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Estudo aponta que famílias da zona rural também sofrem com a fome

Levantamento foi feito por pesquisadores da Ufac.

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Levantamento foi feito por pesquisadores da Ufac.

Os dados foram coletados nos últimos 15 anos.

Os dados foram coletados nos últimos 15 anos.

Do G1 ACRE

Um levantamento feito por pesquisadores da Universidade Federal do Acre (Ufac) reúne um conjunto de dados coletados nos últimos 15 anos que apontam que a fome, ao contrário do que se pensa, não atinge apenas os bairros periféricos da cidade, mas também famílias da zona rural.

Essa realidade é a da dona de casa Maria do Carmo. Ela mora em uma invasão em Rio Branco e na geladeira da casa dela, é possível encontrar o básico: garrafas com água, arroz e um pedaço de carne. “Quando não tem, fico com fome, muitas vezes eu fico sem tomar café, sem almoçar’, conta Maria.

As informações levaram os pesquisadores a quererem discutir esse assunto. O tema é discutido no 4º Simpósio em Desenvolvimento Regional, que acontece até o dia 14 na Ufac. Entender essa mudança de comportamento, estudar a origem da relação entre pobreza e fome no campo e traçar projetos para solucionar a insegurança alimentar na zona rural, são os principais assuntos em pauta.

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O coordenador do mestrado e do simpósio, Raimundo Cláudio Maciel, explica que o objetivo do estudo é traçar perfis desses moradores e também abrir espaço para possíveis soluções. “Se a gente pegar uma família do Alto Juruá não tem quem compre borracha naquela região. Então as famílias ficaram dependentes, única e exclusivamente, da produção de macaxeira e, a partir daí, eles não conseguiram renda suficiente para manter, inclusive, autoconsumo”, diz.

O simpósio está sendo realizado no anfiteatro Garibaldi Brasil, na Ufac, e se estende até o próximo dia 14. O tema abordado no evento é ‘Pobreza, Segurança Alimentar e Nutricional na Amazônia’. Mesas-redondas, palestras, apresentações orais e pôsteres fazem parte da programação. “A ideia desse simpósio é que a gente apresente para a sociedade essas questões e não colocar apenas problemas mas as possíveis soluções”, finaliza.

Colaborou Débora Ribeiro, da Tv Acre.

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Pelo segundo ano, procissão de São Sebastião é substituída por carreata em Xapuri devido à pandemia

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Fiéis celebram o dia de São Sebastião, padroeiro de Xapuri no AC com carreata — Foto: Maria Eduarda/Arquivo pessoal

Devido o aumento dos casos de Covid-19 no Acre, a Paróquia de Xapuri, no interior do Acre, substituiu a tradicional procissão que celebra a festa do padroeiro do município, São Sebastião, por uma carreata.

“Vamos optar por fazer uma grande carreata, porque vêm muitas pessoas e não queremos ser responsáveis pela disseminação do vírus, então, optamos por fazer a carreata”, disse o pároco da cidade, padre Antônio Menezes.

Conforme o boletim diário da Secretaria Estadual de Saúde do Acre (Sesacre), no mês de janeiro foram registrados mais de 3 mil casos de Covid-19, sendo que nessa quarta-feira (19), foi o recorde desde o início da pandemia, com 1.172 casos positivos.

As celebrações do padroeiro começaram ainda no dia 12 deste mês e encerram nesta quinta-feira (20), com a carreata. Ao longo dos últimos dias foram feitas missas e quermesse.

Em 2021, a festa também ocorreu apenas com a carreata. Este é o segundo ano em que a procissão é substituída. O padre ressalta que é importante que a celebração aconteça porque é uma forma de os fieis cultivarem a fé, que também é um refúgio no momento de pandemia.

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“O ser humano é perpassado pela esperança, nada pode nos limitar e o Espírito Santo vai agir, hoje, através dessa carreata. Não vamos andando, mas vamos de carro e estamos felizes porque, graças a Deus, tudo está acontecendo dentro dos conformes, todo mundo se precavendo e participando. Mesmo em tempo de pandemia, estamos fazendo uma linda festa, não podemos fazer a procissão, mas não deixamos de celebrar”, acrescentou.

Durante os dias de novenário, o padre informou que o movimento com presença dos fieis chegou a dobrar, e passou de 200 para até 400 pessoas durante os encontros que ocorreram diariamente em vários horários.

Além disso, o padre pontuou que foram respeitados os protocolos de segurança e prevenção contra a Covid-19.

“Estamos usando máscaras, álcool em gel, a quermesse fora e não dentro do salão paroquial para ser em espaço aberto. Estamos nos precavendo e, claro, se for preciso a gente suspender [a presença de público] e ser uma festa on-line vamos cumprir. Queremos cumprir todos os decretos possíveis e estamos rezando que São Sebastião, que é o patrono e grande defensor das festas, nos proteja. Cremos que ele vai fazer o melhor por nós”, explicou quando a festa foi lançada. Por G1 Acre.

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Veja o Vídeo Abaixo: Em meio a maior crise do sistema de transporte coletivo dos últimos tempos, a população de Rio Branco vive um dilema e acorda todo dia sem saber se terá ônibus passando em sua região. O prefeito Tião Bocalom tentou amenizar o problema repassando R$ 2 milhões e quatrocentos mil para as empresas quitar os débitos com empregados, acordo não cumprido e que foi um dos motivos para a intervenção no setor.

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