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Irresponsabilidade do poder público serve de mangofa

Cansados de esperarem solução para o caso, resolveram ridicularizar

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Cansados de esperarem solução para o caso, resolveram ridicularizar

 no cruzamento com a Benjamin Constant

no cruzamento com a Benjamin Constant

Pessoas que transitam na Rua Padre Egídio, mais precisamente na rua do comécio estão descontentes com um buraco feito pelo Departamento Estadual de Pavimentação e Saneamento (DEPASA) no cruzamento com a Benjamin Constant, próximo à parada de taxi.

Uma pessoa que pediu para não ter seu nome citado revelou para nossa equipe que o buraco foi feito para realizar um vazamento na rede de distribuição de água naquela rua. Porém ao concluir o serviço o Depasa não consertou a via como deveria, apenas camuflou com barro vermelho, que após as intensas chuvas virou uma enorme cratera.

Cansados de esperarem solução para o caso, resolveram ridicularizar e tirar sarro da situação. No buraco foi colocado um tronco de árvore, para sinalizar e evitar que pessoas desavisadas tornem-se vítimas da irresponsabilidade do poder público.

SENA 24 HORAS

 no cruzamento com a Benjamin Constant

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Poder Judiciário do Acre retoma plantão extraordinário com 30% da força de trabalho

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Portaria Conjunta Nº 5/2022 institui novas medidas administrativas para afastar a propagação do vírus neste momento – Foto Reprodução

Nesta segunda-feira, 17, a presidência do Tribunal de Justiça juntamente com a Corregedoria-Geral da Justiça tornou pública a Portaria Conjunta n° 5/2022, determinando a redução do quantitativo de servidores e colaboradores em regime presencial da instituição até o dia 24 de janeiro.

Deste modo, está autorizada a retomada do trabalho remoto e atuação, por meio de escala de revezamento, do trabalho presencial com no máximo 30% dos integrantes de cada setor, excetuando os casos em que se observe prejuízos aos serviços prestados pela unidade.

A medida considerou o aumento progressivo no número de casos de Covid-19 em todo o estado, principalmente nas últimas semanas, assim como o teor da Portaria GDG Nº 4, de 08 de janeiro de 2022, em que o Supremo Tribunal Federal autoriza a adoção do regime de teletrabalho excepcional ou, na impossibilidade, que se promova escala de revezamento para os servidores e colaboradores.

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Assim, a gestão decidiu manter a política instaurada desde o início da pandemia para o resguardo e segurança à saúde dos magistrados e magistradas, servidores e servidoras, estagiários e estagiárias, todas e todos terceirizados e público externo.

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