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Ninguém ficou ferido: Biblioteca da Floresta sofre incêndio que atinge parte de acervo em Rio Branco

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Equipes de dois batalhões foram enviadas ao local para apagar as chamas – Foto: Arquivo/Bombeiros

Um incêndio atingiu a Biblioteca da Floresta, no Canal da Maternidade, em Rio Branco, na noite desse sábado (14). De acordo com o Corpo de Bombeiros, equipes de dois batalhões foram enviadas ao local para apagar as chamas. Ninguém ficou ferido.

As chamas começaram por volta das 22h30, na parte do térreo do prédio, e após cerca de quatro horas de combate, o incêndio foi controlado. Mas, segundo os bombeiros, na manhã deste domingo (15), as equipes tiveram que retornar ao local após um reinício do fogo.

Para o combate durante a noite, feito por militares do 1º de 2º Batalhão, foram usados cerca de 6 mil litros de água. Ainda conforme os bombeiros, somente após a perícia é que se pode confirmar o que causou o incêndio.

Parte do acervo atingido

O presidente da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM), Manoel Pedro, conhecido como Correinha, disse que as chamas atingiram parte do acervo do local e também de outros estabelecimentos culturais da capital, como a Usina de Arte, a própria FEM e Cine Teatro Recreio, que estão em obras e deixaram seus materiais na biblioteca.

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O incêndio se concentrou na parte de baixo da biblioteca, onde fica o atendimento e onde é guardado arquivos. Correinha afirmou que vai ser solicitada perícia para saber as causas do sinistro e também onde tudo começou e que a FEM ainda analisar o que, de fato, foi atingido.

“Não dá ainda para dizer o que aconteceu e o que foi atingido. Pode ter sido um curto circuito, pode ter sido ação de vandalismo. Mas, temos que aguardar a perícia. Graças a Deus não tivemos tanto prejuízo na questão do patrimônio, na preservação dos nossos acervos, poderia o efeito ter sido muito maior se não fosse a ação rápida dos Bombeiros. Perda teve, parte do acervo foi atingido, mas, ainda não conseguimos mensurar isso. A priori tivemos prejuízo sim”, disse Correinha. Veja mais no G1 Acre

Biblioteca da Floresta sofre incêndio que atinge parte de acervo em Rio Branco – Foto: Arquivo / Bombeiros

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Foco de raiva bovina foi detectado em Sena, onde 18 animais morreram com suspeita da doença

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Apenas um caso foi confirmado por exame de laboratório, segundo o Idaf, mas 18 animais morreram no período e a suspeita é que tenha sido com a doença transmitida pelo morcego – Foto: Arquivo/Idaf

Um foco de raiva bovina foi detectado em uma propriedade rural, na cidade de Sena Madureira onde 18 animais morreram com suspeita da doença. As informações foram confirmadas pelo Instituto de Defesa e Agropecuária Florestal (Idaf), que faz o monitoramento.

Ainda conforme o Idaf, só foi possível fazer a coleta de um dos animais, que teve o caso confirmado por exame laboratorial, mas considera como foco devido às outras mortes terem ocorrido no mesmo período e os animais terem apresentado sintomas.

A raiva em bovinos é transmitida pela mordida do morcego, que além de matar o animal infectado pela doença, também pode ser transmitida para humanos.

Em junho do ano passado, o Idaf tinha registrado a morte de sete animais da área rural de quatro cidades no interior do Acre nos meses de dezembro de 2020 e maio de 2021. Os casos deste ano foram informados ao Instituto no início de junho.

“Nessa área, nós temos um foco de raiva, com um caso positivo laboratorial e na investigação foi detectado que na propriedade morreram 18. Não podemos afirmar porque não foi possível fazer o exame, mas, pelo período da doença, é detectado como raiva. Se morrer algum animal, em um período de três meses com os mesmos sintomas, a gente considera que ainda seja raiva, pelo período de incubação da doença”, disse a chefe do Programa de Combate da Raiva do Idaf, a veterinária Maria do Carmo Portela.

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Quando o veterinário foi até a propriedade, foi feita a orientação aos moradores sobre a vacinação do rebanho, além de investigar se as pessoas tiveram contato com o animal infectado, com a saliva, que é o que a via de transmissão.

“A saliva é o que contém o vírus, e quem trabalha na área rural, pode ter machucado nas mãos, então, é feita a investigação para ver se a pessoa teve contato com a saliva e, no caso, é enviado para a secretaria de saúde do município para a pessoa tomar a vacina. Também é solicitado ao proprietário faça a vacinação do rebanho”, acrescentou.

O trabalho do Idaf, nestes casos é orientar quem teve contato com o animal doente busque a unidade de saúde, e também faça a vacinação do rebanho. Se tiver muitos sinais de mordidas de morcego, ainda é feita a captura dos animais para tentar amenizar a situação, com o controle da colônia dos morcegos.

A propriedade está sob monitoramento e deve receber mais uma visita técnica, com um levantamento se houve mais alguma propriedade com sinais de espoliações de morcego e ou morte com sintomas de raiva, para que seja feito um trabalho de educação sanitária na área.

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Sintomas

Entre os sintomas estão o isolamento do animal, perda de apetite, salivação abundante, perda de equilíbrio, quedas e estiramento do pescoço.

Caso um animal apresente os sintomas, o caso deve ser comunicado ao Idaf e as pessoas devem evitar o contato.

Além disso, a veterinária orienta a população que em caso de agressão do animal, e vale até mesmo para cães e gatos, procure a unidade de saúde para tomar a vacina. Do G1 Acre

Animal espoliado por morcego: Foco da raiva bovina é identificado em propriedade rural no interior do AC; 18 animais morreram com sintomas da doença – Foto: Arquivo / Idaf

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