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No Acre mais de 38 mil eleitores estão irregulares e podem ter o CPF suspenso

O número representa um percentual de 5,87% do total do eleitorado, que é de 241.198 votantes, conforme a Justiça Eleitoral

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O número representa um percentual de 5,87% do total do eleitorado, que é de 241.198 votantes, conforme a Justiça Eleitoral

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Com o encerramento das eleições 2016, os eleitores que não votaram e não justificarem a ausência até o dia 1 de dezembro podem ter o título cancelado pela Justiça Eleitoral.

A novidade deste ano é que com a integração com o banco de dados da Receita Federal, os CPFs das pessoas nessa situação também podem ser suspensos, para evitar a situação é importante regularizar a situação o mais rápido.

Caso haja a suspensão do CPF, o contribuinte deve primeiro realizar a regularização do Título de Eleitor e depois fazer a regularização do CPF em qualquer um dos órgãos conveniados (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal ou Correios).

Os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontam que 38.275 eleitores deixaram de votar nas últimas eleições em Rio Branco. O número representa um percentual de 5,87% do total do eleitorado, que é de 241.198 votantes, conforme a Corte Eleitoral.

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Poder Judiciário do Acre retoma plantão extraordinário com 30% da força de trabalho

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Portaria Conjunta Nº 5/2022 institui novas medidas administrativas para afastar a propagação do vírus neste momento – Foto Reprodução

Nesta segunda-feira, 17, a presidência do Tribunal de Justiça juntamente com a Corregedoria-Geral da Justiça tornou pública a Portaria Conjunta n° 5/2022, determinando a redução do quantitativo de servidores e colaboradores em regime presencial da instituição até o dia 24 de janeiro.

Deste modo, está autorizada a retomada do trabalho remoto e atuação, por meio de escala de revezamento, do trabalho presencial com no máximo 30% dos integrantes de cada setor, excetuando os casos em que se observe prejuízos aos serviços prestados pela unidade.

A medida considerou o aumento progressivo no número de casos de Covid-19 em todo o estado, principalmente nas últimas semanas, assim como o teor da Portaria GDG Nº 4, de 08 de janeiro de 2022, em que o Supremo Tribunal Federal autoriza a adoção do regime de teletrabalho excepcional ou, na impossibilidade, que se promova escala de revezamento para os servidores e colaboradores.

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Assim, a gestão decidiu manter a política instaurada desde o início da pandemia para o resguardo e segurança à saúde dos magistrados e magistradas, servidores e servidoras, estagiários e estagiárias, todas e todos terceirizados e público externo.

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