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Defesa agropecuária prorroga prazo de declaração de vacina contra aftosa

Pecuaristas têm até o dia 16 de junho para declarar vacinação do rebanho contra febre aftosa.

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Pecuaristas têm até o dia 16 de junho para declarar vacinação do rebanho contra febre aftosa.

 Por Leônidas Badaró 

Defesa agropecuária prorroga prazo de declaração de vacina contra aftosa

O Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf) prorrogou o prazo para que os criadores de gado do estado façam a declaração de vacinação contra a febre aftosa.

O prazo terminaria nesta quarta-feira, 15. Por conta de a data ser feriado, aniversário do Estado do Acre, o instituto decidiu prorrogar por mais um dia o prazo para a declaração, que agora se estende até quinta-feira, 16 de junho.

A primeira etapa da campanha contra a febre aftosa terminou no último dia 31 de maio, e os pecuaristas dos sete municípios acreanos que fazem fronteira com a Bolívia, Assis Brasil, Brasileia, Epitaciolândia, Xapuri, Capixaba, Plácido de Castro e Acrelândia foram obrigados a vacinar todo o rebanho. Já nos demais municípios, a obrigatoriedade é para animais de até 24 meses de idade.

A declaração é extremamente importante, já que é a partir dessa informação que o Idaf consegue mensurar, com precisão, o número de animais imunizados durante a campanha de vacinação.

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Há 11 anos o Acre é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como zona livre de febre aftosa, o que tem sido fundamental para o crescimento da pecuária no estado.

Na primeira etapa de vacinação, no ano passado, o índice em todo o estado foi superior a 98%.

Ronaldo Queiróz, diretor-presidente do Idaf, afirma que a expectativa do resultado da campanha é positiva. “Contamos com a parceria dos produtores, e temos a certeza de que vamos alcançar um grande índice este ano. Por conta do feriado, e para que nenhum pecuarista deixe de declarar, vamos estender o prazo em todo o estado até quinta-feira.”

O rebanho bovino no Acre está estimado atualmente em quase três milhões de animais.

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Foco de raiva bovina foi detectado em Sena, onde 18 animais morreram com suspeita da doença

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Apenas um caso foi confirmado por exame de laboratório, segundo o Idaf, mas 18 animais morreram no período e a suspeita é que tenha sido com a doença transmitida pelo morcego – Foto: Arquivo/Idaf

Um foco de raiva bovina foi detectado em uma propriedade rural, na cidade de Sena Madureira onde 18 animais morreram com suspeita da doença. As informações foram confirmadas pelo Instituto de Defesa e Agropecuária Florestal (Idaf), que faz o monitoramento.

Ainda conforme o Idaf, só foi possível fazer a coleta de um dos animais, que teve o caso confirmado por exame laboratorial, mas considera como foco devido às outras mortes terem ocorrido no mesmo período e os animais terem apresentado sintomas.

A raiva em bovinos é transmitida pela mordida do morcego, que além de matar o animal infectado pela doença, também pode ser transmitida para humanos.

Em junho do ano passado, o Idaf tinha registrado a morte de sete animais da área rural de quatro cidades no interior do Acre nos meses de dezembro de 2020 e maio de 2021. Os casos deste ano foram informados ao Instituto no início de junho.

“Nessa área, nós temos um foco de raiva, com um caso positivo laboratorial e na investigação foi detectado que na propriedade morreram 18. Não podemos afirmar porque não foi possível fazer o exame, mas, pelo período da doença, é detectado como raiva. Se morrer algum animal, em um período de três meses com os mesmos sintomas, a gente considera que ainda seja raiva, pelo período de incubação da doença”, disse a chefe do Programa de Combate da Raiva do Idaf, a veterinária Maria do Carmo Portela.

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Quando o veterinário foi até a propriedade, foi feita a orientação aos moradores sobre a vacinação do rebanho, além de investigar se as pessoas tiveram contato com o animal infectado, com a saliva, que é o que a via de transmissão.

“A saliva é o que contém o vírus, e quem trabalha na área rural, pode ter machucado nas mãos, então, é feita a investigação para ver se a pessoa teve contato com a saliva e, no caso, é enviado para a secretaria de saúde do município para a pessoa tomar a vacina. Também é solicitado ao proprietário faça a vacinação do rebanho”, acrescentou.

O trabalho do Idaf, nestes casos é orientar quem teve contato com o animal doente busque a unidade de saúde, e também faça a vacinação do rebanho. Se tiver muitos sinais de mordidas de morcego, ainda é feita a captura dos animais para tentar amenizar a situação, com o controle da colônia dos morcegos.

A propriedade está sob monitoramento e deve receber mais uma visita técnica, com um levantamento se houve mais alguma propriedade com sinais de espoliações de morcego e ou morte com sintomas de raiva, para que seja feito um trabalho de educação sanitária na área.

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Sintomas

Entre os sintomas estão o isolamento do animal, perda de apetite, salivação abundante, perda de equilíbrio, quedas e estiramento do pescoço.

Caso um animal apresente os sintomas, o caso deve ser comunicado ao Idaf e as pessoas devem evitar o contato.

Além disso, a veterinária orienta a população que em caso de agressão do animal, e vale até mesmo para cães e gatos, procure a unidade de saúde para tomar a vacina. Do G1 Acre

Animal espoliado por morcego: Foco da raiva bovina é identificado em propriedade rural no interior do AC; 18 animais morreram com sintomas da doença – Foto: Arquivo / Idaf

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