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No AC, faturamento de taxistas tem queda com carnaval nos bairros

‘Antes eu tirava R$1.500 por noite, agora não faço nem R$500’, diz taxista. Neste ano, mais de 30 bairros realizaram carnaval.

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‘Antes eu tirava R$1.500 por noite, agora não faço nem R$500’, diz taxista.  Neste ano, mais de 30 bairros realizaram carnaval.

Com pouco movimento durante o carnaval, taxistas jogam dominó para passar o tempo (Foto: Yuri Marcel / G1)

Com pouco movimento durante o carnaval, taxistas jogam dominó para passar o tempo (Foto: Yuri Marcel )

O carnaval nos bairros de Rio Branco, promovidos pelas próprias comunidades, tornou-se vilão para ao menos uma categoria. Taxistas da capital reclamam que o movimento diminuiu durante a festa popular, já que os foliões estariam se deslocando menos entre os bairros. As chamadas diminuíram tanto que para passar o tempo, os taxista recorrem ao bom e velho jogo de dominó.
“Alguns vão para casa, mas os que ficam aqui, a gente recorre ao dominó ou joga conversa fora. Para passar o tempo mesmo”, diz o taxista Emerson Freitas, de 27 anos.

Germano Silva, de 37 anos, trabalha há 18 como taxista e diz que o carnaval de 2015 tem sido um dos piores para a categoria.

“As pessoas que desciam para o Centro da cidade ou iam para o estacionamento do estádio Arena da Floresta não estão mais fazendo isso porque estão ficam nos seus próprios bairros mesmo. Assim fica muito complicado para a gente ganhar dinheiro. Para todos nós está sendo um ano ruim como nunca tínhamos visto ainda”, comenta.

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Há três anos na profissão, Cícero Rosa Galdino, de 35, conta que está desanimado com a situação e pretende abandonar a profissão para se dedicar ao ramo de imóveis. “Eu tirava R$ 1.500 em uma noite, hoje não faço nem R$ 500. Está complicado mesmo, minha expectativa é sair fora da praça, vender a placa e fazer apartamentos para alugar em um terreno que tenho”, diz.

Emerson Freitas também está há 3 anos trabalhando como taxista e para ele, a queda no faturamento se dá devido às pessoas não precisarem mais sair de casa para curtir o carnaval.

taxi2“Estamos buscando de todas as maneiras conseguir faturar, vamos para as portas dos eventos, mas quando não era nos bairros, as pessoas se concentravam em um local apenas, era mais fácil. Como dividiu esse ano, a nossa situação ficou mais delicada e o movimento enfraqueceu bastante”, lamenta.

Outro que reclama é o  taxista Raimundo Nascimento, de 36 anos. “Com o carnaval nos bairros quase não tem clientes. Na madrugada de sábado (14) para domingo (15) o movimento foi só até 1h e depois nada até às 6h, se eu tivesse ido para casa a 0h teria sido mais negócio.

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Pelo terceiro ano consecutivo, o governo do Acre não realizou a festa de Carnaval no estacionamento do estádio Arena da Floresta, em Rio Branco, alegando motivos de economia. Em vez disso, a Prefeitura de Rio Branco resolveu incentivar as associações de moradores e a iniciativa privada a realizar suas próprias festas. Mais de 30 bairros participam da ação.

Yuri Marcel Do G1 AC

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Em 5º lugar entre os estados que mais desmatam a Amazônia, Acre cria grupo de trabalho para fiscalização remota

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Grupo de trabalho vai gerar informações georreferenciadas de desmatamento, além de monitorar e fiscalizar de forma remota esses crimes ambientais – Foto: Reprodução

Com objetivo de monitorar e fiscalizar remotamente o desmatamento no estado do Acre, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Políticas Indígenas (Semapi) criou um grupo de trabalho formado por órgãos ambientais. A portaria foi publicada na edição desta terça-feira (26) do Diário Oficial do Estado (DOE).

O grupo vai ser formado por representantes da Semapi, do Instituto de Meio ambiente do Acre (Imac), Instituto de Mudanças Climáticas (IMC), Secretaria de Produção e Agronegócio (Sepa) e Instituto de Terras do Acre (Iteracre).

Conforme a portaria, o grupo deve definir, avaliar, elaborar propostas de fluxos, normas, critérios e procedimentos técnicos e jurídicos para produção de informações georreferenciadas de polígonos de desmatamento. Além da elaboração de procedimentos de monitoramento e fiscalização remota no estado.

Para a criação do grupo foi considerada a necessidade de trabalho conjunto envolvendo a equipe técnica da Semapi e os técnicos do Imac.

O documento diz ainda que o estado não possui um sistema de informações estruturado, com rede lógica e equipamentos para a utilização de geotecnologias, armazenamento e compartilhamento de dados. Também não há um gerenciador de projetos organizados e sistematizados para um monitoramento e controle eficientes.

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O grupo deve se reunir conforme a necessidade. Ainda segundo a publicação, a participação dos membros vai ser considerada prestação de serviço público não remunerada.

Desmatamento no Acre

O estado acreano registrou um aumento de 40% no desmatamento no mês de setembro deste ano, em comparação com o mesmo mês do ano passado. Dados são do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) obtidos via Sistema de Alerta do Desmatamento (SAD).

Conforme os dados, o estado desmatou uma área de 118 km², enquanto em 2020, o mês fechou com 84 km². Com esse resultado, o Acre ficou em quinto lugar entre os estados que mais desmataram a Amazônia nesse período.

A Amazônica Legal teve 1.224 km² de desmatamento, o que resultou em um aumento de 1% em relação a setembro de 2020, quando o desmatamento somou 1.218 km². O desmatamento do Acre representou 10% do total na Amazônia.

Degradação

Em relação à degradação das florestas, o Acre teve um aumento exorbitante comparando os dois meses de 2020 e 2021 e saltou de 3 km² para 18 km², o que corresponde a 500% de aumento, conforme os dados.

Com esse dado, o estado ficou em primeiro lugar entre os estados da Amazônia Legal com maior degradação. Veja mais no G1 Acre 

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Desmatamento no Acre tem aumento de 40% no mês de setembro em comparação com o mesmo período de 2020 – Foto: Arquivo/BP-AC

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Veja o Vídeo Abaixo: Vereadora Neiva Badotti – “Não me manda recado, mais! Este tipo de recado é de quem deve, é de quem está com medo, eu vou continuar fiscalizando, denunciando doa a quem doer. Eu tenho certeza que essas denuncias não vão passar despercebidas, eu confio plenamente no Poder Judiciário na Policia Federal que não vão usar dois pesos e duas medidas para ninguém. Ninguém está acima da Lei, nem a senhora prefeita, nem o Governo do Estado e nem o presidente da República interfere na PF, não me mande mais recado!!”, concluiu a parlamentar.

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