Geral

Homens com prótese peniana fazem sucesso com as parceiras

“A prótese não é para aumentar ou engrossar o pênis. Na verdade, ela é utilizada para dar sustentação, ajudando, assim, o paciente a ter ereção”, completa Mosconi.

Publicados

Geral

“A prótese não é para aumentar ou engrossar o pênis. Na verdade, ela é utilizada para dar sustentação, ajudando, assim, o paciente a ter ereção”, completa Mosconi.

amor a vida

Amor á Vida

Escrito Por Juliana Conte

Pesquisa divulgada no mês passado pelo Centro de Referência em Saúde do Homem, unidade da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, aponta um dado curioso e até então inédito: 82% das parceiras de homens que têm implante peniano estão satisfeitas sexualmente com o resultado da prótese. A satisfação masculina com a prótese alcançou 75% de aprovação.

A pesquisa foi realizada ao longo de dois anos e quatro meses, e contou com depoimentos de 99 pacientes tratados no hospital estadual e que se submeteram ao procedimento, como opção de tratamento, devido a disfunção erétil por causas orgânicas.

O implante tem várias indicações, como após prostatectomia (retirada da próstata), que em alguns casos pode gerar impotência. Para o estudo, foram entrevistados homens com idade mínima de 45 anos e máxima de 83 anos, sendo que muitos tinham outras doenças associadas, como cardiopatias e diabetes.

Leia Também:  Famílias despejadas de terra ocupam sede do Incra em Rio Branco

“O paciente que apresenta esse problema [disfunção erétil]  realiza a cirurgia [para colocação do implante] e volta a ter uma vida sexual normal. Ele retorna ao consultório e se diz satisfeito. Até aí tudo bem. Mas a gente foi procurar saber se as parceiras também se sentiam dessa maneira. Então fizemos um questionário simples e mais de 80% responderam que sim. Antes da operação, apenas 20% estavam contentes. Então, isso nos mostrou que o procedimento melhora muito a vida do casal”, explica o coordenador do ambulatório de disfunção erétil, o urologista Alcides Mosconi.

Ainda segundo o médico, o implante peniano é uma opção de tratamento para homens que sofrem de disfunção erétil grave. É uma solução definitiva, que substitui o mecanismo natural de ereção por uma prótese artificial que promove a ereção. O implante faz com que o homem volte a manter relações sexuais com ejaculação e orgasmos normais.

Entretanto, antes de se submeter ao método, os pacientes precisam tentar outros procedimentos. O primeiro é o medicamentoso. Os que não respondem aos remédios, podem optar pela injeção intracavernosa, no corpo cavernoso do pênis. Entretanto, a adesão a é esse método é muito pequena, por isso a prótese peniana semirrígida acaba sendo a solução.

Leia Também:  VÍDEO=Suspeito de roubo é amarrado em formigueiro no Piauí

“A prótese não é para aumentar ou engrossar o pênis. Na verdade, ela é utilizada para dar sustentação, ajudando, assim, o paciente a ter ereção”, completa Mosconi.

COMENTE ABAIXO:

Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Geral

Projeto Rhuamm, que cria rede de proteção de crianças e adolescentes, é lançado pela Defensoria Pública

Publicados

em

Depois de quase um ano de elaboração, articulações e formação de parcerias, o Projeto Rhuamm – Rede Humanizada de Apoio a Meninas e Meninos, coordenado pelo Núcleo da Cidadania da Defensoria Pública, foi lançado na manhã desta terça-feira, 24, reunindo representantes das instituições que atuarão em conjunto para ampliar as ações preventivas de forma a evitar o abuso e a violência praticada contra crianças e adolescentes em Rio Branco, cidade que abrigará o projeto-piloto.

O nome e a motivação para a criação do projeto vieram do caso envolvendo o menino Rhuan, morto de forma violenta em 2019 pela mãe e a namorada dela, em Brasília. A Defensoria Pública do Acre, por meio do defensor Celso Araújo Rodrigues, que hoje coordena o Núcleo de Cidadania, responsável pelo projeto, se mobilizou para trazer ao Acre o corpo da criança e apoiar a família paterna.

“A Defensoria Pública, diante de uma das suas prerrogativas, que é proteger a criança e o adolescente, criou, desenvolveu e está executando este projeto. A intenção é acolher e tratar crianças vítimas de violência. Os casos serão encaminhados ao núcleo do Projeto, principalmente pelas escolas”, explica o defensor Celso Araújo.

A defensora-geral, Simone Santiago, lembra que o projeto “nasceu naquele fim de semana trágico”. “Primeiro nasceu no coração do Dr. Celso e ele veio conversar comigo e com a Dra. Roberta e nós o abraçamos. Sabíamos que sozinhos, com nosso instrumento, não poderíamos fazer com que esse projeto alcançasse seu objetivo. Minhas palavras são de agradecimento. Sabemos que estamos no caminho certo e avisamos a sociedade de que estamos atentos, que existem vários atores que estão olhando para as crianças. Este é o nosso recado. Estamos todos abraçados por uma causa, das mais justas, que é a proteção de crianças e adolescentes”, ressaltou a defensora-geral.

Leia Também:  Agroindústria de Tarauacá realiza adequações na produção de polpas

O Rhuamm visa estabelecer parceria com o sistema de garantia de direitos e irá capacitar profissionais envolvidos no projeto e nas escolas de ensino infantil e fundamental de Rio Branco, oferecendo também orientação aos gestores escolares e aos pais das crianças de 0 a 11 anos, público-alvo do projeto, entre outras atribuições.

Família de Rhuan participa de solenidade

Parte da família paterna de Rhuan, avós, tias e primo, compareceu ao lançamento do projeto. “Esse projeto é muito importante para as crianças. Vou morrer e ele vai ficar aí pra dar orgulho pra minha família. Espero que as escolas, as diretoras procurem conversar com as crianças, quando verem uma criança triste pra saber o que está acontecendo. Que todas as escolas façam parte desse projeto, porque é muito bom e vai dar resultado”, disse Francisco das Chagas, avô de Rhuan.

A secretária adjunta dos Direitos da Criança e do Adolescente do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Fernanda Ramos Monteiro, que participou do evento de forma virtual, apresentou projetos e ações da política nacional de prevenção à violência contra crianças e adolescentes.

Leia Também:  Projeto Cidadão, do TJAC, realiza pela primeira vez Casamento Coletivo na comunidade do Croa

A secretária adjunta divulgou dados que apontam a redução de 41% do número de mortes por agressão a crianças e adolescentes no Brasil em comparação à média registrada entre 2012 e 2018.

São parceiros do Projeto Rhuamm o Tribunal de Justiça do Acre, Ministério Público, Defensoria Pública da União, Ministério Público do Trabalho, Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente, Sebrae, Polícia Militar, Centro Universitário

Uninorte e Prefeitura de Rio Branco, por meio do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, SASDH, Seme, Centro Especializado de Referência em Assistência Social, Semsa, Centro Pop e Conselho Tutelar.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

EDUCAÇÃO

CONCURSO

ESPORTE

MAIS LIDAS DA SEMANA