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Detento pode ter ficado cego e tetraplégico após tortura por agentes penitenciários

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Lenilda Cavalcante

31-07-13-detento-torturado-300x208A denúncia foi feita pelo detento Wesley Ferreira da Silva, 27 anos, que se encontra internado no leito 72 do Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco – HUERB.

DE acordo com informações do detento ele teria sido torturado por agentes penitenciários porque era suspeito de integrar a facção criminosa PCC.

Com lesões no olho que o deixaram cego e lesões no cérebro e na coluna, Wesley contou que os agentes penitenciários usaram spray de pimenta, marreta de borracha e aplicaram chutes e socos nele.

Segundo informações por um período de dois meses médicos, enfermeiros, assistentes sociais e agentes penitenciários se empenharam em não deixar o caso “vazar” para a imprensa e até teriam criado uma espécie de versão “oficial” para justificar a permaneceu do detento daquela unidade de saúde que seria a de que ele teria caído no banheiro da cela do Presídio batido com a cabeça e sofrido lesão na coluna.

Wesley Ferreira chegou a ser transferido para o Hospital de saúde mental – HOSMAC onde após uma avaliação médica o paciente foi recusado, pois não apresentava nenhum problema psíquico.

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Em outra oportunidade durante uma inspeção do Ministério Público  no presídio, os agentes penitenciários o mantiveram escondido para evitar que revelasse a tortura aos promotores de Justiça.

Somente agora a Juíza da Vara de Execuções Penais, Juíza Luana Campos que se encontra de férias foi informada através de uma denúncia das condições do detento e de imediato comunicou o fato ao delegado Fabricio Leonardo da Delegacia Itinerante a quem solicitou que ouvisse o preso em depoimento o que não aconteceu até o final da tarde da terça-feira, 30.

Quem é o que fez o detento

Wesley Ferreira da Silva de natural da cidade de Clorado do Oeste-RO é condenado a mais de 21 anos de prisão por crimes de homicídio, furtos e roubo (assalto).

Foi transferido do Presídio Urso Branco em Porto Velho para o Complexo Penitenciário em Rio Branco – Acre no início deste ano.

* com informações do Blog da Amazônia

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Defensoria Pública se reúne com Diretoria da Unimed em busca de melhorias no atendimento infantil

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Na tarde desta quarta-feira, 18, a Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE/AC) se reuniu com a Diretoria da Unimed Rio Branco, para expor as reclamações recebidas dos usuários do atendimento prestado no único hospital de urgência e emergência infantil do estado do Acre, a Urgil, credenciada pela Unimed.

De acordo com o ofício enviado a DPE/AC pela Urgil, 95% do total de atendimentos do hospital são provenientes de usuários de planos de saúde, dos quais 70% são usuários da Unimed.

Na oportunidade, a Diretoria da Unimed, composta pelo presidente, Antônio Herbert Leite Militão, pelo vice-presidente, Marcus Vinicius Shoiti Yomura e pelo superintendente, Renato Correia da Silva, além do assessor jurídico Maurício Spada, mostrou-se sensível à problemática e se comprometeu a encontrar alternativas que não deixem as crianças que necessitem de atendimento de urgência e emergência em situação de total dependência da Urgil.

O encontro ainda possibilitou esclarecimentos sobre o modo de atuação da operadora de saúde e culminou com o agendamento de nova reunião para o dia 28 de junho, quando então a Unimed apresentará a DPE/AC medidas mais concretas para a melhoria dos serviços.

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Os defensores públicos Celso Araújo Rodrigues, do Núcleo da Cidadania, Rodrigo Chaves, do Subnúcleo de Superendividamento e Ações do Consumidor, a defensora pública Juliana Caobianco, do Subnúcleo de Direitos Humanos 1 (SDH1), a assistente do SDH1, Larissa Damasceno e as representantes dos usuários do plano de saúde, arquiteta Talita Gomes e a advogada Vanessa Facundes, demonstraram satisfação com os encaminhamentos da reunião, reiterando a necessidade de a Unimed adotar medidas céleres e efetivas que resguardem os direitos desses consumidores.

“Foi muito importante esse diálogo para reafirmamos a nossa preocupação e compromisso com nossos usuários, além de esclarecer que estamos procurando um caminho, uma solução”, disse o presidente da Unimed Rio Branco, Herbert Militão.

O defensor público Rodrigo Chaves, destacou que a instituição está à disposição para contribuir, ouvir e atuar de forma conjunta para dar mais celeridade ao caso.

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