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Moradores do Polo Jequiá em Xapuri não aceitam destruição de ramal

Moradores protestaram na manhã desta terça-feira, 24, contra o tráfego de caçambas que transportam areia e danificam único acesso à comunidade.

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Moradores protestaram na manhã desta terça-feira, 24, contra o tráfego de caçambas que transportam areia e danificam único acesso à comunidade.

Por Raimare Cardoso 

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Moradores do Polo Hortifrutigranjeiro União, mais conhecido como Polo Jequiá, realizaram na manhã desta terça-feira, 24, uma manifestação contra o tráfego de caminhões-caçamba que transportam areia para construções retirada de uma das propriedades existente no local deixando em péssimas condições o ramal que dá acesso à comunidade onde vivem e trabalham 35 famílias.

Entre os manifestantes, várias crianças reivindicavam o direito de chegar limpas à escola e alertavam para o perigo que os veículos pesados oferecem em uma via estreita e sem nenhum tipo de sinalização. Um representante da Associação de Produtores do Polo Jequiá, Reginaldo da Silva de Souza, o Tucano, diz que os caminhões estão destruindo o único acesso entre o polo e a cidade.

“Nosso ramal está ficando completamente danificado pelo peso dos caminhões. Então nos reunimos com a comunidade e resolvemos fazer essa manifestação para chamar a atenção do poder público com o objetivo de chegarmos a um acordo que contemple também o nosso direito. Por isso estamos aqui com mulheres e também as crianças que usam esse ramal para poderem chegar à escola”, afirmou.

Durante o protesto, o ramal foi fechado à passagem dos caminhões. Informado da manifestação, o prefeito Marcinho Miranda enviou ao local o secretário municipal de Obras, Francisco Ferreira da Silva, o Neném Borges. O assessor afirmou que o proprietário da draga em funcionamento no Polo Jequiá possui todas as licenças para a extração de areia, mas considerou justos os apelos da comunidade.

“Tenho a informação de que não há nada de errado com a extração da areia quanto as autorizações para a atividade, mas com relação ao tráfego dos caminhões-caçamba entendemos que os moradores não podem ser prejudicados e nem mesmo a prefeitura pode ter o prejuízo de ver danificada uma obra de recuperação e piçarramento que foi feita aqui há pouco tempo”, disse o secretário.

A manifestação realizada no Polo Jequiá terminou bem sucedida depois que o secretário Neném Borges negociou um acordo com João Carlos Moreira, proprietário da draga e de um dos caminhões que trafegavam no ramal, e os moradores. Ficou acertado entre as partes que até o fim do período chuvoso não haverá tráfego de caminhões-caçamba transportando areia no ramal.

Ainda como parte do acordo, com a chegada da estiagem a prefeitura vai realizar uma nova recuperação do ramal, a partir de quando o tráfego dos veículos voltará a ser feito com o fim de transporte de areia. A precariedade do ramal do Polo Jequiá, no entanto, tem outra razão além do vai e vem dos pesados caminhões. De acordo com a associação, 95% da área foi inundada pela enchente do Rio Acre.

Moradores do Polo Jequiá não aceitam destruição de ramal por caminhões-caçamba que transportam areia para lojas de material de construção.

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Em 5º lugar entre os estados que mais desmatam a Amazônia, Acre cria grupo de trabalho para fiscalização remota

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Grupo de trabalho vai gerar informações georreferenciadas de desmatamento, além de monitorar e fiscalizar de forma remota esses crimes ambientais – Foto: Reprodução

Com objetivo de monitorar e fiscalizar remotamente o desmatamento no estado do Acre, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Políticas Indígenas (Semapi) criou um grupo de trabalho formado por órgãos ambientais. A portaria foi publicada na edição desta terça-feira (26) do Diário Oficial do Estado (DOE).

O grupo vai ser formado por representantes da Semapi, do Instituto de Meio ambiente do Acre (Imac), Instituto de Mudanças Climáticas (IMC), Secretaria de Produção e Agronegócio (Sepa) e Instituto de Terras do Acre (Iteracre).

Conforme a portaria, o grupo deve definir, avaliar, elaborar propostas de fluxos, normas, critérios e procedimentos técnicos e jurídicos para produção de informações georreferenciadas de polígonos de desmatamento. Além da elaboração de procedimentos de monitoramento e fiscalização remota no estado.

Para a criação do grupo foi considerada a necessidade de trabalho conjunto envolvendo a equipe técnica da Semapi e os técnicos do Imac.

O documento diz ainda que o estado não possui um sistema de informações estruturado, com rede lógica e equipamentos para a utilização de geotecnologias, armazenamento e compartilhamento de dados. Também não há um gerenciador de projetos organizados e sistematizados para um monitoramento e controle eficientes.

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O grupo deve se reunir conforme a necessidade. Ainda segundo a publicação, a participação dos membros vai ser considerada prestação de serviço público não remunerada.

Desmatamento no Acre

O estado acreano registrou um aumento de 40% no desmatamento no mês de setembro deste ano, em comparação com o mesmo mês do ano passado. Dados são do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) obtidos via Sistema de Alerta do Desmatamento (SAD).

Conforme os dados, o estado desmatou uma área de 118 km², enquanto em 2020, o mês fechou com 84 km². Com esse resultado, o Acre ficou em quinto lugar entre os estados que mais desmataram a Amazônia nesse período.

A Amazônica Legal teve 1.224 km² de desmatamento, o que resultou em um aumento de 1% em relação a setembro de 2020, quando o desmatamento somou 1.218 km². O desmatamento do Acre representou 10% do total na Amazônia.

Degradação

Em relação à degradação das florestas, o Acre teve um aumento exorbitante comparando os dois meses de 2020 e 2021 e saltou de 3 km² para 18 km², o que corresponde a 500% de aumento, conforme os dados.

Com esse dado, o estado ficou em primeiro lugar entre os estados da Amazônia Legal com maior degradação. Veja mais no G1 Acre 

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Desmatamento no Acre tem aumento de 40% no mês de setembro em comparação com o mesmo período de 2020 – Foto: Arquivo/BP-AC

E Veja Também no 3 de Julho Notícias

Veja o Vídeo Abaixo: Vereadora Neiva Badotti – “Não me manda recado, mais! Este tipo de recado é de quem deve, é de quem está com medo, eu vou continuar fiscalizando, denunciando doa a quem doer. Eu tenho certeza que essas denuncias não vão passar despercebidas, eu confio plenamente no Poder Judiciário na Policia Federal que não vão usar dois pesos e duas medidas para ninguém. Ninguém está acima da Lei, nem a senhora prefeita, nem o Governo do Estado e nem o presidente da República interfere na PF, não me mande mais recado!!”, concluiu a parlamentar.

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