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Mulher morta a marteladas pelo marido tentou exorcizá-lo

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Segundo defesa, Mário vinha tendo surtos psicóticos, mas mulher acreditava ser algo espiritual

Redação-3dejulho                                   

Segundo o advogado do suspeito, Rogério Rabe, ele estava agindo durante dez dias fora do normal, mas Talita não pensou na possibilidade de se tratar de um problema psicológicoReprodução Rede Record

A mulher que foi morta a marteladas pelo marido no dia 25 de junho no apartamento do casal em Vila Isabel, na zona norte do Rio, acreditava que ele sofria de um problema espiritual, segundo a defesa do suspeito. De acordo com o advogado de Mário Henrique Rodrigues Lopes, de 28 anos, ele vinha tendo surtos psicóticos, mas a mulher, Talita Juliane Peixoto Paiva, de 24 anos, por falta de informação, achava que a solução estaria em um exorcismo.

Segundo o advogado do suspeito, Rogério Rabe, ele estava agindo durante dez dias fora do normal, mas Talita não pensou na possibilidade de se tratar de um problema psicológico.

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— Ela procurou um pastor e pessoas da igreja que prometeram curá-lo por meio de orações. Ela estava dentro da igreja e resolveu exorcizá-lo ou chamar alguém para exorcizar.

De acordo com Rabe, o casal tinha uma boa relação e não havia relatos de pessoas próximas de brigas por ciúmes.

— Eles não tinham problema nenhum. Ele teve algo psicológico mesmo.

Mário Henrique está internado no Hospital Psiquiátrico Roberto Medeiros no Complexo Penitenciário de Gericinó, na zona oeste. Segundo Rabe, se ele for considerado doente mental, Mário permanecerá no mesmo hospital até que possa receber alta.

Ainda será realizada uma nova perícia para outra análise do caso a pedido do juiz responsável.

De acordo com as investigações, Mário Henrique cometeu o assassinato e fugiu do apartamento, deixando a porta aberta. Ele foi preso depois de se envolver em uma confusão com um taxista em Copacabana, que chamou a polícia.

Uma vizinha contou que ouviu Talita pedir socorro durante a madrugada, enquanto Mário ordenava que ela calasse a boca. De repente, os gritos pararam. O casal estava casado havia um mês.

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Larissa Kurka, Do R7

 

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Projeto Rhuamm, que cria rede de proteção de crianças e adolescentes, é lançado pela Defensoria Pública

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Depois de quase um ano de elaboração, articulações e formação de parcerias, o Projeto Rhuamm – Rede Humanizada de Apoio a Meninas e Meninos, coordenado pelo Núcleo da Cidadania da Defensoria Pública, foi lançado na manhã desta terça-feira, 24, reunindo representantes das instituições que atuarão em conjunto para ampliar as ações preventivas de forma a evitar o abuso e a violência praticada contra crianças e adolescentes em Rio Branco, cidade que abrigará o projeto-piloto.

O nome e a motivação para a criação do projeto vieram do caso envolvendo o menino Rhuan, morto de forma violenta em 2019 pela mãe e a namorada dela, em Brasília. A Defensoria Pública do Acre, por meio do defensor Celso Araújo Rodrigues, que hoje coordena o Núcleo de Cidadania, responsável pelo projeto, se mobilizou para trazer ao Acre o corpo da criança e apoiar a família paterna.

“A Defensoria Pública, diante de uma das suas prerrogativas, que é proteger a criança e o adolescente, criou, desenvolveu e está executando este projeto. A intenção é acolher e tratar crianças vítimas de violência. Os casos serão encaminhados ao núcleo do Projeto, principalmente pelas escolas”, explica o defensor Celso Araújo.

A defensora-geral, Simone Santiago, lembra que o projeto “nasceu naquele fim de semana trágico”. “Primeiro nasceu no coração do Dr. Celso e ele veio conversar comigo e com a Dra. Roberta e nós o abraçamos. Sabíamos que sozinhos, com nosso instrumento, não poderíamos fazer com que esse projeto alcançasse seu objetivo. Minhas palavras são de agradecimento. Sabemos que estamos no caminho certo e avisamos a sociedade de que estamos atentos, que existem vários atores que estão olhando para as crianças. Este é o nosso recado. Estamos todos abraçados por uma causa, das mais justas, que é a proteção de crianças e adolescentes”, ressaltou a defensora-geral.

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O Rhuamm visa estabelecer parceria com o sistema de garantia de direitos e irá capacitar profissionais envolvidos no projeto e nas escolas de ensino infantil e fundamental de Rio Branco, oferecendo também orientação aos gestores escolares e aos pais das crianças de 0 a 11 anos, público-alvo do projeto, entre outras atribuições.

Família de Rhuan participa de solenidade

Parte da família paterna de Rhuan, avós, tias e primo, compareceu ao lançamento do projeto. “Esse projeto é muito importante para as crianças. Vou morrer e ele vai ficar aí pra dar orgulho pra minha família. Espero que as escolas, as diretoras procurem conversar com as crianças, quando verem uma criança triste pra saber o que está acontecendo. Que todas as escolas façam parte desse projeto, porque é muito bom e vai dar resultado”, disse Francisco das Chagas, avô de Rhuan.

A secretária adjunta dos Direitos da Criança e do Adolescente do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Fernanda Ramos Monteiro, que participou do evento de forma virtual, apresentou projetos e ações da política nacional de prevenção à violência contra crianças e adolescentes.

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A secretária adjunta divulgou dados que apontam a redução de 41% do número de mortes por agressão a crianças e adolescentes no Brasil em comparação à média registrada entre 2012 e 2018.

São parceiros do Projeto Rhuamm o Tribunal de Justiça do Acre, Ministério Público, Defensoria Pública da União, Ministério Público do Trabalho, Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente, Sebrae, Polícia Militar, Centro Universitário

Uninorte e Prefeitura de Rio Branco, por meio do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, SASDH, Seme, Centro Especializado de Referência em Assistência Social, Semsa, Centro Pop e Conselho Tutelar.

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