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Garota ‘inventou’ estupro em Cruzeiro do Sul, diz a polícia

Investigação mostrou contradições e estudante confessou que mentiu para a família e para a polícia.

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Investigação mostrou contradições e estudante confessou que mentiu para a família e para a polícia.

festa e ingerido bebida alcoólica.

festa e ingerido bebida alcoólica.

A delegada Carla Ivone de Brito, da Delegacia de Proteção à Mulher de Cruzeiro do Sul disse nessa terça-feira que a estudante de 19 anos confessou que inventou a história de um estupro na última quarta-feira (16), aqui noticiado. Ela enganou a polícia porque queria esconder da família que havia ido a uma festa e ingerido bebida alcoólica.

“Quando descobrimos a verdade, ela confessou que não existiu o estupro e que rasgou a própria roupa porque ao chegar em casa passou mal e estava no banheiro quando sua mãe acordou com o barulho e a chamou. Com medo de alguma represália, resolveu rasgar a roupa e inventar que tinha sido raptada e estuprada”, explicou a delegada.

Ao serem interrogadas pela polícia, amigas dela disseram que na quarta-feira deixaram de ir à aula e foram juntas a uma festa onde ela ficou com um rapaz, e pareceu ingerir muita bebida alcoólica.

Por ter mentido para a polícia a estudante poderia pegar mais de oito anos de prisão, mas como demonstrou arrependimento, deverá apenas prestar serviço à comunidade. A delegada disse que já suspeitava da história contada pela garota quando os exames de corpo e delito feito no Instituto Médico Legal (IML) deram resultado negativo para sinais de violência.

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jornal Voz do Acre

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Poder Judiciário do Acre retoma plantão extraordinário com 30% da força de trabalho

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Portaria Conjunta Nº 5/2022 institui novas medidas administrativas para afastar a propagação do vírus neste momento – Foto Reprodução

Nesta segunda-feira, 17, a presidência do Tribunal de Justiça juntamente com a Corregedoria-Geral da Justiça tornou pública a Portaria Conjunta n° 5/2022, determinando a redução do quantitativo de servidores e colaboradores em regime presencial da instituição até o dia 24 de janeiro.

Deste modo, está autorizada a retomada do trabalho remoto e atuação, por meio de escala de revezamento, do trabalho presencial com no máximo 30% dos integrantes de cada setor, excetuando os casos em que se observe prejuízos aos serviços prestados pela unidade.

A medida considerou o aumento progressivo no número de casos de Covid-19 em todo o estado, principalmente nas últimas semanas, assim como o teor da Portaria GDG Nº 4, de 08 de janeiro de 2022, em que o Supremo Tribunal Federal autoriza a adoção do regime de teletrabalho excepcional ou, na impossibilidade, que se promova escala de revezamento para os servidores e colaboradores.

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Assim, a gestão decidiu manter a política instaurada desde o início da pandemia para o resguardo e segurança à saúde dos magistrados e magistradas, servidores e servidoras, estagiários e estagiárias, todas e todos terceirizados e público externo.

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