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Desembargadora Regina é eleita presidente do TRE-AC e causa polêmica

Desembargadora Cezarinete Angelim esperava ser escolhida para o cargo: ‘quebrou-se uma tradição de mais de meio século’, disse.

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Desembargadora Cezarinete Angelim esperava ser escolhida para o cargo: 'quebrou-se uma tradição de mais de meio século’, disse.

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Regina Ferrari

Após tomar posse como membro do Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC), a desembargadora Regina Ferrari Longuini foi eleita presidente do TRE, para o biênio 2018/2020, em sessão nesta quinta-feira (3), por quatro votos a três. Mas, a posse de Longuini foi vista com surpresa pela atual vice-presidente do TRE-AC, desembargadora Cezarinete Angelim, que esperava ser escolhida para o cargo.

“Com certeza, Deus está a me proteger de algo pior. Estou serena, tranquila, quebrou-se uma tradição de mais de meio século. Mas, são os percalços da vida. Penso que dá tempo para tudo debaixo do céu e há tempo para descansar. Trabalhei bastante e estou ainda assim sempre à disposição da Justiça, da sociedade. Eu não vou avaliar, porque quem avaliou foi o plenário”, comentou.

A presidente eleita não quis entrar em polêmica e disse apenas que o cargo será mais um desafio para ela, que vai conduzir as próximas eleições.

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“Será uma responsabilidade a mais no nosso dia a dia. Esse mês, sentarei junto com os nossos servidores e faremos a avaliação do planejamento, porque o tribunal já tem todo um planejamento estratégico para as eleições. É cumprir as regras das eleições, como todos os anos são cumpridas, e fazer as eleições dentro da normalidade possível", disse.

Com a decisão da corte, a desembargadora Cezarinete Angelim continua como vice-presidente e o juiz federal Guilherme Michelazzo tomou posse como corregedor eleitoral.

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Cezarinete Angelim

Do G1 Acre

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Poder Judiciário do Acre retoma plantão extraordinário com 30% da força de trabalho

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Portaria Conjunta Nº 5/2022 institui novas medidas administrativas para afastar a propagação do vírus neste momento – Foto Reprodução

Nesta segunda-feira, 17, a presidência do Tribunal de Justiça juntamente com a Corregedoria-Geral da Justiça tornou pública a Portaria Conjunta n° 5/2022, determinando a redução do quantitativo de servidores e colaboradores em regime presencial da instituição até o dia 24 de janeiro.

Deste modo, está autorizada a retomada do trabalho remoto e atuação, por meio de escala de revezamento, do trabalho presencial com no máximo 30% dos integrantes de cada setor, excetuando os casos em que se observe prejuízos aos serviços prestados pela unidade.

A medida considerou o aumento progressivo no número de casos de Covid-19 em todo o estado, principalmente nas últimas semanas, assim como o teor da Portaria GDG Nº 4, de 08 de janeiro de 2022, em que o Supremo Tribunal Federal autoriza a adoção do regime de teletrabalho excepcional ou, na impossibilidade, que se promova escala de revezamento para os servidores e colaboradores.

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Assim, a gestão decidiu manter a política instaurada desde o início da pandemia para o resguardo e segurança à saúde dos magistrados e magistradas, servidores e servidoras, estagiários e estagiárias, todas e todos terceirizados e público externo.

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