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Mãe cega é agredida e chama polícia para prender a filha em Cruzeiro do Sul

Dona de casa é deficiente visual e diz que a filha é usuária de drogas. Ministério Público está cuidando do caso.

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Dona de casa é deficiente visual e diz que a filha é usuária de drogas. Ministério Público está cuidando do caso.

Após ser ameaçada e agredida pela filha de 13 anos, a dona de casa Terezinha Rocha Brandão, de 41 anos, tomou uma medida drástica e chamou a polícia militar para conter a filha que, segundo ela, é usuária de drogas. Moradora de Cruzeiro do Sul, a mãe, que é deficiente visual, conta que desde 11 anos sua filha usa entorpecentes.

“Minha filha tem problemas com droga. Vive me ameaçando para eu deixar ela sair para a rua com homens. Quer sair toda noite e volta só de manhã. Não deixei ela sair e ela me ameaçou e me empurrou. Chamei a polícia e os policiais trouxeram ela para a delegacia. Ela consome droga desde os 11 anos. Quero uma ajuda para ela ficar boa, mas ela disse que onde ficar internada vai fugir”.

O delegado de Cruzeiro do Sul, Vinícius Almeida ouviu as partes e encaminhou o caso para o Ministério Público.

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“Ela afirma que queria sair com suas amigas e sua mãe não deixou. A mãe não permitiu, segurou a filha, que acabou empurrando a mãe. O Conselho Tutelar foi acionado e comprovou que a garota é problemática, já teve passagem por um projeto que cuida de adolescentes em risco social, mas acabou fugindo do local. Ela agora diz que quer ajuda para largar as drogas e que quer respeitar sua mãe”, diz o delegado. 

O integrante do Conselho Tutelar, José Cláudio Santos esteve na delegacia e acredita que a adolescente deve ser encaminhada para um local onde possa ser tratada.

“Lamentavelmente esse caso é muito complexo, nossas políticas públicas deixam muito a desejar. Não temos uma entidade que garanta os direitos de crianças e adolescentes usuários de drogas. Estamos em atraso, temos muito jovens envolvidos com droga que não tem um lugar para fazer um tratamento contra a dependência química”, ressalta.

Mãe diz ser ameaçada pela filha (Foto: Adelcimar Carvalho/G1)

Mãe diz ser ameaçada pela filha (Foto: Adelcimar Carvalho)

Adelcimar Carvalho Do G1 AC

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Poder Judiciário do Acre retoma plantão extraordinário com 30% da força de trabalho

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Portaria Conjunta Nº 5/2022 institui novas medidas administrativas para afastar a propagação do vírus neste momento – Foto Reprodução

Nesta segunda-feira, 17, a presidência do Tribunal de Justiça juntamente com a Corregedoria-Geral da Justiça tornou pública a Portaria Conjunta n° 5/2022, determinando a redução do quantitativo de servidores e colaboradores em regime presencial da instituição até o dia 24 de janeiro.

Deste modo, está autorizada a retomada do trabalho remoto e atuação, por meio de escala de revezamento, do trabalho presencial com no máximo 30% dos integrantes de cada setor, excetuando os casos em que se observe prejuízos aos serviços prestados pela unidade.

A medida considerou o aumento progressivo no número de casos de Covid-19 em todo o estado, principalmente nas últimas semanas, assim como o teor da Portaria GDG Nº 4, de 08 de janeiro de 2022, em que o Supremo Tribunal Federal autoriza a adoção do regime de teletrabalho excepcional ou, na impossibilidade, que se promova escala de revezamento para os servidores e colaboradores.

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Assim, a gestão decidiu manter a política instaurada desde o início da pandemia para o resguardo e segurança à saúde dos magistrados e magistradas, servidores e servidoras, estagiários e estagiárias, todas e todos terceirizados e público externo.

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