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Em Rio Branco, manifestantes vão às ruas para protestar contra queimadas na Amazônia

Ato ocorreu neste domingo (25) no Centro da capital acreana. Artistas, organizações e instituições cobraram ações de combate às queimadas.

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Ato ocorreu neste domingo (25) no Centro da capital acreana. Artistas, organizações e instituições cobraram ações de combate às queimadas.

Grupos artísticos, organizações, instituições em favor do meio ambiente e sociedade em geral saíram às ruas do Centro de Rio Branco em um ato contra as queimadas e pela Amazônia em Rio Branco, neste domingo (25).

A concentração saiu na Praça Povos da Floresta, onde tem uma estátua do ativista e ambientalista Chico Mendes.

O ato foi batizado de Empate pela Amazônia. Empates foram atuações, caminhadas e ações dos trabalhadores rurais do Acre contra o desmatamento da floresta.

A pequena Clara Luz, de 7 anos, usava uma máscara no rosto para não respirar a fumaça do ar. Mesmo com problemas respiratórios, Clara esteve com os pais carregando um cartaz onde se lia: ‘Sem floresta não há futuro’.

“Ela tem acompanhado. A gente tem conversado com ela e estamos muito próximos disso porque ela tem problemas respiratórios, então, já tem um mês que toma muito remédio. Conversamos com ela sobre o porquê o céu não está azul, tem muita fumaça e ela percebe de onde vem isso e o que pode fazer para melhorar”, explicou a mãe de Clara Luz, a assessora de comunicação Leilane Marinho.

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Leilane diz que redobrou os cuidados com a filha durante esse período de estiagem com produtos naturais, vaporização com água quente, entre outros.

“A gente explica que boa parte desses problemas que tem na Amazônia tem haver com a produção de pastagem, da criação de gado e as pessoas consomem muita carne. Ela é vegetariana e fala ‘mãe, se as pessoas não comessem carne ajudava muito'”, destacou.

Na praça, os manifestantes discursaram em um microfone e cobraram ações emergenciais contras os incêndios na Amazônia.

Iwlly Cristina, do Comitê Chico Mendes, confirmou que esse é apenas o primeiro de uma série de atos que devem ser realizados na capital acreana até o dia 5 de setembro, quando é comemorado o Dia da Amazônia.

“Os atos aqui serão chamados de empates porque era a luta do Chico, a memória dele e somos os jovens que vamos dar continuidade a todo esse legado. Hoje é um momento de reunião dos movimentos sociais, de artistas, mulheres, de poetas e pessoas envolvidas com a causa, com a luta ambiental”, afirmou.

Rede de assistência

O Comitê Chico Mendes criou uma rede de apoio para as famílias que precisam de remédios, médicos e outras necessidades relacionadas à saúde. A ideia é ajudar as pessoas que sofrem com problemas respiratórios em Rio Branco

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Após discursos e apresentações artísticas, os manifestantes caminharam até a Ponte Juscelino Kubitschek, a Ponte Metálica, no Centro, e fixaram uma faixa com palavras sobre o empate.

Queimadas aumentaram 190%

De acordo com a Secretaria do Meio Ambiente, o número de queimadas aumentou consideravelmente no Acre, se comparado ao ano passado. De janeiro até 22 de agosto do ano passado, foram registradas 852 queimadas. Este número saltou para 2.498 entre janeiro até 20 de agosto deste ano – um aumento de mais de 190%.

Se considerados apenas os dias de agosto o acréscimo é relevante. De 1º a 22 de agosto de 2018, foram 408 focos de queimadas, que subiram para 2.123, aumentando em mais de 400% o número de registros.

Além disso, foi criada a sala de situação de alerta ambiental, comandada pela Cedec, com apoio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) e coordenação operacional do Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC). Do G1 Acre

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Poder Judiciário do Acre retoma plantão extraordinário com 30% da força de trabalho

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Portaria Conjunta Nº 5/2022 institui novas medidas administrativas para afastar a propagação do vírus neste momento – Foto Reprodução

Nesta segunda-feira, 17, a presidência do Tribunal de Justiça juntamente com a Corregedoria-Geral da Justiça tornou pública a Portaria Conjunta n° 5/2022, determinando a redução do quantitativo de servidores e colaboradores em regime presencial da instituição até o dia 24 de janeiro.

Deste modo, está autorizada a retomada do trabalho remoto e atuação, por meio de escala de revezamento, do trabalho presencial com no máximo 30% dos integrantes de cada setor, excetuando os casos em que se observe prejuízos aos serviços prestados pela unidade.

A medida considerou o aumento progressivo no número de casos de Covid-19 em todo o estado, principalmente nas últimas semanas, assim como o teor da Portaria GDG Nº 4, de 08 de janeiro de 2022, em que o Supremo Tribunal Federal autoriza a adoção do regime de teletrabalho excepcional ou, na impossibilidade, que se promova escala de revezamento para os servidores e colaboradores.

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Assim, a gestão decidiu manter a política instaurada desde o início da pandemia para o resguardo e segurança à saúde dos magistrados e magistradas, servidores e servidoras, estagiários e estagiárias, todas e todos terceirizados e público externo.

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