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Incêndio destrói sede do Ministério Público na Cidade do Povo, em Rio Branco

Ainda segundo a assessoria há indícios de que incêndio tenha sido criminoso.

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Incêndio pode ter sido criminosos, diz Corpo de Bombeiros. Ainda segundo a assessoria há indícios de que incêndio tenha sido criminoso.

Incêndio pode ter sido criminosos

Na manhã deste domingo (09), um incêndio foi registrado em uma unidade do Ministério Público do Acre, localizada no conjunto habitacional Cidade do Povo, no segundo distrito de Rio Branco.

De acordo com a assessoria do Corpo de Bombeiros, foram necessárias duas viaturas para a avaliação, combate e fechamento da ocorrência que durou cerca de 5h.

Ainda segundo a assessoria, não há informações concretas sobre o que pode ter ocasionado o início do incêndio, porém, já há indícios de que tenha sido criminoso.

Após a perícia para a coleta de informações, um laudo deve dizer nos p róximos 30 dias o as causas do incêndio.

Incêndio durou cerca de 5h

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Poder Judiciário do Acre retoma plantão extraordinário com 30% da força de trabalho

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Portaria Conjunta Nº 5/2022 institui novas medidas administrativas para afastar a propagação do vírus neste momento – Foto Reprodução

Nesta segunda-feira, 17, a presidência do Tribunal de Justiça juntamente com a Corregedoria-Geral da Justiça tornou pública a Portaria Conjunta n° 5/2022, determinando a redução do quantitativo de servidores e colaboradores em regime presencial da instituição até o dia 24 de janeiro.

Deste modo, está autorizada a retomada do trabalho remoto e atuação, por meio de escala de revezamento, do trabalho presencial com no máximo 30% dos integrantes de cada setor, excetuando os casos em que se observe prejuízos aos serviços prestados pela unidade.

A medida considerou o aumento progressivo no número de casos de Covid-19 em todo o estado, principalmente nas últimas semanas, assim como o teor da Portaria GDG Nº 4, de 08 de janeiro de 2022, em que o Supremo Tribunal Federal autoriza a adoção do regime de teletrabalho excepcional ou, na impossibilidade, que se promova escala de revezamento para os servidores e colaboradores.

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Assim, a gestão decidiu manter a política instaurada desde o início da pandemia para o resguardo e segurança à saúde dos magistrados e magistradas, servidores e servidoras, estagiários e estagiárias, todas e todos terceirizados e público externo.

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