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Falta pouco mais de 40 CM para BR 364, ser inundada

Os problemas ocasionados pela elevação das águas do Madeira já começam a aparecer. A travessia pela balsa está mais demorada que o esperado.

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Os problemas ocasionados pela elevação das águas do Madeira já começam a aparecer. A travessia pela balsa está mais demorada que o esperado.

A localidade da BR 364 que está prestes a ser atingida pelas águas é a região de Mutum-Paraná

A localidade da BR 364 que está prestes a ser atingida pelas águas é a região de Mutum-Paraná

 

O Rio Madeira continua preocupando a população dos municípios de Rondônia e principalmente todo o estado do Acre. Ao ficar a 45 centímetros de atingir a BR 364 e apresentando nesse sábado, 31, a marca de 15,48 metros, subindo seu nível em 16 centímetros em 24 horas.

Segundo a Companhia de Pesquisa em Recursos Minerais- CPRM e a Polícia Rodoviária Federal-PRF, a marcação desse sábado ultrapassou em quatro centímetros a cota registrada no mesmo período do ano passado que era de 15,44 metros.

Os dados apresentados pela PRF mostram que os índices de aumento das águas estão sendo diário, o que coloca em estado de alerta todos os órgãos de Rondônia e Acre, na medida em que as águas atingirem famílias e a BR 364, deixando o Acre praticamente isolado como ocorreu em 2014.

Para evitar qualquer tipo de problemas ao longo da BR 364, a PRF está em regime de alerta máxima para garantir a segurança do trafego de veículos. O DNIT vem providenciando toda a sinalização necessária para orientar os condutores dos locais que possam oferecer perigo ou acabe sendo inundado pelas águas do Madeira.

A localidade da BR 364 que está prestes a ser atingida pelas águas é a região de Mutum-Paraná, a primeira a ser afetada em 2014 prejudicando gravemente o trafego de veículos para o Acre.

Problemas registrados

Os problemas ocasionados pela elevação das águas do Madeira já começam a aparecer. A travessia pela balsa está mais demorada que o esperado, em virtude dos troncos de árvores que são arrastados pela força da correnteza e acabam se tornando um perigo eminente caso atinja as balsas, além do percurso que acaba ficando maior com o aumento do nível do Rio.

As carretas e caminhões que abastecem o comércio do Acre também estão demorando mais para entregar suas mercadorias. O quadro com a elevação das águas do Madeira só preocupa os acreanos que ano passado conviveram com a falta e aumento dos produtos, principalmente da gasolina.

Wiliandro Derze, ContilNet Notícias

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Em 5º lugar entre os estados que mais desmatam a Amazônia, Acre cria grupo de trabalho para fiscalização remota

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Grupo de trabalho vai gerar informações georreferenciadas de desmatamento, além de monitorar e fiscalizar de forma remota esses crimes ambientais – Foto: Reprodução

Com objetivo de monitorar e fiscalizar remotamente o desmatamento no estado do Acre, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Políticas Indígenas (Semapi) criou um grupo de trabalho formado por órgãos ambientais. A portaria foi publicada na edição desta terça-feira (26) do Diário Oficial do Estado (DOE).

O grupo vai ser formado por representantes da Semapi, do Instituto de Meio ambiente do Acre (Imac), Instituto de Mudanças Climáticas (IMC), Secretaria de Produção e Agronegócio (Sepa) e Instituto de Terras do Acre (Iteracre).

Conforme a portaria, o grupo deve definir, avaliar, elaborar propostas de fluxos, normas, critérios e procedimentos técnicos e jurídicos para produção de informações georreferenciadas de polígonos de desmatamento. Além da elaboração de procedimentos de monitoramento e fiscalização remota no estado.

Para a criação do grupo foi considerada a necessidade de trabalho conjunto envolvendo a equipe técnica da Semapi e os técnicos do Imac.

O documento diz ainda que o estado não possui um sistema de informações estruturado, com rede lógica e equipamentos para a utilização de geotecnologias, armazenamento e compartilhamento de dados. Também não há um gerenciador de projetos organizados e sistematizados para um monitoramento e controle eficientes.

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O grupo deve se reunir conforme a necessidade. Ainda segundo a publicação, a participação dos membros vai ser considerada prestação de serviço público não remunerada.

Desmatamento no Acre

O estado acreano registrou um aumento de 40% no desmatamento no mês de setembro deste ano, em comparação com o mesmo mês do ano passado. Dados são do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) obtidos via Sistema de Alerta do Desmatamento (SAD).

Conforme os dados, o estado desmatou uma área de 118 km², enquanto em 2020, o mês fechou com 84 km². Com esse resultado, o Acre ficou em quinto lugar entre os estados que mais desmataram a Amazônia nesse período.

A Amazônica Legal teve 1.224 km² de desmatamento, o que resultou em um aumento de 1% em relação a setembro de 2020, quando o desmatamento somou 1.218 km². O desmatamento do Acre representou 10% do total na Amazônia.

Degradação

Em relação à degradação das florestas, o Acre teve um aumento exorbitante comparando os dois meses de 2020 e 2021 e saltou de 3 km² para 18 km², o que corresponde a 500% de aumento, conforme os dados.

Com esse dado, o estado ficou em primeiro lugar entre os estados da Amazônia Legal com maior degradação. Veja mais no G1 Acre 

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Desmatamento no Acre tem aumento de 40% no mês de setembro em comparação com o mesmo período de 2020 – Foto: Arquivo/BP-AC

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Veja o Vídeo Abaixo: Vereadora Neiva Badotti – “Não me manda recado, mais! Este tipo de recado é de quem deve, é de quem está com medo, eu vou continuar fiscalizando, denunciando doa a quem doer. Eu tenho certeza que essas denuncias não vão passar despercebidas, eu confio plenamente no Poder Judiciário na Policia Federal que não vão usar dois pesos e duas medidas para ninguém. Ninguém está acima da Lei, nem a senhora prefeita, nem o Governo do Estado e nem o presidente da República interfere na PF, não me mande mais recado!!”, concluiu a parlamentar.

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