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Mulher é presa após vender a virgindade das suas doze filhas

Filha que engravidou com o caso denunciou o fato à polícia.

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Filha que engravidou com o caso denunciou o fato à polícia.

Margarita de Jesus Zapata Moreno, de 45 anos

Margarita de Jesus Zapata Moreno, de 45 anos

Uma mulher colombiana foi presa após vender a virgindade das suas doze filhas. O caso ocorreu em Bogotá. 

Margarita de Jesus Zapata Moreno, de 45 anos, recebeu ao todo cerca de R$ 3300 com o feito. A polícia descobriu o fato depois que uma das filhas fez a denúncia. 

A jovem, inclusive, está grávida, e decidiu trazer o caso à tona depois que sua mãe a ordenou que abortasse. Segundo informações, Tito Cornelio Daza, de 51 anos, seria o pai do bebê, e acabou detido. 

O acordo de venda da mãe diz que a virgindade da filha fica disponível ao comprador quando ela atinge 12 anos de idade. A guarda das filhas foi entregue a assistentes sociais. A mãe vai ser julgada e pode ter de cumprir pena de até 25 anos.

Fonte: Herald Sun

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Poder Judiciário do Acre retoma plantão extraordinário com 30% da força de trabalho

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Portaria Conjunta Nº 5/2022 institui novas medidas administrativas para afastar a propagação do vírus neste momento – Foto Reprodução

Nesta segunda-feira, 17, a presidência do Tribunal de Justiça juntamente com a Corregedoria-Geral da Justiça tornou pública a Portaria Conjunta n° 5/2022, determinando a redução do quantitativo de servidores e colaboradores em regime presencial da instituição até o dia 24 de janeiro.

Deste modo, está autorizada a retomada do trabalho remoto e atuação, por meio de escala de revezamento, do trabalho presencial com no máximo 30% dos integrantes de cada setor, excetuando os casos em que se observe prejuízos aos serviços prestados pela unidade.

A medida considerou o aumento progressivo no número de casos de Covid-19 em todo o estado, principalmente nas últimas semanas, assim como o teor da Portaria GDG Nº 4, de 08 de janeiro de 2022, em que o Supremo Tribunal Federal autoriza a adoção do regime de teletrabalho excepcional ou, na impossibilidade, que se promova escala de revezamento para os servidores e colaboradores.

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Assim, a gestão decidiu manter a política instaurada desde o início da pandemia para o resguardo e segurança à saúde dos magistrados e magistradas, servidores e servidoras, estagiários e estagiárias, todas e todos terceirizados e público externo.

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