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“Pico” se passa por economista e é preso em hotel de Cruzeiro do Sul

Uma denúncia anônima levou a polícia ao esconderijo de Gleison Souza de Nascimento, vulgo “pico”.

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Uma denúncia anônima levou a polícia ao esconderijo de Gleison Souza de Nascimento, vulgo “pico”.

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PICO NO ACREPico estava sendo procurado por ser suspeito de ter participado do latrocínio que vitimou um sargento da PM na última terça-feira (30), na residência do empresário João Garapa, em Cruzeiro do Sul.

Ao chegar no quarto de hotel em que Pico estava hospedado, a polícia encontrou vários documentos em posse do acusado, que supostamente teriam sido roubados. Pico levava uma vida de bacana e estava há 15 dias fazendo farras no hotel. Aos policiais, pico disse que teria nível  superior com formação em Economia, e que tinha apartamentos e carros alugados em Rio Branco. O criminoso disse ainda que recebia dinheiro da Prefeitura de Mâncio Lima sem ter que trabalhar. A polícia ligou para a secretaria de finanças da prefeitura, onde foi informado de que Gleison não mantém nenhum vínculo com a instituição.

Na Delegacia, quando a polícia olhou a ficha criminal de pico, o mesmo estava com dois mandados de prisão em aberto, um de Rio Branco e outro de Cruzeiro do Sul. Pico tem apenas 23 anos e já é dono de uma extensa ficha criminal.

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Em Rio Branco o mesmo tem diversas passagens pelo presídio Franciso de Oliveira Conde, por crimes de repercursão. Em um dos crimes, pico responde por ter se passado por fiscal da Prefeitura de Rio Branco, onde o mesmo mantinha relações com mulheres em troca de casas populares. Em outro crime, pico roubou mais de oitenta mil reais em jóias. Pico já foi encaminhado à penitenciária Manoel Néri. As investigaçõs sobre o Latrocínio continuam, e a polícia está mantendo algumas informações sob sigilo para não comprometerem as investigações que estão em andamento.

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Poder Judiciário do Acre retoma plantão extraordinário com 30% da força de trabalho

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Portaria Conjunta Nº 5/2022 institui novas medidas administrativas para afastar a propagação do vírus neste momento – Foto Reprodução

Nesta segunda-feira, 17, a presidência do Tribunal de Justiça juntamente com a Corregedoria-Geral da Justiça tornou pública a Portaria Conjunta n° 5/2022, determinando a redução do quantitativo de servidores e colaboradores em regime presencial da instituição até o dia 24 de janeiro.

Deste modo, está autorizada a retomada do trabalho remoto e atuação, por meio de escala de revezamento, do trabalho presencial com no máximo 30% dos integrantes de cada setor, excetuando os casos em que se observe prejuízos aos serviços prestados pela unidade.

A medida considerou o aumento progressivo no número de casos de Covid-19 em todo o estado, principalmente nas últimas semanas, assim como o teor da Portaria GDG Nº 4, de 08 de janeiro de 2022, em que o Supremo Tribunal Federal autoriza a adoção do regime de teletrabalho excepcional ou, na impossibilidade, que se promova escala de revezamento para os servidores e colaboradores.

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Assim, a gestão decidiu manter a política instaurada desde o início da pandemia para o resguardo e segurança à saúde dos magistrados e magistradas, servidores e servidoras, estagiários e estagiárias, todas e todos terceirizados e público externo.

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