meio do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, SASDH, Seme, Centro Especializado de Referência em Assistência Social, Semsa, Centro Pop e Conselho Tutelar.

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