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Peruano é preso ao tentar atravessar a fronteira ilegalmente em Assis Brasil

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Há quinze anos, L.A.R.S. foi preso e condenado a 15 anos de reclusão no Brasil, ao ser flagrado com cocaína na fronteira, em Assis Brasil . Ele cumpriu a pena e foi expulso.

Uma blitz realizada pela Polícia Federal e a Força Nacional deteve um peruano, de 48 anos, tentando entrar em solo brasileiro de forma ilegal. Ele tentava voltar ao Brasil após ter sido expulso por envolvimento com tráfico de drogas.

Há quinze anos, L.A.R.S. foi preso e condenado a 15 anos de reclusão no Brasil, ao ser flagrado com cocaína na fronteira, em Assis Brasil . Ele cumpriu a pena e foi expulso.

Agora, ele poderá ser condenado quatro anos de reclusão e já foi transferido ao presídio estadual em Rio Branco.

Policial- Assis Brasil

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MPF vai apurar omissão estatal na investigação da morte de Wilson Pinheiro, durante a ditadura militar

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Wilson Pinheiro no Sindicato dos Trabalhadores Rurais – Foto: wikicommons

O Ministério Público Federal (MPF) instaurou inquérito civil para apurar eventual omissão dos entes federados na investigação da morte de Wilson Souza Pinheiro, ocorrida no interior do Acre em julho de 1980.

Wilson Pinheiro foi um líder seringueiro, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Brasileia e participante de vários movimentos de resistência em conflitos fundiários que ameaçavam comunidades tradicionais da região na época.

Segundo o procurador regional dos Direitos do Cidadão no Acre, Lucas Costa Almeida Dias, apurar a atuação dos entes federados na investigação do caso Wilson Souza Pinheiro, especialmente a existência de eventual acervo documental sobre o crime, objetivando a defesa da verdade e da memória, é uma forma de executar as medidas da Justiça de Transição, buscando a promoção da Justiça, revelação da verdade, reparação das vítimas, preservação e divulgação da memória e implementação de reformas institucionais.

No âmbito do inquérito, já foram expedidos ofícios ao Tribunal de Justiça (TJ/AC), ao Ministério Público (MP/AC), ao Governo do Estado do Acre e ao comando do Exército no Acre para que informem se há registros documentais da morte de Wilson Pinheiro, bem como se existem informações sobre processos ou procedimentos instaurados para apurar o crime.

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Também já foi realizada a oitiva do depoimento da filha de Wilson Pinheiro, bem como determinada a pesquisa sobre outros personagens importantes dos fatos na época.

Após a coleta das informações e o cumprimento de outras diligências que forem necessárias, o MPF decidirá quais são as medidas cabíveis para o caso. Assessoria de Comunicação MPF/AC

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Veja o Vídeo Abaixo: A presidente do SINTEAC Rosana Nascimento, falando sobre o Abono da rede municipal de Rio Branco.. “É o governador Gladson Cameli e suas presepadas…ele não respeita a Educação do Estado, não respeita os professores…ele nem sabe os valores que serão pagos.. nós estamos pedindo esse abano e o governo e a secretaria não nos recebe”, diz presidente do SINTEAC Rosana Nascimento.

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