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Mais de 1,2 mil pessoas são atendidas na 1ª edição do projeto ‘Domingo na Ufac’, diz reitoria

Ação ocorreu neste domingo (19), no campus em Rio Branco, das 9h às 14h. Serviços como atendimentos médicos, psicólogos, consultas e atividades de prevenção marcaram o dia.

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Ação ocorreu neste domingo (19), no campus em Rio Branco, das 9h às 14h. Serviços como atendimentos médicos, psicólogos, consultas e atividades de prevenção marcaram o dia.

Mais de 1,2 mil pessoas foram atendidas na primeira edição do projeto ‘Domingo na Ufac’, diz organização — Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre

Mais de 1,2 mil pessoas passaram pela Universidade Federal do Acre durante a primeira edição do Projeto ‘Domingo na Ufac de 2019’, neste domingo (19), no campus Rio Branco. A ação ocorreu das 9h às 14h.

Serviços como atendimentos médicos, psicólogos, consultas, atividades de prevenção e apresentações do curso de artes cênicas marcaram o dia. A ação é voltada para toda a população e nada é cobrado pela entrada dos participantes.

Uma das pessoas que procurou por atendimento foi a indígena Maria Eugênia, da etnia kaxinawá. Ela mora no Ramal Adalto Frota, na BR 364, em Rio Branco, e foi com os dois filhos receber atendimentos na Ufac. “Gostei muito da ação. Desde que cheguei na porta, por volta das 7h, as meninas me atenderam bem e já fiz consulta”, disse.

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A reitora da universidade, Guida Aquino, falou que a ideia é aproximar a comunidade da instituição. Segundo ela, existem pessoas que nunca entraram na universidade e neste domingo estão tendo a oportunidade de conhecer o espaço e algumas atividades desenvolvidas pelo campus.

“Estamos tendo vacinação, avaliação nutricional, consultas com clínico geral, cardiologista, pediatra, ginecologista, palestras nas áreas de odontologia e psicologia. Além de caminhada orientada para o Parque Zoobotânico, visita em alguns laboratórios e recreação infantil. Estamos felizes, porque o objetivo da ação é trazer a comunidade para a universidade, para que possa conhecer as nossas ações”, disse Guida.

Por Iryá Rodrigues, G1

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Foco de raiva bovina foi detectado em Sena, onde 18 animais morreram com suspeita da doença

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Apenas um caso foi confirmado por exame de laboratório, segundo o Idaf, mas 18 animais morreram no período e a suspeita é que tenha sido com a doença transmitida pelo morcego – Foto: Arquivo/Idaf

Um foco de raiva bovina foi detectado em uma propriedade rural, na cidade de Sena Madureira onde 18 animais morreram com suspeita da doença. As informações foram confirmadas pelo Instituto de Defesa e Agropecuária Florestal (Idaf), que faz o monitoramento.

Ainda conforme o Idaf, só foi possível fazer a coleta de um dos animais, que teve o caso confirmado por exame laboratorial, mas considera como foco devido às outras mortes terem ocorrido no mesmo período e os animais terem apresentado sintomas.

A raiva em bovinos é transmitida pela mordida do morcego, que além de matar o animal infectado pela doença, também pode ser transmitida para humanos.

Em junho do ano passado, o Idaf tinha registrado a morte de sete animais da área rural de quatro cidades no interior do Acre nos meses de dezembro de 2020 e maio de 2021. Os casos deste ano foram informados ao Instituto no início de junho.

“Nessa área, nós temos um foco de raiva, com um caso positivo laboratorial e na investigação foi detectado que na propriedade morreram 18. Não podemos afirmar porque não foi possível fazer o exame, mas, pelo período da doença, é detectado como raiva. Se morrer algum animal, em um período de três meses com os mesmos sintomas, a gente considera que ainda seja raiva, pelo período de incubação da doença”, disse a chefe do Programa de Combate da Raiva do Idaf, a veterinária Maria do Carmo Portela.

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Quando o veterinário foi até a propriedade, foi feita a orientação aos moradores sobre a vacinação do rebanho, além de investigar se as pessoas tiveram contato com o animal infectado, com a saliva, que é o que a via de transmissão.

“A saliva é o que contém o vírus, e quem trabalha na área rural, pode ter machucado nas mãos, então, é feita a investigação para ver se a pessoa teve contato com a saliva e, no caso, é enviado para a secretaria de saúde do município para a pessoa tomar a vacina. Também é solicitado ao proprietário faça a vacinação do rebanho”, acrescentou.

O trabalho do Idaf, nestes casos é orientar quem teve contato com o animal doente busque a unidade de saúde, e também faça a vacinação do rebanho. Se tiver muitos sinais de mordidas de morcego, ainda é feita a captura dos animais para tentar amenizar a situação, com o controle da colônia dos morcegos.

A propriedade está sob monitoramento e deve receber mais uma visita técnica, com um levantamento se houve mais alguma propriedade com sinais de espoliações de morcego e ou morte com sintomas de raiva, para que seja feito um trabalho de educação sanitária na área.

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Sintomas

Entre os sintomas estão o isolamento do animal, perda de apetite, salivação abundante, perda de equilíbrio, quedas e estiramento do pescoço.

Caso um animal apresente os sintomas, o caso deve ser comunicado ao Idaf e as pessoas devem evitar o contato.

Além disso, a veterinária orienta a população que em caso de agressão do animal, e vale até mesmo para cães e gatos, procure a unidade de saúde para tomar a vacina. Do G1 Acre

Animal espoliado por morcego: Foco da raiva bovina é identificado em propriedade rural no interior do AC; 18 animais morreram com sintomas da doença – Foto: Arquivo / Idaf

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