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“Em Feijó, tem que morrer, à força, para dar conta de tantos caixões

“Em Feijó, tem gente rezando com medo de ser enterrada viva”

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“Em Feijó, tem gente rezando com medo de ser enterrada viva”

 Feijó vc ter que morrer

Feijó vc ter que morrer

“O prefeito Mêrla extrapolou qualquer expectativa e vai pagar quase o tripulo por urnas funerárias. No total a prefeitura pretende enterrar 149 crianças e 149 adultos, por ano.”
Mesmo contra vontade, a população de Feijó vai ter que morrer, à força, para dar conta de tantos caixões comprados pela prefeitura do município, que em agosto abriu licitação para aquisição de nada mais nada menos que 298 caixões para enterrar defuntos na cidade.
Acreditem, fizemos um levantamento que mostraram que em Feijó morrem e são enterradas nos cemitérios em atividades, em média oito pessoas por mês, o que somaria 96 enterros por ano.
Mas, talvez prevendo uma praga daquelas do Egito, onde dezenas de vidas foram ceifadas, ou até mesmo uma daquelas epidemias devastadoras, ou até mesmo pensando beneficiar a empresa de um amigo, o prefeito Mêrla extrapolou qualquer expectativa e vai pagar quase o tripulo por urnas funerárias. No total a prefeitura pretende enterrar 149 crianças e 149 adultos, por ano. Ou seja, 24 cidadãos feijoenses por mês. Agora é orar com muita fé para essa profecia maluca do prefeito não se cumprir.
O que mais está irritando os moveleiros que constrói um caixão para criança por R$ 250,00 aproximadamente, foi terem perdido a licitação para a empresa Díla Feijó LTDA que não tem sequer, uma plaina ou uma cerra para cortar um pedaço de madeira. Díla vai construir 149 caixões para crianças no valor de R$ 160,00 reais.
A outra firma ganhadora da licitação para construir 149 caixões para adultos foi a empresa L.M LTDA, que vai construir cada urna para adultos no valor de R$ 404,00 reais.
Com medo de ser enterrado vivo, já tem muita gente que está pensando em mudar de cidade.

Escrito Por Contilnetnoticias

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Projeto Rhuamm, que cria rede de proteção de crianças e adolescentes, é lançado pela Defensoria Pública

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Depois de quase um ano de elaboração, articulações e formação de parcerias, o Projeto Rhuamm – Rede Humanizada de Apoio a Meninas e Meninos, coordenado pelo Núcleo da Cidadania da Defensoria Pública, foi lançado na manhã desta terça-feira, 24, reunindo representantes das instituições que atuarão em conjunto para ampliar as ações preventivas de forma a evitar o abuso e a violência praticada contra crianças e adolescentes em Rio Branco, cidade que abrigará o projeto-piloto.

O nome e a motivação para a criação do projeto vieram do caso envolvendo o menino Rhuan, morto de forma violenta em 2019 pela mãe e a namorada dela, em Brasília. A Defensoria Pública do Acre, por meio do defensor Celso Araújo Rodrigues, que hoje coordena o Núcleo de Cidadania, responsável pelo projeto, se mobilizou para trazer ao Acre o corpo da criança e apoiar a família paterna.

“A Defensoria Pública, diante de uma das suas prerrogativas, que é proteger a criança e o adolescente, criou, desenvolveu e está executando este projeto. A intenção é acolher e tratar crianças vítimas de violência. Os casos serão encaminhados ao núcleo do Projeto, principalmente pelas escolas”, explica o defensor Celso Araújo.

A defensora-geral, Simone Santiago, lembra que o projeto “nasceu naquele fim de semana trágico”. “Primeiro nasceu no coração do Dr. Celso e ele veio conversar comigo e com a Dra. Roberta e nós o abraçamos. Sabíamos que sozinhos, com nosso instrumento, não poderíamos fazer com que esse projeto alcançasse seu objetivo. Minhas palavras são de agradecimento. Sabemos que estamos no caminho certo e avisamos a sociedade de que estamos atentos, que existem vários atores que estão olhando para as crianças. Este é o nosso recado. Estamos todos abraçados por uma causa, das mais justas, que é a proteção de crianças e adolescentes”, ressaltou a defensora-geral.

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O Rhuamm visa estabelecer parceria com o sistema de garantia de direitos e irá capacitar profissionais envolvidos no projeto e nas escolas de ensino infantil e fundamental de Rio Branco, oferecendo também orientação aos gestores escolares e aos pais das crianças de 0 a 11 anos, público-alvo do projeto, entre outras atribuições.

Família de Rhuan participa de solenidade

Parte da família paterna de Rhuan, avós, tias e primo, compareceu ao lançamento do projeto. “Esse projeto é muito importante para as crianças. Vou morrer e ele vai ficar aí pra dar orgulho pra minha família. Espero que as escolas, as diretoras procurem conversar com as crianças, quando verem uma criança triste pra saber o que está acontecendo. Que todas as escolas façam parte desse projeto, porque é muito bom e vai dar resultado”, disse Francisco das Chagas, avô de Rhuan.

A secretária adjunta dos Direitos da Criança e do Adolescente do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Fernanda Ramos Monteiro, que participou do evento de forma virtual, apresentou projetos e ações da política nacional de prevenção à violência contra crianças e adolescentes.

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A secretária adjunta divulgou dados que apontam a redução de 41% do número de mortes por agressão a crianças e adolescentes no Brasil em comparação à média registrada entre 2012 e 2018.

São parceiros do Projeto Rhuamm o Tribunal de Justiça do Acre, Ministério Público, Defensoria Pública da União, Ministério Público do Trabalho, Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente, Sebrae, Polícia Militar, Centro Universitário

Uninorte e Prefeitura de Rio Branco, por meio do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, SASDH, Seme, Centro Especializado de Referência em Assistência Social, Semsa, Centro Pop e Conselho Tutelar.

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