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Defensora prestigia lançamento do programa Comv Vida do TJAC voltado ao atendimento de vítimas de violência

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A defensora geral do Estado do Acre, Simone Santiago, prestigiou na manhã desta segunda-feira, 30, o lançamento do programa Comv Vida, iniciativa do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), que acolhe e presta atendimento às vítimas de violência doméstica e familiar, desde sua chegada aos órgãos de proteção, a partir das medidas protetivas concedidas nas audiências de custódia até a conclusão do processo de julgamento.

O Comv Vida dirigido pela Coordenadoria Estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Comsiv) com o apoio da Vara de Execuções Penais e Medidas Alternativas, nasce com a perspectiva social de redução das múltiplas violências familiar no Estado.

A proposta é observar e oferecer acolhida às vítimas de violência, e politicamente combinar atividades interinstitucionais visando articular à Rede de Proteção para atuação efetiva de proteção e incentivo à busca de autonomia da vítima de violência doméstica.

A defensora-geral, Simone Santiago, parabenizou a iniciativa do Poder Judiciário acreano e destacou a importância de projetos como este para a garantia e defesa dos direitos da mulher. “Este projeto é um projeto fantástico, parabenizo ao TJAC pela iniciativa e ressalto nossa parceria, pois a Defensoria é e sempre será uma parceira do Tribunal nesta luta constante em defesa da mulher”, disse.

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Compuseram o dispositivo de honra, a presidente do TJAC desembargadora Waldirene Cordeiro, e a coordenadora Estadual das Mulheres em situação de Violência Doméstica e Familiar (Comsiv), desembargadora Eva Evangelista, representando a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), delegado Josemar Portes, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC), desembargador Francisco Djalma.

Ainda, a coordenadora da Infância e da Juventude do TJAC, desembargadora Regina Ferrari, o comandante-geral da Polícia Militar do Acre (PMAC), coronel PM Paulo César, a juíza de Direito Titular da Vara de Proteção à Mulher da Comarca de Rio Branco, Shirlei Menezes e a presidente da Associação dos Magistrados do Acre (Asmac), Maria Rosinete.

Também prestigiaram o evento, a juíza-auxiliar da presidência do TJAC, Andréa Brito, a coordenadora Estadual do Programa Fazendo Justiça no Acre, Pâmela Vilela, o presidente da Fundação Hospital do Acre (Fundhacre), João Paulo Silva, além de outras autoridades e servidores do TJAC.

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Foco de raiva bovina foi detectado em Sena, onde 18 animais morreram com suspeita da doença

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Apenas um caso foi confirmado por exame de laboratório, segundo o Idaf, mas 18 animais morreram no período e a suspeita é que tenha sido com a doença transmitida pelo morcego – Foto: Arquivo/Idaf

Um foco de raiva bovina foi detectado em uma propriedade rural, na cidade de Sena Madureira onde 18 animais morreram com suspeita da doença. As informações foram confirmadas pelo Instituto de Defesa e Agropecuária Florestal (Idaf), que faz o monitoramento.

Ainda conforme o Idaf, só foi possível fazer a coleta de um dos animais, que teve o caso confirmado por exame laboratorial, mas considera como foco devido às outras mortes terem ocorrido no mesmo período e os animais terem apresentado sintomas.

A raiva em bovinos é transmitida pela mordida do morcego, que além de matar o animal infectado pela doença, também pode ser transmitida para humanos.

Em junho do ano passado, o Idaf tinha registrado a morte de sete animais da área rural de quatro cidades no interior do Acre nos meses de dezembro de 2020 e maio de 2021. Os casos deste ano foram informados ao Instituto no início de junho.

“Nessa área, nós temos um foco de raiva, com um caso positivo laboratorial e na investigação foi detectado que na propriedade morreram 18. Não podemos afirmar porque não foi possível fazer o exame, mas, pelo período da doença, é detectado como raiva. Se morrer algum animal, em um período de três meses com os mesmos sintomas, a gente considera que ainda seja raiva, pelo período de incubação da doença”, disse a chefe do Programa de Combate da Raiva do Idaf, a veterinária Maria do Carmo Portela.

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Quando o veterinário foi até a propriedade, foi feita a orientação aos moradores sobre a vacinação do rebanho, além de investigar se as pessoas tiveram contato com o animal infectado, com a saliva, que é o que a via de transmissão.

“A saliva é o que contém o vírus, e quem trabalha na área rural, pode ter machucado nas mãos, então, é feita a investigação para ver se a pessoa teve contato com a saliva e, no caso, é enviado para a secretaria de saúde do município para a pessoa tomar a vacina. Também é solicitado ao proprietário faça a vacinação do rebanho”, acrescentou.

O trabalho do Idaf, nestes casos é orientar quem teve contato com o animal doente busque a unidade de saúde, e também faça a vacinação do rebanho. Se tiver muitos sinais de mordidas de morcego, ainda é feita a captura dos animais para tentar amenizar a situação, com o controle da colônia dos morcegos.

A propriedade está sob monitoramento e deve receber mais uma visita técnica, com um levantamento se houve mais alguma propriedade com sinais de espoliações de morcego e ou morte com sintomas de raiva, para que seja feito um trabalho de educação sanitária na área.

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Sintomas

Entre os sintomas estão o isolamento do animal, perda de apetite, salivação abundante, perda de equilíbrio, quedas e estiramento do pescoço.

Caso um animal apresente os sintomas, o caso deve ser comunicado ao Idaf e as pessoas devem evitar o contato.

Além disso, a veterinária orienta a população que em caso de agressão do animal, e vale até mesmo para cães e gatos, procure a unidade de saúde para tomar a vacina. Do G1 Acre

Animal espoliado por morcego: Foco da raiva bovina é identificado em propriedade rural no interior do AC; 18 animais morreram com sintomas da doença – Foto: Arquivo / Idaf

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