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OCA, em parceria com o Instituto de Identificação realiza mutirão para emissão de RG do dia 4 ao 8 de abril

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O mutirão irá suprir uma demanda acumulada de emissão de RGs, em decorrência da necessidade de agendamento para o serviço – Foto: Matheus Mello / DECOM Seplag

A Organização em Centros de Atendimento (OCA), em parceria com o Instituto de Identificação do Acre (Idpol), realiza, do dia 4 ao 8 de abril, o Mutirão do RG, para emissão de 1° e 2° via da carteira de identidade, sem a necessidade de agendamento. A ação visa atender os cidadãos que têm dificuldade em agendar o serviço por meio da internet. O mutirão será realizado das 13h30min às 17h30min, por ordem de chegada, na OCA Rio Branco, localizada no centro da cidade.

“Estudamos um horário alternativo para proporcionar um cuidado especial ao cidadão que precisa emitir o RG, mas que não conflitasse com as atribuições das outras instituições parceiras. Por isso, é importante lembrar que o atendimento para as demais demandas será feito normalmente no período da manhã, respeitando a dinâmica que já vem sendo adotada, sendo necessário realizar agendamento para determinados serviços”, explica Francisca Britto, diretora da OCA.

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Em virtude do mutirão, os agendamentos no site do Idpol ficarão suspensos na sexta-feira, 1º de abril. O procedimento persistirá somente enquanto durar o mutirão. Após esse período, o atendimento para RG volta a ser agendado, no horário padrão de atendimento da unidade.

“Nossa equipe estará preparada para acolher e orientar o cidadão da melhor forma. O intuito é atender a demanda reprimida e conseguir realizar o máximo de atendimentos possível à população acreana”, ressaltou a chefe da OCA Rio Branco, Rayana Siqueira.

Segundo a diretora do Instituto de Identificação da Polícia Civil, Roselayne Mendes, é esperada a realização de mil atendimentos durante o mutirão. “Assessoria”

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Projeto Rhuamm, que cria rede de proteção de crianças e adolescentes, é lançado pela Defensoria Pública

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Depois de quase um ano de elaboração, articulações e formação de parcerias, o Projeto Rhuamm – Rede Humanizada de Apoio a Meninas e Meninos, coordenado pelo Núcleo da Cidadania da Defensoria Pública, foi lançado na manhã desta terça-feira, 24, reunindo representantes das instituições que atuarão em conjunto para ampliar as ações preventivas de forma a evitar o abuso e a violência praticada contra crianças e adolescentes em Rio Branco, cidade que abrigará o projeto-piloto.

O nome e a motivação para a criação do projeto vieram do caso envolvendo o menino Rhuan, morto de forma violenta em 2019 pela mãe e a namorada dela, em Brasília. A Defensoria Pública do Acre, por meio do defensor Celso Araújo Rodrigues, que hoje coordena o Núcleo de Cidadania, responsável pelo projeto, se mobilizou para trazer ao Acre o corpo da criança e apoiar a família paterna.

“A Defensoria Pública, diante de uma das suas prerrogativas, que é proteger a criança e o adolescente, criou, desenvolveu e está executando este projeto. A intenção é acolher e tratar crianças vítimas de violência. Os casos serão encaminhados ao núcleo do Projeto, principalmente pelas escolas”, explica o defensor Celso Araújo.

A defensora-geral, Simone Santiago, lembra que o projeto “nasceu naquele fim de semana trágico”. “Primeiro nasceu no coração do Dr. Celso e ele veio conversar comigo e com a Dra. Roberta e nós o abraçamos. Sabíamos que sozinhos, com nosso instrumento, não poderíamos fazer com que esse projeto alcançasse seu objetivo. Minhas palavras são de agradecimento. Sabemos que estamos no caminho certo e avisamos a sociedade de que estamos atentos, que existem vários atores que estão olhando para as crianças. Este é o nosso recado. Estamos todos abraçados por uma causa, das mais justas, que é a proteção de crianças e adolescentes”, ressaltou a defensora-geral.

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O Rhuamm visa estabelecer parceria com o sistema de garantia de direitos e irá capacitar profissionais envolvidos no projeto e nas escolas de ensino infantil e fundamental de Rio Branco, oferecendo também orientação aos gestores escolares e aos pais das crianças de 0 a 11 anos, público-alvo do projeto, entre outras atribuições.

Família de Rhuan participa de solenidade

Parte da família paterna de Rhuan, avós, tias e primo, compareceu ao lançamento do projeto. “Esse projeto é muito importante para as crianças. Vou morrer e ele vai ficar aí pra dar orgulho pra minha família. Espero que as escolas, as diretoras procurem conversar com as crianças, quando verem uma criança triste pra saber o que está acontecendo. Que todas as escolas façam parte desse projeto, porque é muito bom e vai dar resultado”, disse Francisco das Chagas, avô de Rhuan.

A secretária adjunta dos Direitos da Criança e do Adolescente do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Fernanda Ramos Monteiro, que participou do evento de forma virtual, apresentou projetos e ações da política nacional de prevenção à violência contra crianças e adolescentes.

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A secretária adjunta divulgou dados que apontam a redução de 41% do número de mortes por agressão a crianças e adolescentes no Brasil em comparação à média registrada entre 2012 e 2018.

São parceiros do Projeto Rhuamm o Tribunal de Justiça do Acre, Ministério Público, Defensoria Pública da União, Ministério Público do Trabalho, Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente, Sebrae, Polícia Militar, Centro Universitário

Uninorte e Prefeitura de Rio Branco, por meio do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, SASDH, Seme, Centro Especializado de Referência em Assistência Social, Semsa, Centro Pop e Conselho Tutelar.

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