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MP investiga quase 80 obras públicas paradas; maioria das obras é do PAC

Seinfra afirma que número é maior e chega a quase 100 obras paradas em todo estado. Dados são do TCU, que identificou mais de 14 mil obras inacabadas em todo país.

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Seinfra afirma que número é maior e chega a quase 100 obras paradas em todo estado. Dados são do TCU, que identificou mais de 14 mil obras inacabadas em todo país.

O Ministério Público do Acre abriu um inquérito para apurar 76 obras paradas no estado. Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) identificou mais de 14,4 mil obras paradas em todo país, quase 40% de todas as obras vistoriadas.

Apesar dos dados, a Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra) diz que o número, na verdade, chega a quase 100. Em uma delas em Rio Branco, os serviços de urbanização duram cinco anos e apenas 40% da obra foi executada.

“No inverno é muita lama, muito buraco. A comunidade quer tapar os buracos, joga concreto porque a firma mesmo só cava”, lamentou o pastor Antônio Ferreira Gomes.

São buracos onde existia asfalto. A cratera surgiu no lugar de um esgoto e há buracos também nas vias pavimentadas com tijolos. Os bueiros estão danificados e o que era para receber água da chuva virou uma ameaça.

Onde o mato não tomou conta, os pedestres precisam se esforçar para passar e dividir o caminho com os carros. A drenagem dos córregos que provoca alagamento do córrego não aconteceu.

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Investimentos

A maioria das obras é do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que já foi o maior investimento do governo federal. O recurso previsto para o conjunto de obras era de R$ 144 bilhões, mas apenas R$ 10 bilhões foram aplicados.

O pecuarista Eduardo de Aguiar Bezerra é um dos sofrem sem os devidos investimentos nas obras. “Não tem calçada, a que tem fomos nós que fizemos. A casas que têm calçada foram os moradores que fizeram”, diz,

De acordo com o TCU, a principais causas para a paralisação das obras são contratação dos serviços com base dos projetos deficientes e também a má gestão dos recursos. Nos bairros Habitasa e Cadeia Velha uma obra deveria ter sido concluída em agosto do ano passado, mas está tudo parado e muito por fazer.

No canteiro da obra, uma placa anuncia o investimento de mais de R$ 4 milhões em urbanização. Segundo o TCU, o total de investimento foi de mais de R$ 11 milhões, mas a execução dos serviços foi de 42%.

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Negociação

Para não ter que devolver os recursos, o secretário da Seinfra, Thiago Caetano, diz que tenta negociar com o banco credor uma alteração no contrato. Ele falou que o local é uma área alagadiça e precisam ser feitos serviços que não comprometem o trabalho.

“Esse é um problema que estamos avaliando para ver a possibilidade de mudar alguns objetos. Como por exemplo, fazer um canal de drenagem, que é necessário lá, urbanização e alguns campos de futebol. Trazer urbanização que com uma possível alagação não comprometem tanto”, disse.

Seguindo as investigações, já foram gastos R$ 300 milhões em obras públicas já licitadas e que não foram concluídas. A Secretaria de Infraestrutura do Estado reconhece que o problema é ainda maior.

“No estado, levando em consideração Ruas do Povo, Depasa e outras secretarias, na verdade se aproximam de 100 obras. Ficamos sabendo dessa questão do MP pela imprensa, já nos colocamos à disposição para esclarecer a situação. Em relação ao governo, nossa ideia é concluir o máximo de obras que estão inacabadas”, concluiu. Por Jefson Dourado, Jornal do Acre 1ª edição 

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Cuidados com iluminação natalina devem ser redobrados para evitar acidentes, alerta Defesa Civil de Rio Branco

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Luzes de natal (Foto: Reprodução | Pinterest | Bloglovin/)

Com a chegada das festas de fim de ano e o uso dos tradicionais enfeites natalinos nas decorações, acende bem mais do que o clássico pisca-pisca, mas também o alerta em alguns cuidados que devem ser adotados para evitar acidentes, segundo orientações da Defesa Civil de Rio Branco.

O coordenador da Defesa Civil, major Claudio Falcão, afirma que é preciso ficar atento aos materiais manipulados nesta época.

“Na instalação de pisca-pisca, por exemplo, às vezes são usados vários plugs na mesma tomada e isso faz aquecer. Também tem que ver a qualidade devido ao superaquecimento que acontece, porque têm alguns que não são certificados pelo Inmetro [Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia] e quando ficam por várias horas ligados, o superaquecimento leva ao risco de incêndio”, explicou.

Um curto-circuito causou um incêndio em um pet shop na noite de sábado (4), na Avenida Chico Mendes. Segundo o Corpo de Bombeiros, a suspeita é que, possivelmente, o foco tenha sido no ar-condicionado, um curto-circuito. “Não sabem precisar se foi do ar-condicionado ou se das luzes de Natal que estavam próximas ao aparelho”, disse o comandante do 2º Batalhão, tenente Alexandre Veras.

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Falcão disse ainda que os materiais de enfeites natalinos, geralmente são inflamáveis, ou seja, de fácil combustão.

“Mas, a questão elétrica deve ser muito bem observada, se tem certificação, quantas horas o material pode ficar ligado para não correr riscos, com o cuidado de fazer as divisões da quantidade de lâmpadas por tomadas, para evitar carga elétrica, para evitar acidentes que podem ocorrer muito”, acrescentou.

Além disso, outro alerta é para que quando se trata de uma instalação maior, é necessário que o responsável seja alguém especializado. “Normalmente, em estabelecimentos comerciais, requer uma quantidade maior do que a residencial, então, que eles procurem alguém que tenha conhecimento para prestar auxílio.”

Mais dicas:

As ligações desses enfeites devem ficar longe do alcance de crianças e de ornamentações como cortinas, tapetes ou móveis de MDF.

Artigos decorativos não devem ser instalados próximos aos postes ou fios da rede elétrica.

Em ambientes externos deve-se atentar para cercas, grades ou qualquer parte metálica.

Na hora da reutilização dos enfeites é importante conferir a integridade do condutor de energia (fio).

Emendas e conexões malfeitas devem ser evitadas ao máximo, pois os fios não devem ter seu isolamento (capa protetora) rompido ou conexões e emendas com folga.

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Não deixe os fios no chão, onde há circulação de pessoas, veículos e animais. Por G1 ACre.

E Veja Também no 3 de Julho Notícias

Veja o Vídeo Abaixo: O Gefron apreendeu dentro de Van do município de Brasileia aproximadamente 150 kg de entorpecente, seria esta a maior apreensão daquela regional. De acordo com informações preliminares, o veículo da prefeitura iria realizar mais um transporte de pacientes que estão fazendo tratamento em Rio Branco quando foi surpreendido pelo policiais, após revistarem os pacientes e o veículo encontraram em uma sacola preta com todo o entorpecente.

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