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Gislene Salvatierra: Brasiléia, nas páginas de nossa historia…

Lembraram da historia do Senador Kairala, filho ilustre de Brasileia que foi assassinado no plenário do Senado.

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Lembraram da historia do Senador Kairala, filho ilustre de Brasileia que foi assassinado no plenário do Senado.

Por Gislene Salvatierra

Gislene Salvatierra

Gislene Salvatierra

Este trecho de nossa historia está inserido no livro não publicado e de minha autoria que agora partilho com você leitor.

FAMÍLIA KAIRALA

A família Kairala é uma das tradicionais famílias do município de Brasiléia. 

Um de seus filhos chegou a ser prefeito do município e Senador da República, o Kairala José Kairala, “Ele morou aqui e estudou em Manaus” recorda D. 

Maria Kairala (+), irmã do senador.

Ela recorda que seu pai ficara órfão cedo, ainda no Líbano, depois ele veio para o Brasil juntamente com mais dezesseis rapazes libaneses. 

“Alguns iam para o Peru e outros para o Brasil, lembra ela”. 

A intenção do pai, segundo ela, era ficar no Rio de Janeiro, o que não aconteceu por causa da epidemia de febre amarela em 1904. “Ele ficou com medo da doença e seguiu viagem para Manaus”.
Em Manaus, disse D. 

Maria, o pai procurava emprego e encontrou um patrício sírio libanês que tinha um batelão. 

Resolveu então viajar para o Purus, onde todas as mercadorias que traziam tinham que ser descarregadas dos navios para as chatas e delas carregavam borracha e castanha para os navios, conta D. Maria. 

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O pai dela era um dos que trazia mercadorias para Brasiléia e Xapuri. 

“Depois que o libanês foi embora, o pai foi entregar o batelão para outro comerciante e este lhe ofereceu comprar o batelão, assim aconteceu e meu pai foi ficando por aqui.”

O patriarca da família Kairala era o Senhor José Kairala Sfair casado com D. Carolina Mossoully Kairala. 

Tiveram seis filhos: Kairala José Kairala, Julieta, Maria, Anicia, Adma e José Alberto Kairala Sfair, este último continua morando em Brasiléia, assim como sua esposa Luzanira Barroso, seu filho e sobrinhos.

A Escola de Ensino Médio Kairala José Kairala leva o nome do Senador KAIRALA JOSÉ KAIRALA, uma homenagem ao ilustre filho de Brasileia que foi assassinado no plenário.                       

Gislene Salvatierra

FAMÍLIA KAIRALA

A família Kairala é uma das tradicionais  famílias do município de Brasiléia. Um de seus filhos chegou a ser prefeito do município e Senador da República, o Kairala José Kairala, “Ele morou aqui e estudou em Manaus” recorda D. Maria Kairala, irmã do senador.

Ela recorda que seu pai ficara órfão cedo, ainda no Líbano, depois ele veio para o Brasil juntamente com mais dezesseis rapazes libaneses. “Alguns iam para o Peru e outros para o Brasil, lembra ela”. A intenção do pai, segundo ela, era ficar no Rio de Janeiro, o que não aconteceu por causa da epidemia de febre amarela em 1904. “Ele ficou com medo da doença e seguiu viagem para Manaus”.

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Em Manaus, disse D. Maria, o pai procurava emprego e encontrou um patrício sírio libanês que tinha um batelão. Resolveu então viajar para o Purus, onde todas as mercadorias que traziam tinham que ser descarregadas dos navios para as chatas e delas carregavam borracha e castanha para os navios, conta D. Maria. O pai dela era um dos que trazia mercadorias para Brasiléia e Xapuri. “Depois que o libanês foi embora, o pai foi entregar o batelão para outro comerciante e este lhe ofereceu comprar o batelão, assim aconteceu e meu pai foi ficando por aqui.”

O patriarca da família Kairala era o Senhor José Kairala Sfair casado com D. Carolina Mossoully Kairala. Tiveram seis filhos: Kairala José Kairala, Julieta, Maria, Anicia, Adma e José Alberto Kairala Sfair, este último continua morando em Brasiléia, assim como sua esposa Luzanira Barroso, seu filho e sobrinhos.

A Escola de Ensino Médio Kairala José Kairala leva o nome do Senador KAIRALA JOSÉ KAIRALA, uma homenagem ao ilustre filho de Brasileia que foi assassinado no plenário.

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Inscrições estão abertas: Jornalistas de todo o país podem concorrer ao Prêmio Paulo Freire de Jornalismo

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Estão abertas as inscrições para o Prêmio Paulo Freire de Jornalismo, promovido pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação – Consed, com o apoio da Unesco no Brasil.

A iniciativa tem o objetivo de premiar produções jornalísticas com o tema “Educação Pública na Pandemia: inovação para manter a aprendizagem e o vínculo do aluno nas escolas das redes estaduais”.

Poderão concorrer trabalhos jornalísticos que abordem a temática estabelecida, por meio de reportagens ou série de reportagens publicadas no período de 1º de março de 2020 a 10 de janeiro de 2022, mesmo dia em que serão encerradas as inscrições.

São seis categorias: Jornalismo impresso, para reportagens em jornais ou revistas; Radiojornalismo, para reportagens em emissoras de rádio; Telejornalismo, para reportagens em emissoras de televisão; Webjornalismo, para reportagens em sites ou blogs de notícias; Fotojornalismo, para fotografias publicadas em matérias ou reportagens de jornal impresso, revista, sites ou blog de notícias; e Mídias digitais, para conteúdos jornalísticos e/ou informativos veiculados em plataformas digitais de áudio ou vídeo.

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Os critérios Adequação ao Tema, Linguagem, Estética, Originalidade e Utilidade Social serão considerados na avaliação da Comissão Julgadora.

A cerimônia de premiação deve ocorrer no primeiro trimestre de 2022. O primeiro colocado de cada categoria receberá R$ 7.000,00 (sete mil), enquanto o segundo colocado ficará com R$ 5.000,00 (cinco mil). Já o terceiro colocado de cada categoria vai ganhar R$ 3.000,00 (três mil). O valor total em prêmios a serem distribuídos nas seis categorias é de R$ 90.000,00 (noventa mil).

O edital e o formulário de inscrição estão disponíveis, Clique aqui e se escreva no Consed

E Veja Também no 3 de Julho Notícias

Veja o Vídeo Abaixo: Vereadora Neiva Badotti solicita do secretário de Ação Social providências sobre as crianças Haitianos que fica na ponte todo os dias pedindo dinheiro, e que o Poder Público proporcione dignidade para essas crianças. Neiva solicita também que seja encaminhado um oficio para a gerente do hospital para saber se chegou algum saco funerário doado pela prefeitura, comprado com o dinheiro do covid, e que solicita que seja agendado novamente a reunião com a secretaria de segurança pública do estado, para se tratar sobre o IML, pois a mais de 20 anos o problema se arrasta e até o momento nada foi resolvido.

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